Ação de shopping nas redes sociais obtém mil seguidores em uma semana

Embora um dos maiores do Nordeste, o shopping não possuía presença expressiva na internet, principalmente nas redes sociais, perdendo assim oportunidades com os internautas da região. Para reverter o quadro, a P. Gusmão, agência de publicidade do shopping, formou parceria com a Magoweb para aumentar a presença da empresa nas mídias sociais, usando como gancho a grande liquidação realizada no final de agosto.

O maior desafio foi o curtíssimo prazo para a campanha. Tudo teve de começar do zero: criação das contas, layouts para o perfil da empresa, busca de amigos e seguidores em tempo recorde para que fosse possível divulgar a liquidação. “Começamos tudo no dia 25/8 e tivemos menos de 24 horas para preparar tudo, já que as promoções começavam já no dia 26”, explica Raphael Segati, consultor de marketing digital da Magoweb e responsável pela campanha. “Mesmo com toda a ajuda da agência e dos profissionais de marketing do shopping, o desafio foi enorme, pois tivemos de estudar a empresa e o mercado consumidor da região em um curtíssimo espaço de tempo.”

Atuando em três frentes (Twitter, Orkut e Facebook) a Magoweb se concentrou em:

  • Criação de perfis personalizados para o shopping na interent.
  • Pesquisa e participação das comunidades relacionadas ao shopping (funcionários, clientes, etc.)
  • Divulgação e atualização das promoções realizadas pelas lojas do shopping.
  • Interação com as comunidades e seguidores, esclarecendo dúvidas sobre produtos, lojas e promoções.
  • Monitoramento da marca Shopping Jardins para obter o feedback sobre a campanha.

Segati destaca também a grande colaboração que teve por parte de todos os envolvidos na campanha. “Junto com a agência e a área de marketing da empresa, o pessoal das lojas também ajudou muito, enviando suas melhores promoções, fotos e informações com muita agilidade, o que nos permitiu criar “buzz”, boca a boca sobre as promoções entre amigos e seguidores.”

Em apenas uma semana, as ações nas mídias sociais obtiveram 1.366 amigos no Orkut e Facebook, 1.023 seguidos no Twitter, 169 fotos divulgadas e mais de 100 comentários positivos, resultando também em um aumento expressivo nas visitas ao site da empresa. Para o consultor de marketing digital da Magoweb, o trabalho também foi importante por criar uma nova rede de relacionamentos e aproximar o shopping dos seus clientes, funcionários e parceiros. “Ao mostrar preocupação em ouvir, o shopping ficou mais próximo de sua audiência. Isso gerou fidelização à marca.”

Saiba como gerar negócios no Mês das Redes Sociais

Pesquisa realizada pela revista Business Week constatou, entre outros benefícios, que empresas presentes nas redes sociais tiveram crescimento de 18% no faturamento de um ano para outro. Diante de números tão promissores (o Brasil também é o 5º país do mundo no uso de redes sociais, segundo a ComScore) um número crescente de organizações vem criando perfis de suas marcas no Orkut, Facebook, Linked In e Twitter para se relacionar com o mercado, conquistar clientes, contratar funcionários e gerar novos negócios. Tanto é que um estudo da consultoria Deloitte com 302 empresas brasileiras mostrou que 93% pretendem manter ou aumentar seus investimentos nas redes sociais.

Deslumbradas com as possibilidades de ganhos, as empresas acabam não enxergando que as redes sociais também podem ser um risco. Ao contrário das mídias tradicionais, não são simplesmente um meio de fazer propaganda e sim uma rede de relacionamentos, em que as pessoas opinam livre e fluentemente sobre o que desejarem. Isso significa que se gostarem da sua empresa, podem torná-la um sucesso instantaneamente. Se não gostarem, podem afundá-la com mesma velocidade.

Para orientar os empresários e empreendedores das pequenas e médias empresas (PMEs) sobre como explorar esta rede social para gerar negócios, a Magoweb promove em outubro o Mês das Redes Sociais. Durante o mês serão divulgados artigos, tutoriais e cases sobre como divulgar a empresa estabelecendo um relacionamento transparente com seus clientes e consumidores. No dia 27 de outubro será realizado o Magowebinar (palestra virtual) com o tema “O que fazer e o que não fazer para gerar negócios nas redes sociais”. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo link www.magoweb.com.

Os números das redes sociais

  • Empresas com presença nas redes sociais tiveram crescimento de 18% no faturamento de um ano para outro, segundo a revista Business Week.
  • Brasil é o quinto país do mundo em usuários de redes sociais (pesquisa ComScore).
  • Pesquisa realizada pela consultoria Deloitte com 302 empresas no Brasil revelou que 93% pretendem manter ou aumentar seus investimentos nas redes sociais.
  • Pesquisa do Grupo Publicis revelou que 44% dos usuários do Facebook já recomendaram ou falaram sobre um produto ou uma marca.

Artigo | Por que as redes sociais são privilégio só do marketing?

Recentemente fui convidado a conhecer a nova pesquisa da consultoria Deloitte “Mídias sociais nas empresas – O relacionamento com o mercado”, realizado para determinar o grau de maturidade das organizações brasileiras em relação ao boom das mídias sociais. Das 302 empresas de diversos portes e segmentos que participaram do estudo, 70% utilizam ou monitoram mídias sociais. Destas, 38% são da área de serviços, 20% de varejo e 19% tecnologia, mídia e telecomunicações. E nada menos que 93% pretendem manter ou aumentar os seus investimentos em redes sociais.

Os resultados deixam claro que o crescimento exponencial das redes e mídias sociais e a capacidade destas de influenciar seus participantes não são mais menosprezados, muito menos ignorados, no meio empresarial. Ao contrário, um número crescente de organizações vem criando perfis de suas marcas no Orkut, Facebook, Linked In e Twitter para se relacionar com o mercado, o que é bastante saudável.

A pesquisa, porém, deixou claro outro aspecto. Embora um número significativo de empresas já desenvolvam ações concretas nas mídias sociais, por enquanto estas se limitam à promoção (83% dos pesquisadas) e ao monitoramento da marca no mercado (71%).

Esta característica acentuadamente promocional no uso das mídias sociais reflete a estrutura em que estão subordinadas dentro da organização, o marketing. Que, em muitos casos, sequer lida diretamente com o trabalho de relacionamento, delegado a agências de publicidade ou profissionais especializados.  Essa forma de conduta possui duas grandes deficiências.

A primeira é a óbvia perda de oportunidades.  Ao focar somente na promoção da empresa e seus produtos, perde-se a oportunidade de se explorar o potencial das mídias sociais em atividades valiosas, como suporte ao cliente, gestão do conhecimento, identificação de talentos para contratação, suporte a equipes ou inovação colaborativa para o desenvolvimento de novos produtos.

A segunda é deixar a empresa vulnerável a crises envolvendo sua imagem no mercado. Afinal, é preciso lembrar que as mídias sociais não são um veículo de propaganda e sim uma rede de relacionamentos, em que as pessoas opinam livre e fluentemente sobre o que desejarem. Não adianta, por exemplo, tentar fazer uma promoção quando há uma série de descontentes com seu produto, prontos para alardearem suas reclamações para todos na rede. Nestas situações, o marketing não ajuda e é preciso tomar outros tipos de iniciativas.

Daí a importância da empresa participar das mídias sociais não só com o marketing, mas também por meio SAC, RH e relações públicas. É possível não só identificar e aproveitar as oportunidades (analisar perfis profissionais para contratação, integrar equipes, esclarecer dúvidas e reclamações de consumidores), mas também direcionar eventuais crises às áreas responsáveis, de modo que possam responder rapidamente à situação.

Fabio Cipriani, consultor especializado na área e autor do livro “Blog Corporativo”, vai além. Para ele, a própria liderança da organização tem de participar ativamente no planejamento e acompanhamento das ações, de modo a fortalecer o envolvimento com as mídias sociais. Uma campanha pode gerar os mais variados tipos de feedback por parte das pessoas e responder a esta demanda vai necessitar de gente preparada, defende. O envolvimento das lideranças garante maior alinhamento entre as diferentes áreas e agiliza as respostas.

Como se vê, o sucesso da empresa nas mídias e redes sociais não se limita e não deve se limitar às ações de marketing. Quanto mais a organização estiver envolvida neste empreendimento, maiores as chances de resultados realmente efetivos. O maior desafio é justamente persuadir a liderança a bancar o projeto. Mas isso é assunto para um outro artigo.

Silvio Tanabe é consultor de marketing digital da Magoweb e autor do blog Clínica de Marketing Digital (www.magoweb.com/clinicadigital)

Artigo | Como fazer promoções e sorteios nas redes sociais

A presença de empresas nas redes sociais aumenta a cada dia, mas para esta presença fazer a diferença são necessárias ações estratégicas e principalmente criativas.

Como sabemos, não basta estar presente nas redes sociais, é necessário interagir, e uma das melhores formas de interação é feita através de promoções e sorteios.

Num momento em que os consumidores estão cada vez mais exigentes e possuem cada vez mais voz ativa, promoções interativas como sorteios, concursos e distribuição de brindes são formas de marketing que realmente fazem a diferença.

Hoje mais de 50% dos usuários de internet no Brasil participam de sorteios pelo menos uma vez por mês, e isso mostra o potencial deste tipo de ação de marketing. Através de uma promoção interativa é possível se cumprir uma série de metas, como a construção da marca nas redes sociais (empresas que executam ações promocionais na web possuem duas vezes mais amigos, fãs ou seguidores nas redes sociais), e isso conseqüentemente leva ao aumento de acessos ao website da empresa, aumento de referências e comentários sobre a marca nas comunidades online, fóruns e blogs, depoimentos espontâneos de participantes e ganhadores das promoções e o principal que é a conscientização das pessoas em relação à marca da empresa.

Pois bem, mas como entrar no mundo das promoções interativas?

Primeiramente a empresa tem que estar disposta a oferecer algo. Sabendo o que vai oferecer, seja um produto, serviço ou desconto, é necessário levantar quais redes sociais serão utilizadas para a execução da promoção. Podemos fazer promoções através do Orkut, Facebook, Flickr, Youtube, mas principalmente através do Twitter. O ideal é realizar uma promoção integrando diversas redes sociais, porém como o fator tempo e dinheiro ainda é decisivo, uma das formas mais eficazes de realizar uma promoção online é através do Twitter. Para isso basta você definir o que oferecer aos seguidores e de que forma isso será oferecido. Pode ser realizado um concurso cultural, você pode fazer com que o seguidor, através de um link divulgado no Twitter acesse o seu site e faça um cadastro (aumentando assim o seu mailing para futuras ações), você pode pedir para que enviem uma foto, um vídeo, uma frase, e isso pode ser votado pelos próprios seguidores em seu site ou mesmo dentro de uma rede social, porém a forma mais simples é solicitando aos seguidores para primeiramente seguirem o perfil da sua empresa, e darem um Retweet, o famoso RT, em uma determinada frase, com a Tag (#) da campanha e de preferência com um link que leve a uma página do site explicando todo o regulamento da promoção para assim evitar algum problema futuro. Cada seguidor que dá um RT divulga a promoção para todos os seus seguidores, e isso faz com que durante a vigência da promoção, o perfil da sua empresa seja seguido por muitas pessoas que estão participando da promoção, o que gera o tão sonhado “Buzz”, ou seja, muitas pessoas conhecendo e visualizando a sua marca, disseminando o seu link e participando e interagindo diretamente com você, o que é muito positivo.

Algumas ferramentas que ajudam nas promoções interativas são o migre.me (encurtador de links), o twitrand.com, o sorteie.me e o Random.org (sorteios online). É claro que devem ser tomados alguns cuidados, principalmente em relação ao regulamento, que deve sempre ser claro e objetivo, mas também em relação a divulgação dos resultados (o ideal é sempre “printar” as telas e divulgar através do Twitpic.com) e também com a entrega dos prêmios.

Finalizando, assim que o sorteio for realizado, os resultados divulgados e os prêmios entregues, é muito importante solicitar ao ganhador que envie um depoimento, de preferência com uma foto com o brinde em anexo, para você divulgar posteriormente, mostrando aos demais participantes a seriedade e transparência da empresa, o que leva os seguidores a sempre participarem e divulgarem as próximas ações da sua marca, cumprindo assim outra importante etapa das metas de marketing, a fidelização.

Raphael Segati é consultor de marketing digital da Magoweb

Magoweb na revista Empreendedor

Revista Empreendedor é uma das mais importantes revistas de economia e negócios do país. Há mais de dez anos no mercado, é feita para pessoas empreendedores, que tem poder de decisão, que fazem acontecer. A revista é fonte permanente de consulta dos empreendedores, empresários, executivos, investidores, profissionais liberais e universitários que confiam na qualidade de sua informação. Em sua edição de setembro, a revista realizou matéria sobre a importância do marketing digital para as pequenas e médias empresas, que teve o consultor da Magoweb, Mayko Franceschi, como um dos entrevistados. Clique abaixo e veja a matéria completa.

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Encontro de consultores Magoweb apresenta novas soluções para PMEs

A Magoweb realizou em São Paulo no dia 23/9 seu 6º Encontro de Consultores de Marketing Digital. O objetivo foi discutir as tendências e necessidades das pequenas e médias empresas em relação ao marketing digital e apresentar as novas soluções que serão lançadas em breve.

“Nossa área é altamemente dinâmica e esses encontros são fundamentais para entender a realidade de cada região, trocar idéias e aprimorar e adaptar nossos serviços de acordo com suas necessidades”, explica Atila Genehr, diretor da Magoweb. A empresa conta hoje com 23 consultores em 12 estados (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Bahia, Pernambuco, Sergipe, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Amazonas e DF).

De acordo com Genehr, as novidades estarão concentradas em duas principais deficiências verificadas no mercado: atendimento e website como ferramenta de vendas. “A grande maioria dos empreendedores não tem noção clara do potencial do seu site como ferramenta para gerar negócios e vendas, por isso acaba comprando soluções que logo se mostram insatisfatórias”, destaca. “Por isso estamos capacitando os consultores para que, junto com nossa nova plataforma, possam trabalhar em parceria com os clientes para analisar o tráfego de visitantes do site e identificar oportunidades de negócios.”

Artigo | Redes sociais: a nova fronteira do e-commerce

De acordo com a pesquisa mais recente do e-Bit divulgada durante o evento Semana do e-Commerce em São Paulo, 23 milhões de internautas já fazem compras pela internet, o que em 2010 deve representar faturamento de RS$ 14,3 bilhões, mantendo a taxa de crescimento do setor acima dos 30% anuais. E tudo leva a crer que esses números devem continuar aumentando em 2010 devido à economia favorável e à elevação do número de internautas no Brasil, que já soma 67 milhões.

Mas se o cenário é amplamente favorável, a concorrência passa a ser mais acirrada: novas empresas, aumento da oferta, guerra de preços. O comércio eletrônico tende a se tornar um “oceano vermelho”, em que se sobressair e conquistar o consumidor será cada vez mais difícil.

Para sair desta situação e chegar ao “oceano azul” onde estão as oportunidades, a pressão da concorrência não se faz tão presente e onde o consumidor não só tende a ser mais fiel como até um defensor da loja preferida, as empresas precisam direcionar suas ações às redes e mídias sociais, a nova fronteira do e-commerce. Também neste aspecto o Brasil oferece grandes oportunidades.

O país já está entre os principais em número de usuários nas redes sociais e em audiência no Twitter. Ou seja, ou enorme oceano a ser explorado.

Mas dar esse passo não significa, como muitas lojas vêm fazendo, atuar com propaganda da mesma forma que nas mídias tradicionais. Como o próprio nome já indica, as redes sociais não são apenas uma mídia (meio de comunicação) e sim uma rede de relacionamentos. Isso significa que o objetivo das ações deixa de ser “conseguir novos compradores” para “conquistar novos amigos”.

Este é um conceito-chave para garantir resultados e também o grande desafio. Para ajudar a desenvolver uma estratégia realmente efetiva, vale a pena prestar atenção nas orientações de profissionais e especialistas que participaram da Semana do e-Commerce:

  • Não há fórmulas prontas. Uma empresa pode conseguir vendas imediatas. Outra usando a mesma estratégia, ter resultados pífios. Por isso é importante que a loja fazer um estudo prévio, estudando públicos-alvo, segmentos, comunidades e a forma como elas interagem, de modo a desenvolver uma estratégia própria.
  • Redes sociais não são mídias de massa. Não espere atingir centenas de milhares de pessoas de uma vez, é um trabalho de médio e longo prazos. Lembre-se, conquistar a confiança de um amigo leva tempo.
  • Lembre-se que os mesmos recursos das redes sociais que estão à disposição para a loja fazer suas promoções também estão à disposição das pessoas para elogiar ou reclamar. Da mesma forma que sua mensagem pode ser bem recebida e se tornar um “viral” atingindo milhares de pessoas, uma reclamação ou insatisfação se propaga com a mesma velocidade e com efeitos ainda maiores.
  • Envolva outras áreas. De acordo com pesquisa da consultoria Deloitte, 70% das empresas focam sua atuação nas redes sociais em marketing e vendas. Mas como foi citado anteriormente, as ações geram todo o tipo de feedback: compra, elogios, reclamações, dúvidas. Por isso a necessidade de que outras áreas (SAC, relações públicas) estejam envolvidas.
  • Tenha um plano de crise. A envolvimento de outras áreas, inclusive da liderança da empresa, é importante também para a elaboração de um plano de crise de imagem que porventura envolva a loja nas redes sociais. A empresa precisa se antecipar a problemas que possam ocorrer e colocar o plano em prática com rapidez se o pior acontecer.

Silvio Tanabe é consultor de marketing digital da Magoweb.

Não perca amanhã o Magowebinar “5 formas de promover suas vendas de final de ano”

Estima-se que 55% dos R$ 14,3 bilhões que o e-commerce deve faturar em 2010 (e-Bit) devem ser efetuados nas festas de final de ano. Para se preparar para a principal data comercial do ano e aumentar as vendas, é preciso começar desde já. Para ajudar sua empresa a explorar todas as oportunidades, a Magoweb irá realizar no dia 29 (quarta) o Magowebinar (palestra virtual) 5 formas de promover suas vendas de final de ano. O evento é gratuito e para se inscrever basta acessar o link http://www.magoweb.com/promo/ecommerce/inscricao.html

Artigo | Tendências do E-commerce para 2011

A segurança online é mais importante do que nunca

A cada três minutos alguém tem sua identidade roubada. O roubo de identidade é o crime com maior índice de crescimento, sendo que a maioria dos casos não são detectados. Assim, certifique-se de avaliar as proteções de segurança de seu site. Se a sua empresa também é responsável pela hospedagem, comece a pesquisar o que é possível fazer para proteger os dados sensíveis de seus clientes. Considere a construção de um plano sobre como prevenir e lidar com potenciais problemas de segurança.

Mídias sociais

Os comerciantes online pretendem crescer e incluir mídias sociais em suas estratégias de marketing digital. Para alguns, esta tendência é de igual importância como o e-mail marketing. Com este tipo de investimento, seus canais de mídias sociais vão exigir muito mais pensamento e estratégia. Você vai precisar alinhar seus esforços sociais em cada parte de sua estratégia, desde as vendas até pós-vendas e além.

E uma vez que temos tudo planejado,vamos ser atingidos com uma nova oportunidade. Talvez uma nova plataforma será lançada ou uma nova integração ocorrerá (Google e Yahoo já concordaram em incluir os resultados Twitter em seus motores de busca). Fique por dentro dos acontecimentos e você estará preparado para enfrentar os desafios.

A economia está melhorando, mas o sentimento de que a recessão continua se prolonga

Os compradores online estão procurando promoções, descontos e cupons antes de fazer compras. Esse comportamento vai continuar, mesmo que a economia melhore. Os clientes estão cansados de comprar produtos ou serviços sem o sentimento que estão adquirindo valor pelo seu dinheiro.

Basta implementar promoções, descontos e desenvolver relacionamentos e você estará em boa forma. É difícil manter um comércio eletrônico, mas o crescimento das vendas online estará cada vez mais forte, devido ao custo de manter uma loja offline.

Relacionamento é tudo

Com o surgimento de sites de rede social, desenvolvimento de relacionamentos é uma das coisas mais importantes que você pode fazer. Alguns segmentos do mercado já estão começando a socializar com os seus clientes. Em outras palavras, haverá muito mais conversas pessoais entre empresas e consumidores.

Está é uma coisa boa – você estará apto a receber mais feedback em tempo real para saber o que seus clientes querem, precisam e esperam. Uma coisa importante é desenvolver relacioamentos através de conversas pessoais com via de mão dupla. Mas espere que os clientes tenham mais controle sobre as conversas e ajuste a empresa para isto.

Idéias Criativas irão ganhar a corrida

Criatividade é a palavra da vez. Isso não quer dizer que as estratégias e táticas para vender online não devem ser bem pensadas, mas o aumento de quantidade de desordem na web, misturado com a grande competição entre empresas em captar mais compradores para suas lojas virtuais significa que a criatividade e a inovação serão críticos para o sucesso. O lado positivo é que todos nós podemos aprender uns com os outros e trocar idéias. Será importante atender as demandas de seus clientes de uma forma convincente.

Carlos da Silva é consultor de consultor de marketing digital da Magoweb.

Artigo | Entendendo o público-alvo: O consumidor online

Uma das maiores dificuldades do profissional de marketing é entender o seu público-alvo. Para fazer marketing e vendas na internet não é diferente; temos que entender o nosso público-alvo e, principalmente, entender as características do consumidor na internet, saber o que muda no seu comportamento e como devemos nos adaptar.

A pesquisa mais abrangente realizada nesta área, a Technographics, da Forrester  Research (Modahl, 2000), que sugere uma forma de segmentação dos consumidores em relação à tecnologia, em um misto de demografia com psicografia.

Tecnográfico

Para entender o comportamento do consumidor online, não basta apenas considerá-lo nos seus aspectos demográficos.

É preciso entender também como é o seu comportamento em relação á tecnologia e ao risco de uma nova experiência de compra. A demografia continua útil, mas não é suficiente. Veja, por exemplo, que uma pessoa que não tem renda para ter um computador e que não tem acesso ao computador no trabalho dificilmente comprará qualquer coisa online. Por usa vez, duas pessoas com renda, formação e idade iguais podem ter comportamentos absolutamente distintos em relação às compras online, dependendo da aceitação que tenham da tecnologia.

Modahl (2000) desenvolve amplamente esse tema, propondo, a partir da pesquisa Technographics, um modelo para separar os consumidores online em três dimensões, misturando aspectos demográficos e psicográficos: renda (alta ou baixa); postura diante da tecnologia (otimista ou pessimista); e motivação principal (carreira, família ou entretenimento):

Quadro Technographics

Carreira Família Entretenimento
Alta Renda Acelerados Seguidores da Nova Era Ratos de Mouse Adotantes Iniciais

Superusuários de tecnologia, pressionados pela falta de tempo Acreditam na tecnologia para a família e a educação Dedicam-se à diversão interativa, principalmente no PC
Baixa Renda Tecno-Esforçados Simpatizantes digitais Pechincheiros Primeiros Seguidores
Usam a tecnologia para crescer na carreira Amantes da tecnologia orientados á família Procuram tecnologia e videogames baratos para diversão
Carreira Família Entretenimento
Alta Renda Negociadores Tradicionalistas Viciados em mídia Seguidores cautelosos
Profissionais bem-sucedidos que não toleram muito a tecnologia Suspeitam de qualquer tecnologia além da básica Amantes da TV e tecnologias relacionadas
Baixa Renda Cidadãos marginalizados

Não têm oportunidade de acesso á tecnologia, sendo os menos receptivos a ela.

Retardatários

Fontes: Adaptado de Modahl (2000) e de www.forrester.com; acesso em set. 2003.

Adotantes iniciais

Os consumidores mais otimistas em relação à tecnologia e que têm maior renda são os que mais compram online, estando no grupo dos adotantes iniciais. Seu perfil de compras muda conforme sua motivação principal, mas o fato é que são os primeiros a aderir às novas tecnologias e, portanto, a comprar na internet.

Os acelerados têm como principal motivação a carreira e compram na internet principalmente por conveniência, estando também entre os primeiros a comprar online. Preocupados com suas carreiras, aceitam bastante risco e tipicamente comprarão na internet para ganhar tempo ou para se manter atualizados ou à frente das outras pessoas, buscando status.

Os seguidores da nova era também são otimistas em relação à tecnologia e têm alta renda, mas motivam-se pelas necessidades da família, querem ajudar seus filhos e elevar o nível de bem-estar geral da família. Por essa razão, são consumidores que procuram segurança e se sentem muito bem lidando com marcas tradicionais. Em geral, são os primeiros seguidores dos acelerados e têm uma importância especial para as vendas online: são formadores de opinião para consumidores menos otimistas em relação à tecnologia.

O terceiro grupo de adotantes iniciais é o dos “ratos de mouse”, cuja motivação principal é a diversão. Esses consumidores online compram filmes, CDs, livros e jogos online, procurando também informações e serviços diversos de entretenimento. Sua motivação maior é a diversão, portanto têm um perfil de navegação na rede que é mais aleatório, sendo os que mais compram por impulso. A pesquisa da Forrester também descobriu que os ratos de mouse são os maiores adeptos de compras em supermercados online, pelo ganho de tempo (que pode ser usado para lazer) que têm em relação ao comprar fora da internet.

Primeiros seguidores e seguidores cautelosos (consumidores típicos)

Os consumidores típicos são a maior fatia do mercado, reunindo tanto otimistas em relação à tecnologia (porém com baixo poder aquisitivo), os primeiros seguidores, quanto pessimistas em relação à tecnologia, mas com alto poder aquisitivo, os seguidores cautelosos.

O grupo dos otimistas com baixo poder aquisitivo deve ser atendido com ofertas de baixo custo. Na verdade, são um mercado muito atrativo para computadores, dispositivos e software baratos, além de superofertas online. Nessa categoria, há uma maior concentração de jovens, o que abre espaço para um trabalho de formação de opinião e vendas de longo prazo, já que, potencialmente, esses jovens podem enriquecer ao longo de suas vidas.

Por outro lado, o grupo dos pessimistas em relação à tecnologia e que têm poder aquisitivo é um dos mais fascinantes.

São pessoas que podem ter computadores, podem ter acesso à internet (frequentemente posssuem ambos), mas por alguma razão não compram na rede e não se animam com as novas perspectivas de negócios. Do ponto de vista de capacidade financeira, é um grupo com enorme potencial de compra, o que o torna forte alvo para o marketing. De forma geral, os pessimistas são atraídos por boas marcas (se possível, tradicionais e com propaganda fora da internet e muita facilidade de uso.

Por exemplo, o uso de um call center ou mesmo de catálogos em conjunto com a venda pela internet é uma boa estratégia para vendas para os pessimistas, amplamente usada pelos grandes varejistas online brasileiros.

Retardatários

O grupo dos retardatários é composto pelos cidadãos excluídos da economia, que não possuem dinheiro e são pessimistas em relação à tecnologia. Esses consumidores têm muita dificuldade de comprar pela internet, pois lhe falta dinheiro necessário para ter o computador e o acesso, assim como também lhes falta a necessária motivação, e até o discernimento, para querer utilizar a tecnologia.

Ainda que não sejam os melhores consumidores para serem focalizados por um empreendimento, já que estão na rede em baixo percentual e possuem poucos recursos para comprar, podem ser importantes, ainda mais em um país como o Brasil, por serem numerosos. Para uma empresa que deseje trabalhar nesse tipo de mercado, possivelmente vale mais a pena investir dinheiro em ajudar o seu consumidor a chegar à internet, por exemplo, com quiosques ou mesmo financiando computadores baratos, do que simplesmente fazer propaganda.

Consumidor Online

O Brasil é um país com acentuado desequilíbrio na distribuição de renda, o que acarreta uma grande desigualdade no acesso a internet, já que apenas uma pequena parcela da população tem condições financeiras e culturais para acessar a rede.

No país, as pessoas com acesso a internet fazem parte da minoria com maior poder aquisitivo e maior escolaridade. Por exemplo, o Mapa da Exclusão Digital (2003) mostra que, enquanto o total de brasileiros com curso superior é de cerca de 6% da população, o percentual de brasileiros com curso superior entre os que acessam a internet é de mais de 35%.

No Brasil, não temos uma pesquisa com a abrangência da Technographics, mas a e-Bit publica na internet, regularmente, a pesquisa Webshopper, por essa pesquisa, podemos perceber que a maior parte dos compradores do Brasil é de adotantes iniciais, ou seja, otimistas em relação à tecnologia e com alto poder de compra. Certamente, também há compras de otimistas com baixo poder aquisitivo, que já se encaixam na categoria dos consumidores típicos, mas, por terem menos dinheiro, acabam sendo menos relevantes.

Um dos grandes desafios do marketing na Web, no Brasil, é justamente conseguir que os consumidores típicos com alto poder aquisitivo, mas que não compram por resistência à tecnologia, comecem a comprar.

Compra por impulso

Não há dúvida de que as pessoas compram por impulso pela internet. Muitos chegaram a questionar que o consumidor na rede se tornaria mais racional e menos sujeito a impulsos do que em uma loja física, pela facilidade de comparação de preços que a internet oferece. Mas, aparentemente, as pessoas continuam fazendo compras por impulso, mesmo no ambiente online. Um dos mais fortes exemplos é o número de compras geradas a partir do envio de mensagens de correio eletrônico que, por vezes, representam boa parte das vendas de um varejista online, impulsionando o consumidor a ir ao site fazer uma compra. No submarino, por exemplo, cerca de 34% das vendas são atribuídas a ações de e-mail marketing.

Outra evidência forte de que há compra por impulso na rede, é o fato de que, quando o meio de pagamento não é imediato, o número de arrependimento nas compras sobe muito e várias vendas são perdidas. Exemplos são as transações por cartão de crédito em que a aprovação da transação não é feita automaticamente pelo site na operadora; os próprios boletos bancários que o cliente tem que pagar posteriormente; ou mesmo uma situação de débito automático, em que o cliente acessa e vê o saldo da sua conta corrente antes de comprar. Em todas essas modalidades, o consumidor tem a oportunidade de pensar duas vezes e, frequentemente, desiste da compra.

Há várias iniciativas interessantes para promover a compra por impulso, como, por exemplo, o 1-Click ordering, a personalização e o GoldBox.

Para maximizar as vendas por impulso, é recomendado que se faça um planejamento, aliando conhecimento dos produtos com conhecimento do público e das suas motivações. O objetivo é oferecer os produtos certos, na hora certa, para dar o impulso necessário ao cliente. A personalização – por permitir ofertas certeiras de grande potencial de atração – e o correio eletrônico – por chegar à caixa postal do cliente e impulsioná-lo a ir ao site – são bons recursos para gerar compras por impulso. Técnicas mais sofisticadas também podem ser utilizadas, a partir de um bom planejamento como, por exemplo, a preparação do cliente por meio de notícias e informações em torno do que se deseja vender, relacionadas a interesses previamente conhecidos.

Flavio Giantomaso é consultor de marketing digital da Magoweb