Uma pesquisa da Escola Superior de Propaganda e Marketing e do Ibope constatou que, nas eleições de
2008, a internet foi o principal fator de decisão de voto de 5% dos eleitores da cidade de São Paulo. Entre os jovens, a internet foi o veículo mais importante para 10%, chegando a 12% entre os que com nível superior. Tudo bem que a capital paulista, onde foi realizada a pesquisa, é mais conectada do que o resto do país. Mas dados do Ibope mostram que a web já atinge hoje 45% da população, mais do que os jornais (37%) e as revistas (38%).
Fonte: G1 / Adriana Vasconcelos
O PagSeguro, usado para pagamentos online do portal UOL, está disponibilizando uma versão customizada de sua ferramenta com a qual promete viabilizar a doação financeira a candidatos e partidos políticos pela internet, inclusive por meio de cartões de crédito. Os interessados devem entrar em contato com o PagSeguro (eleicoes 2010 @pagseguro.com.br) para abertura de uma conta específica e envio de documentação. A única exigência é que os candidatos estejam em regularidade com a legislação eleitoral estabelecida pelo Tribunal Superior Eleitoral.
Fonte: O Globo
Não por acaso, um dos melhores livros disponíveis em língua portuguesa sobre o poder dos blogs como ferramentas de marketing se chama justamente “Blog Marketing – A nova e revolucionária maneira de aumentar vendas, estabelecer sua marca e alcançar resultados excepcionais”, de Jeremy Wright, publicado pela M. Books. O livro é completo ao abordar tanto a parte conceitual dos blogs (origem, evolução, contexto) como em sua parte prática, que mostra como esse recurso da internet pode ser explorado de diversas formas pelas empresas.
Especialista na área de consultor de empresas como Ford, Microsoft e e-Bay, Wright é simples e direto na definição de um blog: um meio para travar conversas, seja com seus clientes, consumidores, funcionários ou stakeholders. Parece simples, não é? Mas é justamente nesta definição que a maioria das empresas erra. Em vez de meio de diálogo, o blog é confundido com mais uma ferramenta de propaganda, o que acaba tornado-a inócua.
A ascensão das redes e mídias sociais como Orkut, Twitter e YouTube tiraram a badalação sobre os blogs, mas eles continuam sendo uma ferramenta importante para conquistar e manter a lealdade dos clientes, gerar propaganda boca-a-boca, influenciar os formadores de opinião e reagir rapidamente a eventos ou situações negativas para a empresa. Ao longo do livro, Jeremy Wright passa uma série de orientações e dicas importantes em diversos níveis, desde como criar um blog, definir o seu perfil de “blogueiro”, como se promover e utilizar as diversas ferramentas para aumentar e monitorar a audiência. Ao mesmo tempo, oferece uma série de exemplos práticos, tanto de grandes empresas como de pequenos empreendedores.
Ainda falta uma semana para o início oficial da campanha eleitoral que determinará o próximo (ou a próxima) presidente do Brasil, mas as estratégias do jogo já vêm sendo testadas. No tabuleiro virtual da internet os jogadores poderão utilizar livremente seus peões. Pela primeira vez, o Tribunal Superior Eleitoral liberou de forma ampla a propaganda política na rede, restringindo basicamente apenas a veiculação de anúncios pagos ou em sites de pessoas jurídicas e de órgãos de governos federal, estadual ou municipal.
A importância da internet no pleito deste ano é tão indiscutível que inspirou o primeiro debate político online no Brasil, marcado para 31 de agosto. O evento será transmitido por quatro portais (iG, Terra, MSN e Yahoo!). E o público também poderá interagir pelo Twitter (@debateonlinebr).
Essa interação tem sido a grande aposta dos candidatos durante a pré-campanha. No Twitter, eles mesclam promessas de governo, opiniões sobre o país e comentários cotidianos sobre o futebol, a família e os bastidores de eventos aos quais comparecem. Vale até fazer piada para estar mais próximo do eleitor. O mais popular é José Serra, com 265 mil seguidores, seguido pela candidata Dilma Rousseff, que tem pouco mais de 90 mil. Cerca de 75 mil pessoas acompanham Marina Silva na rede de microblogs. Continue lendo »
Dada a largada do processo eleitoral, os candidatos colocam a partir de hoje suas campanhas na rua em busca de apoio político e voto dos eleitores. No universo digital, o movimento não deve ser diferente. Menos de 24 horas do início oficial da campanha, a rede de microblogs Twitter já começa a ganhar contorno de palanque eleitoral, com direito a promessas e divulgação dos números de legenda. Os políticos que não pleiteiam cargos este ano pegam carona no sucesso da ferramenta para pedir votos para os aliados e atacar os adversários. A legislação eleitoral permite a propaganda política na internet, inclusive nas redes sociais, sendo vedada a censura prévia, o anonimato e a veiculação de conteúdo eleitoral pago.
Os candidatos à sucessão presidencial puxaram o coro da propaganda na rede. Um dos membros da chamada “Liga dos Indormíveis”, o notívago presidenciável do PSDB, José Serra (@joseserra_), desejou na madrugada de hoje “boa campanha” a todos os candidatos e divulgou vídeo, gravado a pedido do jornal “O Globo”, em que explica o motivo de querer ser eleito presidente da República. “Digo por que gostaria de ser presidente: http://bit.ly/bZZM8G”. A principal adversária de Serra na corrida eleitoral, a candidata do PT, Dilma Rousseff (@dilmabr), cobrou uma campanha de “alto nível” de seus oponentes e anunciou a caminhada que fez hoje no centro de Porto Alegre (RS). “Chegou a hora de ir às ruas”, afirmou. Continue lendo »
O título da matéria publicada no Jornal Estadão até que reflete a realidade “Uso da internet ainda é desafio para partidos“, mas o desenvolvimento da matéria é uma visão míope, partidária e unilateral da questão. Embora as jornalistas Malu Delgado e Julia Duailibi tenham tentado fazer uma matéria sobre o impacto da Internet nas eleições 2010, elas cometeram, me desculpe a dureza das palavras, um erro básico no Jornalismo, ouviram somente um lado.
A matéria basicamente entrevista só os “caciques”, marqueteiros dos candidatos e uns poucos assessores, e coloca uma linha distorcida da pesquisa do Cetic para coroar a matéria e provar que o que os marqueteiros estavam falando é verdade. Continue lendo »
Nas últimas eleições presidenciais nos Estados Unidos, um dos assuntos mais comentados foi o uso das redes sociais na internet pela candidatura de Barack Obama. A força dessas redes nas eleições norte-americanas chamou a atenção de vários países, atraiu presidentes como o venezuelano Hugo Chávez e entrou nas eleições deste ano no Brasil. Os quatro principais candidatos à presidência da República no Brasil já aderiram, por exemplo, ao Twitter, uma rede social em que os usuários da internet podem digitar textos curtos, de no máximo 140 caracteres.
Um dos primeiros a aderir ao Twitter foi o candidato José Serra (PSDB). Há pouco mais de um ano, Serra dedica algumas horas de suas madrugadas conversando com os “twitteiros” (como são chamadas as pessoas conectadas ao Twitter). Os candidatos Dilma Rousseff (PT), Marina Silva (PV) e Plínio de Arruda Sampaio (P-SOL) também estão conectados a essa rede. Eles aproveitam o espaço para conversar com seus militantes e eleitores e para informar, por exemplo, em que cidade estarão ou para que veículo de imprensa darão entrevista. Continue lendo »
Matéria da revista Exame PME de julho (edição 27) traz 9 lições de empreendedores para ter resultados com ações de e-mail marketing:
1) Oferecer algo que incentive as pessoas a se cadastrar.
2) Diversifique o conteúdo.
3) Vá direto ao ponto.
4) Monitore os resultados e faça uma segunda rodada.
5) Estimule a interatividade.
6) Estabeleça uma freqüência de envio.
7) Explore as redes sociais.
Mantenha o cadastro atualizado.
9) Monitore e estude porque as pessoas optam por não querem mais receber suas mensagens.
A editora Intrínseca criou ao mesmo tempo que desperdiçou uma ótima oportunidade de fidelizar clientes, no caso leitores.
Comprei o livro Como Treinar Seu Dragão (que inspirou a animação de mesmo nome) para meu filho, que adorou. Ao final, aparece uma mensagem convidando o leitor para visitar o site www.seriecomotreinaroseudragao.com.br, o que achei uma ótima idéia. Primeiro pela possibilidade de permitir a ele interagir com os personagens e a história em uma outra mídia mais dinâmica e em segundo lugar, pela boa sacada de marketing da editora por garantir a fidelidade de mais um leitor.
Mas qual não é nossa surpresa, e decepção, ao constatar que o site possui apenas a inócua mensagem “site em construção”.
Embaixo ainda aparece o comentário “já estaria pronto se o Banguela (personagem da série) não tivesse comido o mouse” totalmente dispensável e que serviu apenas para aumentar a nossa frustração.
O exemplo também serve de recado: no marketing, quando criamos uma expectativa para nossos clientes e consumidores, devemos cumpri-la!
A maioria dos consumidores quer interagir com as empresas por meio de redes sociais como Facebook e Twitter, mas apenas 30% das companhias estão preparadas, de acordo com uma pesquisa.
Cerca de 70% dos consumidores buscam informação e comunicação por redes sociais, mas as empresas falham em suas tentativas de ingressar nessas redes e colocam a si mesmas em risco, alerta o Yankee Group, uma empresa de análises de mercado que produziu uma pesquisa para a Siemens Enterprise Communications, uma empresa de software corporativo. Continue lendo »