O consumidor está aderindo cada vez mais às compras virtuais. Tanto que os números do setor de e-commerce não param de crescer. E o Dia das Mães, assim como no comércio tradicional, também é uma das melhores datas para as vendas online, mas com um “pequeno” detalhe: a previsão de faturamento é infinitamente maior: 40% a mais em relação a 2009. Já o comércio em geral tem uma estimativa de crescimento de 5,3% em média e os empresários estão otimistas. Veja pesquisa.
Segundo a E-bit, empresa que pesquisa hábitos e tendências do comércio eletrônico no país, o setor deve faturar R$ 620 milhões este ano.
Na análise da empresa, um dos fatores que contribui para este crescimento, além da comodidade, é a possibilidade de parcelamento de compras em até 12 meses sem juros na compra pela internet ou com prazo ainda maior. A vantagem é que facilita escolha de presentes mais caros, como produtos eletrônicos e eletrodomésticos.
Ainda de acordo com a E-bit, o ranking dos produtos mais vendidos no ano passado foram: livros, revistas e jornais (20%), saúde, beleza e medicamentos (16%), eletrodomésticos (10%), informática (9%), eletrônicos (5%) e telefonia celular (5%). Para este ano a previsão é de que aumente a procura por aparelhos eletrônicos, eletrodomésticos, flores e cestas, que são presentes característicos para o Dia das Mães.
Já está disponível no YouTube o mais novo vídeo tutorial da Magoweb, trazendo dez dicas práticas para fazer com que seu site se torne mais facilmente encontrado nas pesquisas do Google, fique à frente dos seus concorrentes e seja mais prático para ser consultado, aumentando o potencial para que os visitantes se transformem em clientes.
Os links patrocinados (ou Adwords) do Google são uma das formas mais eficientes para promover os seus negócios. Por meio dessa forma de publicidade online você pode divulgar seus produtos e serviços em todo o Brasil a partir de orçamentos modestos e com diversas maneiras de mensurar e avaliar os resultados.
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Twitter e o Facebook seguem influenciando na implantação de funcionalidades em outras redes sociais. É o caso do LinkedIn, rede especializada em relações profissionais, que lançou um botão chamado “seguir a empresa”.Com o novo recurso, o usuário da rede pode seguir as suas empresas favoritas dentro da rede, recebendo notificações sobre novidades, atualizações e atividades das companhias. Basta segui-las.
O funcionamento é semelhante a seguir uma pessoa no microblog Twitter, ou mesmo quando o usuário se torna de fã de um página no Facebook.
O novo botão já está disponível para todos os usuários do LinkedIn. Ele aparece na página do perfil das empresas e basta ser ativado para que o usuário passe a seguir a companhia.
O LinkedIn conta atualmente com cerca de 65 milhões de usuários ao redor do mundo e vem apresentando cada vez mais serviços para os seus usuários.
No mês passado, a página ganhou um encurtador de urls, além de oferecer integração com o Outlook e Twitter. Outra novidade foi o lançamento da versão em português.
A maioria dos usuários das redes sociais são pessoas do sexo feminino. Só o Facebook conta 57%Segundo um estudo, 57 por cento dos usuários do Facebook, a maior rede social do planeta, com 400 milhões de pessoas ligadas, são mulheres.
Um dado que se estende a outras plataformas, como o caso do Twitter ou do MySpace. O mesmo estudo indica que as redes sociais domindas pelos homens são a Digg, o YouTube e o LinkedIn.
O Facebook atrai, por mês, mais 46 milhões mulheres do que homens, sendo que são elas quem tem mais amigos e que partilham mais 62 por cento informação do que que eles. As mulheres gostam de espaços de debate, enquanto os homens preferem conteúdos profissionais.
Os resultados deste estudo vão ao encontro das declarações de Sandberg, chefe de Operações do Facebook que já havia dito: “As redes sociais são dominadas por mulheres”.
Um novo modelo de comércio eletrônico, que já está ganhando força nos EUA, está crescendo no Brasil. A partir do início de maio, o site ClickOn começará a operar em Sao Paulo. O modelo é quase de crowdsourcing, só que, nesse caso, de ofertas. O site coloca uma oferta no ar e a oferta é efetivada quando um número mínimo de compradores é atingido. O próprio usuário poderá ajudar a divulgá-la por meio de mídias sociais como Orkut, MSN, Facebook e Twitter. Entre os itens que serao oferecidos estao bares, restaurantes, serviços de beleza e estética, academias, shows, teatros e atividades esportivas. Até o final do ano o site estará disponível também para as principais cidades brasileiras, incluindo Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador, Recife e Fortaleza.
Todos conhecem o Google Analytics, uma poderosa ferramenta gratuita que fornece valiosos dados sobre a atividade dos visitantes em seu site.
O problema é que esses dados geralmente são utilizados de forma “crua”. Isso quer dizer que, acessa-se a aba visitantes e o número de 1.500 visitas é visto como algo muito bom. Sim, um número alto de visitas é bem interessante, mas podemos fazer muito mais do que isso com o Analytics.
Vamos então as preciosas informações que podemos obter através dessa ótima ferramenta. As dicas serão dadas por aba, o que facilita na hora de aprender como utilizá-la. E lembre-se que a aba comércio eletrônico, que por padrão, fica desabilitada (e para as dicas dadas aqui necessita de configuração especial), está funcionando nos exemplos aqui dados. Continue lendo »
O problema abordado neste artigo acomete dez entre dez empresas que têm presença na internet: o atraso entre produzir o colocar o website da empresa no ar. Este mal, que independe do segmento de atuação, porte, valor investido ou se o desenvolvimento é feito por equipe interna, “sobrinho” ou agência especializada, parece seguir fielmente os preceitos da Lei de Murphy: se alguma coisa puder dar errada e atrasar o projeto, certamente vai acontecer.
Como profissional de marketing digital, gostaria muito de anunciar uma solução simples para o problema. Certamente não daria conta em atender tantos clientes que surgiriam! Mas infelizmente a questão é complexa e exige o envolvimento de vários fatores para ser resolvida. Continue lendo »
O Twitter é a mídia social mais acessada no Brasil, com 55,84% do total de tráfego desse tipo de ferramenta, segundo monitoramento divulgado esta semana pela StatCounter. Em segundo lugar aparece o Facebook (20,14%), que pela primeira vez desde dezembro de 2009 ultrapassou o YouTube (16,27%) no número de acessos no país.
Os índices são referentes ao acesso no período de 9 a 10 de abril. Além do Twitter, Facebook e YouTube, aparecem no gráfico divulgado pela StatCouter o StumbeUpon (ferramenta de recomendação de sites), com 3,19% do tráfego, o Orkut (1,67%), o Delicious (0,69%) e o Digg (0,34%). Demais mídias sociais têm 2,79% de participação. Continue lendo »
Um questionamento bastante frequente que recebo é sobre como as empresas estão utilizando as redes sociais corporativamente e como reagem ao uso pelas suas equipes – se é liberado, se é proibido… enfim, há muita polêmica em torno do tema.
Ao analisarmos os casos de inovação em grandes corporações como Procter&Gamble, Natura e Samsung, identificamos que a adesão já tem ocorrido de forma mais aberta e participativa, envolvendo equipes locais ou de nacionalidades diferentes, usando a liberdade de acesso para gerar criatividade. Continue lendo »