A Magoweb Marketing Digital será a responsável pelas campanhas de Páscoa da fabricante de chocolates Top Cau na internet. Além de desenvolver o site institucional e um hotsite para apresentar a linha completa de ovos de chocolate (que além da marca Top Cau também inclui personagens licenciados como a Turma do Mickey, Pica-Pau e Seninha, entre outros), a Magoweb também será responsável por ações envolvendo mídias e redes sociais. “O objetivo é aproximar a marca dos seus consumidores explorando a interatividade promovida pelos recursos do Twitter e Orkut”, explica o consultor da Magoweb, Silvio Tanabe.
Magoweb desenvolverá ações de marketing digital para Top Cau
Dez dicas para obter resultados com seu e-mail marketing
Com uma comunicação dirigida e total possibilidade de personalização, um e-mail marketing benfeito oferece alta taxa de retorno e ágeis mecanismos para mensurar as investidas. “A ferramenta é valiosa para empreendedores, uma vez que os coloca em pé de igualdade com as grandes empresas”, diz Rodrigo Almeida, sócio da empresa especializada em comunicação digital Dinamize. Mas é preciso atentar para a qualidade das ações. Listamos a seguir dez dicas, incluindo, por exemplo, a relevância das mensagens.
1. INVISTA EM SUA BASE DE E-MAILS
De nada vale ter uma listagem enorme e irrelevante para o negócio. “Já tivemos mailing de 25 mil e-mails e não sabía¬-mos nem o nome das pessoas”, diz Maurício Renner, editor do site de tecnologia da informação Baguete. “Depois de constatar que muitas mensagens não eram sequer abertas, fizemos uma campanha de recadastramento e temos hoje uma base consistente de 8.700 assinantes.”
2 . ABRA UM CANAL PARA OPT-OUT
Em todos os e-mails que enviar, disponibilize um link para descadastramento — caso contrário, a sua empresa corre o risco de ficar associada ao desrespeito e à prática de spam.
3 . ACERTE NA FREQUÊNCIA
A não ser que tenha autorização do cadastrado para envios mais frequentes, atenha-se aos e-mails quinzenais ou no máximo semanais. O excesso de e-mails pode gerar uma imagem negativa.
4 . SEJA RELEVANTE
Analise os links clicados pelos destinatários para identificar grupos de interesse. Se houver tribos bem distintas, segmente sua base de contatos, de modo a criar e-mails efetivamente relevantes para quem recebe.
5 . POSSIBILITE A TROCA
Não se restrinja a enviar mensagens. Apresente para o destinatário um canal de aprofundamento e interação, seja por e-mail, fone, site ou blog. Em sites e blogs, disponibilize formulários de cadastro e apresente a possibilidade de indicar amigos.
6 . DOSE O TAMANHO DOS ARQUIVOS
Não carregue os e-mails com imagens ou anexos pesados. Caso queira disponibilizar arquivos grandes para o destinatário, gere um link que conduza a eles.
7 . SEJA OBJETIVO
Tenha títulos e mensagens objetivas. Seu e-mail concorre com várias outras mensagens — você tem poucos segundos para atrair quem lê.
8 . DRIBLE O ANTI-SPAM
Antes de liberadas pelos provedores, as mensagens passam por filtros anti-spam. Existem palavras ranqueadas em mecanismos específicos — se uma delas atinge certa pontuação, é interpretada como lixo. “Sexo”, “Viagra” e links para o Orkut, por exemplo, alcançam muitos pontos. Em períodos de programa Big Brother Brasil, “BBB” é um termo que também assusta. Antes de disparar várias mensagens eletrônicas convém testar o envio para endereços de provedores distintos. Uma vez aprovadas, tudo OK para o restante do grupo.
9 . INVISTA NO ENVIO
Há empresas especializadas em envio de e-mail marketing. Elas têm pacotes econômicos para envios reduzidos, como mil mensagens mensais. O disparo “doméstico” costuma ser barrado pelos provedores.
10. MENSURE OS RETORNOS
O e-mail marketing não é mero instrumento para divulgação. Trata-se de um modo de conhecer melhor o cliente e identificar suas preferências. Tome as mensurações feitas por empresas de e-mail marketing como formas para incrementar seu negócio. Você pode inclusive fazer testes, enviando diferentes mensagens para dois grupos e comparando os retornos obtidos.
Fonte: Pequenas Empresas, Grandes Negócios
Internet ajuda a fechar 30% das compras de imóveis
A internet tem se mostrado uma aliada cada vez mais presente na hora de se comprar a casa própria. Hoje, os negócios realizados com a ajuda do meio online correspondem, em média, a 30% de tudo que é vendido pelo setor.
Há três anos, a participação da internet não chegava a 10% dos contratos assinados. Para este ano, esse volume pode ultrapassar os 35%.
A legislação brasileira não permite que a compra de um imóvel seja realizada totalmente pela internet. No entanto, quase todo o processo pode ser feito de forma virtual, desde conhecer o projeto a até o envio de documentação.
O engenheiro civil Carlos Eduardo Paiva Reyes, 25 anos, economizou tempo ao buscar um imóvel pela internet. “Comecei com as pesquisas e utilizei o corretor online. Com esse auxílio, consegui todas as informações que precisava. Só conheci o empreendimento pessoalmente no dia em que assinei o contrato”, diz ele, que comprou um apartamento no bairro de Pirituba.
Reyes conta que estava há seis meses procurando um imóvel, mas não tinha tempo de ir aos plantões de venda. “Com a internet, não só vi as fotos como obtive todas as informações, valores e forma de pagamento pelo atendimento online. Também mandei meus documentos por e-mail. E a mesma pessoa que tirou as dúvidas pelo do site foi a que me atendeu pessoalmente, o que achei muito bom”, comenta.
O casal Alexandre Regi Lozei Moreira, 25 anos, e Thais Caes Molina, 21 anos, também preferiu a internet para encontrar e comprar um imóvel em Santo André. “Economizamos tempo e gasolina. Em um mês fechamos o negócio”, afirma. “Mas em sites em que não há informação e atendimento online, só me decepcionei no plantão de vendas porque não era o que queria”, completa.
Pensando em atingir o maior número possível de potenciais compradores, as construtoras e empresas de vendas investem cada vez mais na internet. No site da Living, braço de imóveis considerados econômicos da Cyrela, o mês de outubro de 2009 registrou a marca de 75 mil visitas, das quais 10 mil foram contatos por meio de chat com corretores. “Em um plantão não é possível atender tantas pessoas assim. Por isso queremos inovar cada vez mais nessa área e o próximo passo é permitir acesso ao conteúdo via celular”, explica Gilson Hochman, diretor de vendas da Cyrela.
O site da consultoria de imóveis Lopes registra cerca de 1,2 milhão de visitas por mês e até 4% se convertem em atendimento online. “A internet corresponde 35% a 40% de nossas vendas. Conseguimos atingir desde o público de produtos econômicos até o alto padrão com o site e corretores virtuais”, diz Adriana Sanches, gerente de marketing da empresa.
Para Marcelo Bigucci, diretor de marketing da construtora M. Bigucci, a internet também é um modo barato de divulgar os produtos e contatar os clientes. Ele acredita que o site atinja um volume maior de possíveis compradores do que as propagandas e material de divulgação. “Hoje, todo mundo tem acesso à internet”, diz. A empresa tem 15% de suas vendas realizadas por meio virtual.
O vice-presidente de mercado imobiliário do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP), o Odair Senra, afirma que o trabalho virtual também melhora o relacionamento entre consumidores e corretores. “Por muito tempo, a visão que se tinha era de que os corretores eram chatos, que ficavam ligando atrás de clientes desinteressados. Mas com a internet, quem procura é o cliente e não o profissional de vendas”.
Fonte: Último Segundo
Acessar redes sociais é principal atividade do brasileiro na internet
Acessar a sites como Orkut, Facebook e Twitter é a principal atividade dos brasileiros na internet, quando o acesso é feito para fins pessoais. Uma pesquisa realizada pela consultoria GfK aponta que 47% dos internautas do país usam esse tipo de serviço – o índice entre as mulheres é maior (53%).
O estudo indica que os brasileiros têm um comportamento diferente do resto do mundo. Enquanto as redes sociais são as preferidas por aqui, na média mundial esse tipo de site fica apenas em quarto lugar, atrás de enviar e-mails (55% das pessoas usam o correio eletrônico), uso de sites de busca e enciclopédias colaborativas como a Wikipédia e a leitura de notícias.
No Brasil, o segundo principal serviço é o de e-mail, usado por 44% dos internautas. Em terceiro lugar, com 40%, estão empatados o acesso a informações gerais, como sites de busca, enciclopédias colaborativas ou números de telefone, e a leitura de notícias.
A GfK diz que, no mundo todo, o comportamento na internet não depende apenas do sexo do internauta ou de sua classe econômica, mas também da intensidade do uso.
Pessoas que gastam mais de três horas por dia na web para uso particular fazem mais parte de redes sociais online, jogam mais jogos da web e baixam mais música do que as pessoas que usam a Internet menos de uma hora por dia.
A empresa ouviu 17 mil pessoas em todo o mundo. No Brasil participaram mil pessoas maiores de 18 anos em 12 capitais ou regiões metropolitanas.
Gestão de link patrocinados turbina vendas de loja de videogames
O sul-matogrossense Abraão Salustiano é um exemplo de empresário que soube explorar os pontos fortes da internet para impulsionar seus negócios. Localizado em Campo Grande (MS), investiu no e-commerce e montou uma loja virtual, a Abraao Game Store, para comercializar jogos e acessórios para o Brasil inteiro. Aproveitou a interatividade da web para conquistar novos clientes, patrocinando e promovendo campeonatos online em que os jogadores localizados em qualquer lugar do país podiam disputar partidas entre si. E sempre investiu no marketing digital (banners, links patrocinados, e-mail marketing, redes sociais, parceria com outros sites especializados) para divulgar sua loja. Resultado: em apenas seis anos, a Abraao Game Store, é uma das líderes de mercado no segmento de jogos on-line, com reputação elevadíssima entre seus clientes.
Salustiano monitora todas iniciativas de marketing por meio de um serviço de análise web (web analytics) que indica audiência do site, ações com maior retorno e preferências por um determinado produto de acordo com região. Dessa forma é possível direcionar as promoções e campeonatos para as regiões com maior interesse, aumentando o retorno dos investimentos.
Foi por meio da análise web que o empresário detectou o baixo rendimento das suas campanhas nos sites de busca. As 100 mil visitas/mês em seu site geravam apenas 500 contatos e para cada R$ 1.000,00 investidos em links patrocinados havia apenas 10 contados de retorno, ou seja, um gasto de R$ 100 para cada novo contato. Para reverter a situação, Abraão Salustiano procurou a ajuda de duas agências especializadas, mas ficou insatisfeito com ambas. “Com a primeira agência houve um aumento do número de visitas, mas tinha muitas dificuldades para me comunicar com eles”, afirma. “A única forma de contato era por chat e qualquer mudança no anúncio levava mais de uma semana para acontecer.
A segunda agência, mesmo ostentando certificação técnica do Google, obteve resultados piores que os iniciais. “Em vez de 10 passei a ter 5 contatos por dia com o mesmo volume de investimentos”, reclama Salustiano. Simplesmente copiaram o anúncio que eu utilizava e só consegui falar com eles quando me ligaram para saber por que eu havia cancelado o contrato.”
O problema só começou a ser efetivamente resolvido com a contratação da Magoweb em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. De acordo com Mayko Franceschi, consultor da Magoweb/MS, o primeiro passo foi analisar a palavras-chave realmente capazes de gerar mais visitas ao site. “Fizemos uma limpeza, tirando palavras que geravam tráfego desqualificado e palavras negativas errôneas, substituindo por termos relevantes e relacionados aos produtos comercializados”, conta.
O passo seguinte foi readequar as campanhas e os anúncios. “Corrigimos informações e substituímos anúncios com baixo retorno por novos que usavam palavras-chave capazes de gerar mais visitas para o site.”
O resultado do trabalho da Magoweb de Campo Grande MS foi um salto na audiência qualificada. De dez, o número de contatos provenientes da campanha de links patrocinados pulou para 250 por dia. A taxa de CTR (cliques por impressão, ou seja, a relação de pessoas que viram o anúncio da Abraao Game Store, e o clicou) passou de 1,25% para 50%. A posição média dos anúncios na página foi para as primeiras posições, o tempo médio de visitação subiu 42% e a taxa de rejeição baixou 27%. “Outro número impressionante foi o aumento da audiência dos anúncios em redes sociais como o Orkut. As impressões (visualizações) aumentaram de 18 para 115 mil!”, destaca Mayko Franceschi.
Satisfeito com a parceria, o proprietário da Abraao Game Store, agora planeja usar os serviços da Magoweb de Campo Grande MS na promoção da sua primeira loja física, que será inaugurada em fevereiro. “Os maiores diferenciais do trabalho da Magoweb são o atendimento e o comprometimento com os resultados”, avalia Abraão Salustiano. “Não têm esse negócio de Ctrl C, Ctrl V na hora de trabalhar. Eles põem a mão na massa para fazer as coisas acontecerem.”
Fique atento às microtendências da internet em 2010
É fácil acompanhar as principais tendências da internet no Brasil. Órgãos públicos, associações do comércio e indústria, agências de publicidade e companhias de tecnologia realizam constantes pesquisas sobre a web e divulgam seus principais resultados na imprensa. É assim que ficamos sabendo que o Brasil já possui 68 milhões de internautas, que o comércio eletrônico teve vendas de R$ 1,6 bilhão no Natal e que as redes sociais como Orkut, Facebook e Twitter já são usadas por 45,5 milhões de pessoas.
São informações valiosas para você desenhar o cenário de mercado e planejar seus investimentos em marketing digital, sem dúvida. Mas se o objetivo é criar diferenciais para estar à frente dos concorrentes, fique atento também às microtendências, atividades de pequenos grupos com potencial de provocar grandes transformações na forma como usaremos a web nos próximos anos.
Microtendência é um fenômeno restrito a menos de 1% da população, mas que é capaz de influenciar fortemente toda a estrutura de um país (ou mesmo do mundo) e ganhou popularidade com o livro “Microtrends: The Small Forces Behind Tomorrow´s Big Changes” (Microtendências: as pequenas forças por trás das grandes mudanças de amanhã). Para comprovar sua tese, o autor Mark Penn, profissional da área de pesquisa de mercado nos EUA, levantou 75 microtendências ocorridas em seu país, sendo uma das principais o papel preponderante de uma minoria religiosa na reeleição do presidente George Bush em 2004.
Já é possível detectar microtendências na internet no Brasil, ou seja, o comportamento de minorias com potencial de mudar os hábitos da maioria. Abaixo, listei sete que deverão influenciar o uso da web em 2010, tanto em relação aos consumidores quanto às empresas.
Microtendência 1 – A internet substitui os telefones fixos
A expansão e popularização da banda larga vai permitir a adoção cada vez maior de plataformas de comunicação totalmente baseadas na internet, como o Skype. Simples e prático, basta baixar o programa no computador e preencher as configurações básicas e você já pode conversar à vontade, de graça, com outra pessoa que também tenha uma conta no serviço. Pagando um plano de minutos como o de um celular é possível fazer ligações para telefones fixos em qualquer lugar do Brasil pagando valores muito menores que o das operadoras de telefonia.
Microtendência 2 – Virtualização das reuniões
Outra conseqüência da popularização de plataformas como o Skype é a virtualização das reuniões. Isso porque é possível não apenas conversar, mas visualizar o interlocutor (desde que os computadores utilizados estejam equipados com webcams, recurso também cada vez mais comum) e compartilhar a tela do próprio computador. Assim é possível, por exemplo, apresentar um relatório para um cliente em detalhes e tirar todas as dúvidas sem ter de se deslocar de seu escritório. É uma solução perfeita para agilizar reuniões e evitar deslocamentos desnecessários e cada vez mais difíceis nos grandes centros urbanos por causa do trânsito e dos congestionamentos.
Microtendência 3 – Fim da supremacia do “clique”
Uma das principais formas de mensurar os resultados das campanhas de publicidade online sempre foi o custo por clique (CPC), o valor pago pelo anunciante sempre que um internauta clica em seu anúncio. Porém, estudo recente realizado pela ComScore, especializada em métricas de internet, revelou que um banner ou anúncio, mesmo não clicado, influencia diretamente nas vendas por meio da exposição da marca. A pesquisa mostrou que os banners aumentaram as vendas dos varejistas norte-americanos em 22%, mesmo com baixas taxas de cliques.
Estes dados avalizam a opinião de um pequeno grupo de profissionais de publicidade e propaganda, que há tempos defendem novas formas de avaliar os resultados do marketing digital.
Microtendência 4 – Pontas de estoque e clubes de compra online
Sem alarde, lojas virtuais que funcionam como pontas de estoque ou clubes de compra, como Privalia, Brands Club e Superexclusivo, estão se tornando uma febre entre as mulheres justamente por reunir tudo que elas gostam: produtos de marcas famosas por preços incrivelmente baixos, vendidos em um lugar que só as iniciadas no mundo das compras conhecem. É possível encontrar, por exemplo, biquínis da badalada grife Lygia & Nanny (que em shopping centers não saem por menos de R$ 300,00) por apenas R$ 39,90. Mas para aproveitar é necessário ser apresentada por uma amiga já cadastrada no site.
Microtendência 5 – Compra direta nos EUA
Se a onda é aproveitar os descontos na internet, por que não ficar de olho nas mega-liquidações das lojas norte-americanas e aproveitar a baixa do dólar? Este é o filão dos sites de compra direta nos EUA, outra microtendência dentro do comércio eletrônico. Sites como Skybox e Aeropost (que passou a operar recentemente no Brasil) não são lojas virtuais, mas facilitadores de entrega. Ao se cadastrar, você passa a ter uma caixa postal nos EUA (vinculada diretamente ao escritório da empresa), onde pode endereçar as suas compras. Ao chegar, sua encomenda é despachada diretamente para o Brasil, com todos os impostos inclusos. A vantagem desse serviço em relação à remessa direta é o custo do frete, que alguns casos pode ficar em menos de 50% do valor normal.
Silvio Tanabe é consultor de marketing digital da Magoweb e autor do blog Clínica Marketing Digital (www.magoweb.com/clinicadigital).
Internet já é fonte de renda para 30 mil brasileiros
A quantidade de pessoas que declararam a comercialização no portal Mercado Livre como sua principal fonte de renda atingiu 38,8 mil em 2007, segundo levantamento feito pela ACNielsen. O portal já encomendou uma atualização da pesquisa e estima que o número de usuários que obtém renda no Mercado Livre acompanhou o crescimento da plataforma, afirma Helisson Lemos, diretor comercial e de marketing da companhia. O portal somou 40 milhões de usuários cadastrados no terceiro trimestre de 2009, uma expansão de 25% em um ano. Com esta taxa de crescimento, a estimativa é que cerca de 60 mil pessoas já vivam de comercializar produtos na plataforma.
“É possível viver da venda de produtos pelo Mercado Livre porque o portal democratiza o comércio on-line. Grandes empresários, pequenos e pessoas físicas brigam pelo mesmo público na plataforma”, diz Lemos.
Os dados são do Mercado Livre, mas eles refletem um movimento maior de popularização da internet no Brasil, que permite a geração de renda via e-commerce para pequenos empresários e pessoas físicas. Neste ano, o Brasil atingirá 15 milhões de conexões de banda larga e o comércio eletrônico crescerá cerca de 30%, segundo projeções de analistas do setor.
Fonte: G1
Sem atualização, sites corporativos perdem audiência
Os sites das empresas estão perdendo audiência. O último dado de navegação na internet que capta essa tendência, monitorado pelo Ibope Nielsen Online, indica que, em setembro, a audiência de busca por informações corporativas caiu 7,6% em relação ao mês anterior.
Entre os profissionais que trabalham com prestação de serviços online no meio publicitário para empresas não há surpresa nessa queda. “Falta funcionalidade nos sites corporativos, que não evoluíram no mesmo ritmo da própria internet”, diz Marcelo Perrone, diretor de estratégia digital da agência de propaganda Giovanni+DraftFCB.
“A cada ano há mais gente usando a rede global”, afirma. “Um processo de democratização de acesso que não vem sendo atendido pelas empresas em seus sites com facilidades proporcionais. Existe tecnologia disponível para interfaces melhores no que diz respeito à busca de informações, por exemplo, assim como recursos de adaptação com fontes mais amigáveis para os internautas.”
Na Federação Brasileira de Bancos (Febraban), os associados passaram, desde o ano passado, quando a instituição anunciou a renovação de sua logomarca, a discutir questões relativas à funcionalidade do site. Querem incrementá-lo. Em consenso, decidiram que vão implementar medidas como a divulgação de um quadro de informações sobre a cobrança de tarifas bancárias. Com isso, acreditam que vão facilitar a comparação dos preços pelos correntistas, dando mais transparência à atuação dos bancos.
Não existem dados sobre o total de sites corporativos em português nas páginas da rede global. O mais próximo que pode se chegar do que representa esse universo seria a soma dos registros de domínios de pessoas jurídicas no site do Comitê Gestor da Internet no Brasil. Na semana passada, havia pouco mais de 37 mil endereços cadastrados. Porém, existe aí sobreposição de registros, uma vez que algumas companhias podem ter, além do site de informações institucionais, outros para vendas ou, ainda, hot sites temporários para ações específicas de marketing.
Fora isso, uma pesquisa realizada no fim do ano passado pela Associação Comercial de São Paulo com 1,2 mil empresas no Estado mostrou que 34% delas não possuem páginas institucionais na internet. A indústria é o setor que mais investe em sites próprios, com 80% de adesão, seguido do comércio atacadista, com 70%, e das instituições financeiras, com 58%.
No início da era digital, na avaliação de Luciana Iodice, diretora de Estratégia e Marketing da agência Media Contacts, do grupo Havas, “estar presente” na rede significava ter um site estruturado de forma bem tradicional, com itens como a história da empresa, sua missão e outras informações do gênero.
“Esse tipo de informação básica continua sendo relevante, e o meio interativo ainda é uma das melhores formas de fornecer dados da empresa no momento em que o usuário busca proativamente pela informação”, diz. “No entanto, marcar presença na internet evoluiu não só no formato, mas também conceitualmente. Hoje, estar online significa também abrir um diálogo com o usuário.” Para Luciana, o tom que deve pautar um site corporativo não deve ser tão básico, o que pode torná-lo obsoleto, mas deve promover interação e, principalmente, oferecer algo de valor aos seus consumidores.
Fonte:Agência Estado
Como fazer um e-mail marketing eficiente
A propaganda por e-mail é a mais conhecida e eficaz ferramenta de marketing digital que se tem notícia. Pesquisa realizada recentemente revelou que 64% dos entrevistados afirmaram fazer compras após o recebimento de um e-mail promocional.
Esta forma de propaganda, porém, continua sendo mal trabalhada pela maioria das empresas. E-mails genéricos e com assuntos sem interesse por parte do receptor são alguns dos erros mais comuns, juntamente com excesso de mensagens.
Para Silvio Tanabe, consultor de marketing digital da Magoweb, obter resultados efetivos com esta forma de promoção, como todas as outras, depende de planejamento. “Muita gente ainda pensa que e-mail marketing é comprar um CD com o endereço de milhares de pessoas (quanto mais melhor) e sair disparando mensagens,entupindo a caixa postal dos pobres coitados”, destaca. “Com certeza esse é o caminho mais seguro para cair na lista de anti-spam.”
De acordo com o consultor, o primeiro passo de uma campanha é estabelecer objetivos e uma estratégia sobre como utilizar as diferentes formas de mensagem. Um e-mail marketing pode ter diferentes propósitos: transmitir informações relevantes para o receptor (caso das newsletter), oferecer uma promoção, destacar os diferenciais de seus produtos e serviços, ser uma ferramenta de relacionamento (com cumprimentos de aniversário, ano novo, novo cliente, promoção no cargo, etc.). “As vendas ou novos negócios gerados são resultado do planejamento do conjunto destas ações e não de e-mails isolados”, destaca Tanabe.
Em relação à base de dados, o código de autorregulamentação de campanhas de e-mail marketing recomenda às empresas não utilizar fontes terceirizadas e sim formar seu próprio mailing, cadastrando os visitantes do site. “Oferecer benefícios adicionais ou brindes é a forma mais eficaz de incentivar as pessoas a fornecerem informações pessoais”, sugere Silvio Tanabe. “Novos contatos também podem ser obtidos com a equipe de vendas e atendimento ao cliente.”
Sempre que possível, o conteúdo do e-mail marketing deve estar relacionado ao site da empresa. No caso de newsletters e promoções, o ideal é que a mensagem contenha links que levem ao site. É um “gancho” para que a pessoa navegue à procura de outras informações de seu interesse.
Links e botões também possuem outra função importante. “As ferramentas de disparo para e-mail marketing contam com diversas formas de mensuração de resultados e podem monitorar o interesse do leitor por um determinado assunto ou produto por meio dele”, acrescenta o consultor da Magoweb.
Aliás, também é recomendada a utilização destas ferramentas para realizada dos disparos das campanhas. Além de agilizar o envio, possuem uma série de recursos, desde evitar que o e-mail seja classificado como spam até o monitoramento sobre quantos foram enviados com sucesso. As mais sofisticadas, inclusive, são capazes de monitorar dia da semana, horário e página que o usuário acessou.
Conheça 10 dicas para promover sua empresa nas redes sociais
Interação. Essa é a marca da web 2.0, evolução da internet que estimula o usuário a levantar discussões, sugerir comentários, compartilhar com outras pessoas conteúdos próprios ou relacionados a seus interesses. É uma verdadeira mudança de paradigmas e, especialmente para pequenos empreendedores, um grande desafio. A pergunta fundamental questiona: ‘como encaixar a empresa nesse cenário, utilizando as ferramentas digitais em prol da divulgação de suas iniciativas?’
Analisando o cenário brasileiro, uma pesquisa recente realizada pelo Sebrae indica que 98% das 5,1 milhões de empresas do Brasil se encaixam na categoria de micro e pequenas empresas (MPEs), e sua movimentação representa 20% do PIB. Grande parte delas tem acesso às tecnologias, sendo celulares e computadores os dispositivos mais utilizados. Cerca de 70% das MPEs têm acesso à internet, entretanto, a navegação ainda está restrita para envio de e-mails, consulta de preços, serviços bancários e compra de mercadorias. Ou seja, ainda há pouca ou nenhuma interação.
Um dos índices que mais chama a atenção é que poucas empresas desse segmento utilizam a web como forma de promoção e divulgação. Apenas 18% possuem sites próprios e 14%, lojas virtuais. Pode parecer um contrassenso, já que estudos demonstram que ações online tendem a ser mais acessíveis aos bolsos dos pequenos empreendedores.
Entretanto, já existem empresas que entenderam o potencial das ferramentas digitais para impulsionar a divulgação “boca a boca” on-line de suas iniciativas, seus serviços e produtos. Ou ‘viralizar’ para usar um termo do meio. Para isso, abriram canais de comunicação com seus consumidores, blogs corporativos para público interno e externo, além de comunidades em redes sociais.
Estamos apenas no começo. Existe, ainda, um grande caminho a percorrer. Por isso, a chave pode estar em perder o medo de errar e embarcar nessa onda. Não adianta fugir desse novo mundo que se desenrola diante dos olhos de todos – tanto no universo dos negócios, quanto no pessoal. Precisa-se aproveitar o momento para fazer o negócio crescer.
Confira dez dicas para ajudar nesse processo:
1. Expanda sua consciência: estude iniciativas/projetos de sucesso.
2. Converse com jovens nascidos na era digital: trocar ideias com quem vive diariamente a web 2.0 traz ótimas lições.
3. Comece a usar as ferramentas da web 2.0: escreva um blog, poste vídeos no YouTube e fotos no Flickr, aprenda a usar o Twitter.
4. Fique de olho no comportamento de seu setor de negócios no mundo digital.
5. Reúna sua equipe e faça uma lista de possíveis formas de usar a web 2.0 em seu negócio. Premie as melhores ideias.
6. Reexamine seus objetivos.
7. Crie estratégia própria para web 2.0, pense em seu marketing.
8. Busque sua palavra-chave: seja autêntico, seja o melhor “você” possível.
9. Perca o medo de errar: aja! Mexa-se agora. Teste. Fracasse. Aprenda. Adapte-se. Repita.
10. Não se esqueça da paixão: ela é o melhor termômetro quando se está no caminho do sucesso.
Fonte: Blog PagSeguro

