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Marketing digital e Soluções para Internet


Arquivo da Categoria ‘Marketing digital’




maio 31, 2010 por Magoweb Campo Grande | Análise web, Marketing digital

Branding: Como calcular a exposição de sua marca na internet

Hoje iremos falar sobre branding. Mais precisamente sobre sua marca, e a exposição dela e da marca das empresas concorrentes a sua na internet.

Vamos a definição de branding, de acordo com a Wikipédia:

 “Branding ou Brand management (do inglês, em português também Gestão de Marcas) é o trabalho de construção e gerenciamento de uma marca junto ao mercado. A construção de uma marca forte para um produto, um linha de produtos ou serviços é consequência de um relacionamento satisfatório com o mercado-alvo. Quando esta identificação positiva se torna forte o bastante, a marca passa a valer mais do que o próprio produto oferecido. Branding é como é chamado o conjunto de práticas e técnicas que visam a construção e o fortalecimento de uma marca.”

 Para definir de modo mais popular, uma boa estratégia de branding fortalece o nome de sua marca fazendo com que ela se torne referência dentro do segmento (quando você vai comprar esponja de aço, você fala que vai comprar bombril… entendeu?)

Neste artigo iremos especificamente aprender como calcular a exposição de sua marca e seus produtos, assim como da concorrência, na web.

O mais interessante dessa técnica é aplicá-la antes e depois de uma planejamento de exposição da marca. Assim, você consegue medir perfeitamente o sucesso de sua estratégia.

Veremos também indíces que permitem calcular o quanto uma ação viral foi influente no meio.

Vamos as métricas?

Índice de interesse em relação ao concorrentes na busca (IIC)

O objetivo aqui é descobrir qual o interesse que sua marca está gerando no Google, assim como a marca de seus concorrentes.

Para isso, utilizaremos o Google Insights , inserindo todas as marcas que temos interesse em comparar.

Selecione o mercado em que sua empresa atua (entretenimento, esportes, negócios…).

O ICC para uma marca pode ser calculado através da seguinte equação:

 ICC = (Imarca / Imax) + Icon1 + Icon2 + Iconn…

 Onde Imarca é o índice que sua marca obteve, Imax o índice máximo alcançando por uma das marcas ou pelas marcas que estão acima da sua (nesse caso soma-se o valor das marcas acima para encontrar o Imax) e Icon é o índice de cada concorrente seu (menos o do(s) concorrente(s) que atingiu(ram) o Imax).

 Vamos pegar para nosso exemplo as marcas de automóveis Chevrolet, Fiat, Toyota, Hiunday e Ford.

Figura1: Pesquisando o interesse pelas marcas de automóveis no Google Insights

Figura1: Pesquisando o interesse pelas marcas de automóveis no Google Insights

 

Vamos supor que nossa marca seja a Ford. Assim, o Imarca é igual a 40, o Imax igual a 62 (Fiat) e os outros são 10, 33 e 1.

Assim, temos o ICC para a Ford igual a:

 ICC = (40/62) + 10 + 33 + 1 = 44,65

Assim, temos um ICC de 44,65% para a Marca Ford.

Abaixo podemos visualizar o gráfico com o interesse gerado ao logo do tempo, e na figura seguinte, o interesse gerado por região.

Figura 2: Gráfico com o interesse gerado alo longo do tempo.

Figura 2: Gráfico com o interesse gerado ao longo do tempo.

 

Figura 3: Interesse gerado por região do nosso país.

Figura 3: Interesse gerado por região do nosso país.

 

Índice de interesse por produtos na busca (IIP)

Esse índice dá uma estimativa do interesse associado entre uma marca e um produto relacionado a mesma.

Insira no Google Insights a marca a ser pesquisada e o produto de interesse para associação à marca.

Vamos utilizar como exemplo a marca Ford e a palavra automóvel:

Figura 4: Associação em buscas entre produto e marca.

Figura 4: Associação em buscas entre produto e marca.

 

Assim, o IIP é calculado por:

IIP =  Ip / Im, onde:

 Ip é o índice encontrado para o produto e Im o índice da marca.

Significa então que para o exemplo citado temos: IIP = 80 / 34 = 2,35%

Mais uma vez, podemos aproveitar a figura abaixo para realizar o mesmo cálculo para cada região, podendo traçar assim uma estratégia mais detalhada.

Figura 5: Cruzamento entre marca e produto por região.

Figura 5: Cruzamento entre marca e produto por região.

 

Índice de associação de marcas na busca (IAM)

Esse índice permite saber se o usuário quando realiza uma busca no Google, associa essa busca ao seu produto (por exemplo, associar achocolatado ao produto Nescau).

Dessa vez, utilizaremos o Google Analytics para mensurar esses dados.

Figura 6: número visitas por palavras chaves.

Figura 6: Número de visitas por palavras chaves.

 

A figura acima nos mostra que o site recebeu 166 visitas pela palavra caneta espia (vamos nos ater apenas a essa palavra para não sobrecarregar de dados nosso artigo).

Vemos também (figura abaixo) que recebemos 271 visitas pelo nome do site (poderíamos contar todas as visitas com palavras relacionadas ao nome do site, mas faria muita confusão).

Figura 7: Visitas originadas pelo nome do site (marca).

Figura 7: Visitas originadas pelo nome do site (marca).

 

Agora vejamos os índices encontrados no Google Insights:

China produto marca

Figura 8: Cruzamento do interesse entre produto e marca.

 

Agora vamos as contas:

 IAM = ( Iproduto / Imarca ) / IIP;

 IIP =  Ip / Im = 48 / 53 = 0,9

 IAM = (166 / 271) / 0,9 = 0,68

 Para saber se este índice é excelente, tenha como base o valor 1. Se ele for maior, é ótimo. Se menor que 1 e maior que 0,5, o índice é bom, mas se for um produto “chave”, deve-se pensar em uma otimização para a palavra em si.

Se esse índice é menor que 0,5, deve-se pensar na otimização do site ou na utilização de links patrocinados com urgência.

Caso as estratégias já estejam sendo utilizadas, deve-se planejar uma estratégia de grande impacto para associar a sua marca ao produto em questão.

Índice de usuário impactado (IUI)

Esse índice é muito interessante para sites que não tenham uma página de conversão específica; ou que o objetivo seja apenas fortalecer o nome da marca ou divulgar um produto.

Primeiro é necessário definir “quão profunda” deve ser a visita e quanto tempo ela deve durar. De preferência, defina esse item junto ao cliente.

Ás vezes, o tempo de duração das visitas ou a profundidade total não serve para saber especificamente o quanto uma campanha em si teve sucesso. É preciso analisar de forma mais “precisa”.

Para essa tarefa, utilizaremos mais uma vez nosso amigo Google Analytics.

Para isso, vamos definir como meta visitas que durem 60 segundos e que tenham uma profundidade de 2 páginas no mínimo. Vamos criar um novo segmento avançado e aplicá-lo no relatório total, conforme mostra a figura abaixo:

Figura 9: Definindo um segmento avançado no Google Analytics.

Figura 9: Definindo um segmento avançado no Google Analytics.

 

Baseado nisso, vamos supor que obtivemos os números da figura abaixo:

Figura 10: Dados obtidos após aplicação do filtro criado em segmentos avançados.

Figura 10: Dados obtidos após aplicação do filtro criado em segmentos avançados.

 

Tivemos 8.580 visitas no site, e 1.404 usuários foram impactados. Assim, teremos:

 IUI = Vi / VT, onde Vi é o número de usuários impactados e VT o número de visitas totais.

IUI = 1.404 / 8.580 = 0,16.

Quanto maior o IUI, maior o número de usuários impactados.

Índice de virilidade (IV)

Esse índice é muito importante, pois permite calcular o quanto uma campanha de marketing viral obteve de sucesso.

Assim, poderemos mensurar quantas visitas no site são provenientes da ação viral.

Primeiramente, deve ser criada uma tag de identificação para a campanha viral em questão. Depois, criaremos dois segmentos.

O primeiro servirá para eliminar todo o tráfego que seja oriundo de buscadores, links patrocinados, banners em outros sites…

No segundo, serão eliminadas apenas as visitas oriundas das campanhas. Assim, dividiremos o valor obtido no primeiro segmento pelo valor obtido no segundo segmento.

A figura abaixo mostra como criar o primeiro segmento:

Figura 11: Criando um segmento para filtar visitas de acordo com a origem.

Figura 11: Criando um segmento para filtrar as visitas de acordo com a origem.

 

Vamos supor que o primeiro segmento trouxe 4.000 visitas ao site e o segundo segmento 10.000 visitas. Assim, teremos:

 IV = Segmento A /Segmento B

 IV = 4.000 / 10.000 = 0,4

 O primeiro segmento eliminou todas as visitas que não fossem originadas pelo viral.  O outro segmento elimina visitantes oriundos de outras campanhas online. O que sobra são os afetados pelo efeito “viral”. Quanto maior o IV, melhor a campanha se saiu.

 Esse artigo foi baseado no documento “Web analytics: uma visão brasileira”, no artigo de Rodrigo Vale, engenheiro de vendas do Google para a América latina.

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abril 18, 2010 por Magoweb Campo Grande | Links patrocinados, Marketing digital, SEO - Otimização de sites

Marketing de busca: como fazer um planejamento realmente eficaz

Muito se fala em otimização de sites (SEO). Todavia, o assunto que discutiremos nesse artigo engloba muito mais que simples alterações no código fonte.

O marketing de busca é o planejamento que visa, como objetivo final, que seu site fique bem posicionado nos resultados dos buscadores (Google, Yahoo e Bing) para determinados termos de pesquisa, fazendo com que o usuário encontre o que procure em seu site e se mantenha nele por um bom tempo, e assim, se torne referência no assunto para aquele visitante.

Ou seja, é necessário pensar em vários pontos, listados a seguir:

Aparecer bem posicionado nos buscadores

Google, Yahoo e Bing tem seus critérios e segredos para posicionar um site. Mesmo não sabendo exatamente quais critérios são esses, alguns são bem claros: webstandards, meta tags, pagerank, microformats, palavras chaves e títulos de páginas são itens importantíssimos para uma página ficar bem posicionada.

Outra forma muito eficiente são os links patrocinados, eficientíssimos anúncios que são acionados por determinadas palavras digitadas nas buscas.

Ferramentas utilizadas para obter o resultado esperado: otimização de sites, links patrocinados, relatório de networking digital, marketing de conteúdo e web writing.

Fazer o usuário abrir sua página

Agora que estamos na “1º página”, precisamos convencer o usuário a clicar nos seu site. Isso é possível através de um ótimo título de página e uma boa descrição da mesma.

Para isso, é necessário um bom trabalho no desenvolvimento dos títulos das páginas e nas meta tags da página. Um bom trabalho do SEO também impedirá que o buscador mostre o resumo baseado na descrição do Dmoz, que edita e categoriza as páginas. Não que ele não realize seu trabalho com extrema competência, mas é melhor que você obtenha total controle sobre o que irá aparecer para seu público-alvo.

Já à respeito dos links patrocinados, é necessário ter um texto muito atrativo, que faça com que o usuário clique em seu anúncio.

Ferramentas utilizadas para obter o resultado esperado: otimização de sites e web writing.

Manter o usuário na página

Agora, devemos convencer o usuário que esta página é realmente o que ele procurava como referência para o assunto buscado. Temos que evitar ao máximo a famosa “taxa de rejeição”.

Não se pode garantir qual página o buscador irá indexar com toda certeza. Então, é necessário que sempre o título seja coeso com o texto, e que mantenha sempre o foco na qualidade, pois é a única maneira de manter seu usuário na página.

Com relação aos links patrocinados, é necessário não fazer “promessas” nos anúncios que não condizem com a página de destino. E estas devem ser muito bem escolhidas, levando o usuário realmente até onde ele deseja ir.

É obrigatório também que a página tem uma ótima usabilidade e um visual limpo, sendo agradável ao usuário.

Ferramentas utilizadas para obter o resultado esperado: marketing de conteúdo, usabilidade e web writing.

Fazer com que ele continue interessado

Após mantê-lo lendo todo a página que deu início a visita ao seu site, ele vai embora e pronto. Não, não é isso que queremos.

É necessário que, ao final do artigo ou conteúdo lido por ele, você de opções para o visitante “saber mais” a respeito. De preferência, essas opções devem estar dentro de seu próprio site ou blog.

Permita também que o visitante possa ter um contato maior com você. E-mail e perfis em mídias sociais ajudam mudam nessa hora.

Assim, você conseguiu gerar e satisfazer as dúvidas do visitante. Pode ser que ele adicione seu site aos favoritos, assine os feeds, deixe o e-mail para receber newsletter, twite seu artigo ou vire seu amigo ou seguidor no Orkut ou Twitter?

Ferramentas utilizadas para se obter o resultado esperado: marketing de conteúdo, mídias sociais e web writing.

Bom, esse é um planejamento que faz com que o processo inicial de aparecer na 1º página tenha algum resultado. Muito se fala de estar na 1º página do Google. Mas e daí? O visitante entra e vai embora. O que você ganhou com isso?

Para terminar, vamos explicar (pois nem todo mundo que acessou esse artigo conhece sobre o assunto) o que cada ferramenta aqui descrita é.

Otimização de sites (SEO): Técnicas que trabalham principalmente no código fonte do site, melhorando a qualidade desse frente aos buscadores e mostrando aos motores de busca o que você quer que ele veja em seu site.

Links patrocinados: São anúncios pagos, que são acionados por uma determinada palavra chave digitada nos buscadores, e que leva até uma página de destino. Geralmente, funciona por CPC (custo por clique), que nada mais é do que pagar somente quando o internauta clica no anúncio.

Relatório de networking digital: Documento que contém todos os links que apontam para seu site e para os sites de seus concorrentes, permitindo assim, traçar uma estratégia de links cruzados eficientes.

Web writing: A redação para web garante que o conteúdo de seu site seguirá certos critérios, como falar a “língua” de seu público-alvo e possuir as palavras chaves corretas para melhorar o posicionamento nas buscas.

Marketing de conteúdo: É difícil descrever esse item, mas podemos dizer que é o trabalho de se produzir material de qualidade que vá de encontro com o interesse de seu público-alvo. Para isso, não existe curso ou livro. Só muito estudo e conhecimento lhe fará ser um mestre no assunto.

Usabilidade: Ciência que estuda o comportamento humano na internet, colhendo informações que permitam criar sistemas simples de se utilizar, visualmente agradáveis e que “funcionem” naturalmente de acordo com o que o usuário espera do sistema.

Mídias sociais: Redes de relacionamento e conteúdo que criam “laços” entre pessoas e/ou empresas. É febre hoje em dia na internet.

Bom, espero que tenha ficado claro o assunto aqui descrito. E você, gostou do que leu?

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março 29, 2010 por Magoweb Campo Grande | Marketing digital

Marketing político digital: utilização de novas ferramentas nas campanhas eleitorais

As eleições 2010 serão um divisor de águas no Brasil. Nunca, em nosso país, a internet foi utilizada como será este ano.

Todavia, tudo que se está sendo pensado sobre estratégias e ferramentas de marketing político digital baseia-se nas ferramentas utilizadas na campanha de Barack Obama ou no que é utilizado sempre, como Twiiter, Orkut e e-mail marketing.

Acho que o principal ponto da campanha de Obama foi a inovação. Nos EUA, ele utilizou de estratégias nunca antes utilizadas, pegando de surpresa os outros candidatos.

O problema, é que todos estarão bem armados nas próximas eleições. Lógico, que, não basta estar presente em mídias e pensar que fazer um site vai resolver. É preciso trabalhar de forma correta.

Entretanto, penso que é possível inovar, mesmo achando que já vimos de tudo. Portanto, vamos esquecer de sites, Twitter, Orkut, e-mail marketing… pois sabemos que isso não é opção, e sim obrigação num planejamento de marketing político digital. Vamos falar de novas idéias.

 Formspring.me

 Não sei se todos conhecem o Formspring.me (http://www.formspring.me/). Esta rede social permite que as pessoas façam perguntas uma as outras, sendo cadastrados ou não. É um excelente canal de feedback.

Imagine agora ele sendo utilizado na política? Imagina eleitores fazendo perguntas diretas aos seus candidatos, expressando suas opiniões e reclamações. Com certeza, o eleitor respeita muito mais um candidato próximo, que não tem medo de perguntas e principalmente de críticas, do que aquele que se mantém como um “mito”. É a velha história “quem não deve, não teme”.

Temos um belo exemplo de utilização dessa ferramenta. O governo de São Paulo o utiliza bem, respondendo a questionamentos da população.

Em minha opinião, uma ótima ferramenta de marketing político, que pretendo utilizar no planejamento de campanhas aqui em Campo Grande MS.

 Slideshare

 Bem simples, o Slideshare (http://www.slideshare.net/) tem a mesma filosofia do Youtube, compartilhamento de arquivos. A diferença é que, ao invés de vídeos, compartilha-se apresentações.

Quase ninguém fala do Slideshare, mas pense utilizá-lo para apresentar os projetos do candidato? Você já leu alguma vez o projeto de um candidato? Via Slideshare, poderia ser bem mais interessante, e é uma ótima ferramenta para ser utilizada no marketing político digital.

 Podcasts

 Podemos definir Podcasts com uma rádio digital. Sim, os Podcats são uma ótima opção para serem chamados como “discursos digitais”.

Essa é a grande utilização dos Podcats. Substituir os discursos tradicionais.

O mais famoso site de Podcasts é o Last.FM (http://www.lastfm.com.br/), e podem ser facilmente integrados em um blog.

Ning

 O Ning (http://www.ning.com/) permite criar redes sociais próprias. Para campanhas pequenas, sua utilização não é necessária. Mas para campanhas, como eleições de governadores e presidentes, seria muito legal criar uma rede social onde os colaboradores pudessem interagir. Além de ser um local onde ações podem ganhar uma força maior com a participação de todos.

 Google Maps/ Analytics

 Duas poderosas ferramentas gratuitas, o Google Maps (maps.google.com.br)  e o Google Analytics (www.google.com/analytics) podem fazer da pesquisa online um fator ainda mais poderoso do que já é.

Com ferramentas baseadas nesses dois (mashups), podemos saber, após a pesquisa, em que região do estado/país o candidato está com boa perspectiva de votação e onde a campanha precisa ser reforçada, assim como saber quais ações estão gerando mais resultado e quais não está valendo a pena investir.

 Bom, fico por aqui. Pretendo aplicar estas ferramentas em estratégias de campanha de marketing político digital para meus clientes aqui em Campo Grande MS. E você, tem mais alguma idéia? O que achou?

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março 18, 2010 por Magoweb Campo Grande | Links patrocinados, Marketing digital, Mídias Sociais, Notícias

Mais um cliente Magoweb Campo Grande

A empresa NamoroMS (www.namoroms.com.br), site de relacionamentos, é o mais novo cliente da Magoweb Campo Grande.

Para a divulgação do serviço, que visa unir pessoas em busca de um(a) companheiro(a), serão utilizados o serviço de consultoria em mídias sociais e links patrocinados.

Através do Orkut, pretendemos fortalecer e tornar conhecido o nome do site, aproximando o cliente e assim mostrando a ele que estamos presentes no seu dia-a-dia, além de tornar o serviço conhecido para quem ainda o desconhece, mas que procura por algo assim.

Os links patrocinados serviram para levar as pessoas que procuram diretamente por esse tipo de serviço na internet, mostrando o NamoroMS como a melhor opção em sites de relacionamento.

Confira o que a proprietária, Alady Nogueira, disse sobre a Magoweb:

Procurei por um bom tempo uma empresa que me prestasse esse tipo de auxílio. Todavia, em Campo Grande MS, não encontrei nada, e quando encontrava, eles me perguntavam o que eu queria fazer. Se eu estou buscando por consultoria em marketing digital, penso que eles deveriam guiar minha empresa. Foi justamente esse o grande diferencial da Magoweb. Analisaram meu negócio e, de acordo com o investimento que podia fazer, traçaram uma estratégia de marketing digital para minha empresa.”

Escolha também a Magoweb e sai na frente de sua concorrência.

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março 9, 2010 por Magoweb Campo Grande | Marketing digital, Mídias Sociais

O poder da internet nas eleições 2010

Em epóca de eleições, estamos acostumados a esperar o fim do jornal nacional e começar a propaganda política. Ou então passear pela cidade e ver carros adesivados, pessoas com camisetas, faixas nas ruas e os famosos “santinhos”.

Com o desenvolvimento de novas tecnologias, o maior acesso a internet e o sucesso das mídias sociais, a última eleições nos Estados Unidos mostraram que esse panorama deve mudar: a propaganda política na internet, mais conhecida como marketing digital político, veio para ficar e mais; veio para decidir as eleições.

O presidente Barack Obama, quando ainda estava nas prévias, só sobreviveu a esse período graças ao mais novo método de angariar fundos para a campanha: a doação eletrônica.

Como num e-commerce, você clica, decide entre boleto ou cartão de crédito, e realiza sua doação. Simples assim.

Obama utlizou outras ferramentas na internet para vencer as eleições. A principal delas foram as mídias sociais.

Fazendo os eleitores sentirem-se “próximos” de seu candidato, Obama se tornou um deles. Essas pessoas viam o candidato como se fosse mais no mundo virtual. Alguém como eles. Muito diferente dos “superstars” que os candidatos a presidência parecem ser.

Utilizando uma estratégia de quando ainda era um líder comunitário, ele usou e abusou de um aparelho acessível a todos e que agrantia tanto agilidade nas ações de campanha como velocidade na comunicação com os eleitores: as mensagens para aparelhos celulares.

De acordo com uma pesquisa realizada nos EUA, a internet já influencia mais o eleitor do que os poderosos jornais e revistas, ficando atrás apenas da televisão (por enquanto).

Veja a figura abaixo:

Pesquisa eleições

Portanto, provavelmente você irá se lembrar do ano de 2010 como o ano em que a internet mudou a cara da política no Brasil.

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janeiro 25, 2010 por Magoweb Campo Grande | Marketing digital

Planejamento estratégico baseado no marketing digital (1º parte)

O planejamento estratégico de uma empresa envolve muito mais do que a área de marketing. Envolve missão, cenários e outras coisas. Mas vamos traçar aqui um método de planejamento baseado em marketing digital.

Primeiro, devemos ter em mente que o planejamento não é um ato isolado: deve ser visualizado como um processo composto de ações inter-relacionadas e interdependentes que visam ao alcance de objetivos previamente estabelecidos (Djalma Rebouças – Planejamento estratégico).

Para que esses objetivos sejam alcançáveis, devem ser traçadas metas reais de acordo com a realidade da empresa, do ponto de vista do segmento, da reputação, da verba para divulgação existente e do tamanho do mercado que irá se atingir (número de consumidores, região, interesse pelos produtos baseados na região de ataque, etc.).

Devemos saber também que as conseqüências do plano provocam mudanças na empresa em alguns pontos. Podemos ver isso através da figura abaixo:

Planejamento estratégico de marketing digital

Planejamento estratégico de marketing digital

Podemos basear o planejamento em algumas filosofias existentes. Destaco aqui duas delas:

  1. Filosofia da satisfação: Designa os esforços para se atingir um nível bom de satisfação, ou seja, fazer com que o planejamento tenha um resultado suficientemente bom.
  2. Filosofia da otimização: O planejamento é realizado para se atingir resultados excepcionais, utilizando técnicas matemáticas e estatísticas para avaliação dos resultados.

José Boucinhas estabelece que a estratégia da satisfação tem obtido melhor resultado, pois é mais fácil de se atingir os objetivos. A estratégia de otimização não serve para todo o sistema devido à necessidade de modelos matemáticos sofisticados, mas tem sido aplicada com excelentes resultados nos subsistemas. Como aqui estamos falando de marketing digital, ela se aplica muito bem, pois temos ferramentas quantitativas e qualitativas muito precisas e eficientes.

O planejamento fará parte da rotina diária da empresa, e deverá ser realimentado conforme a medição fornecer novos dados. A figura abaixo demonstra esta ação:

Elementos componentes do sistema

Elementos componentes do sistema

Essa é a introdução do artigo. Ficarei por aqui para não acumular informação em excesso. Assim, aos poucos, iremos entender todo o processo desse importante item no dia-a-dia de uma empresa.

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