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	<title>Magoweb Blog &#187; Uncategorized</title>
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	<description>Novidades sobre a Magoweb e seus produtos e serviços. Notícias sobre o mercado de Marketing Digital e Soluções para Internet.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 07 Feb 2012 18:06:23 +0000</lastBuildDate>
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		<title>5 regras para gerar resultados com o marketing de conteúdo</title>
		<link>http://www.magoweb.com/blog/2012/02/5-regras-para-gerar-resultados-com-o-marketing-de-conteudo/</link>
		<comments>http://www.magoweb.com/blog/2012/02/5-regras-para-gerar-resultados-com-o-marketing-de-conteudo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 18:06:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Tanabe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Content Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing de Conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>

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		<description><![CDATA[Marketing de conteúdo é uma área com muito potencial e que pode se desdobrar em várias atividades, de acordo com o perfil do público-alvo, segmento de atuação e características da empresa. Para não estender a questão, vou listar cinco fundamentos essenciais que servem de referência para iniciar esse trabalho: <a href="http://www.magoweb.com/blog/2012/02/5-regras-para-gerar-resultados-com-o-marketing-de-conteudo/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><em>Publish or perish</em> (traduzido em português para “publique ou morra”) é um jargão cunhado nas universidades, mas poderia muito bem ter sido criado para as empresas que investem em marketing digital. Gerar conteúdo relevante e constantemente atualizado é igualmente importante tanto para o sucesso e a sobrevivência de um profissional do meio acadêmico quanto para uma empresa na internet.</p>
<p class="MsoNormal">Afinal, o que o seu consumidor ou cliente em potencial procura quando faz uma pesquisa no Google ou visita o seu site? Ele quer informação sobre alguma coisa de que necessita no momento. Pode ser o detalhe técnico de uma câmera fotográfica que pretende comprar, a previsão do tempo para o próximo fim de semana, algum vídeo engraçado para descontrair o estresse do dia ou o contato de um fornecedor para complementar o terceiro orçamento de uma licitação. Quanto mais prático, elucidativo ou atraente for o conteúdo, mais chances terá de ser relevante e maiores as chances de quem acessou voltar interessado em novos conteúdos, em um orçamento ou em uma compra direta. <span> </span><span> </span><span> </span></p>
<p class="MsoNormal">Nos EUA, o conteúdo é levado tão a sério que se transformou em um braço do marketing digital (o <em>content marketing</em>, ou marketing de conteúdo) com vários sites e portais especializados no assunto, entre eles o Content Marketing Today (www.contentmarketingtoday.com). Um dos principais gurus na área é Joe Pulizzi (<a href="http://www.joepulizzi.com/">www.joepulizzi.com</a>), autor do livro <em>Get Content</em>, <em>Get Customers</em> (Gere Conteúdo, Gere Clientes, em uma tradução livre). No Brasil, curiosamente, o <em>content marketing</em> ainda é pouquíssimo explorado, revelando talvez o pouco valor que damos ao que é nosso, uma característica cultural, aliás.</p>
<p class="MsoNormal">Mas isso não é de todo ruim. Ao contrário, é uma oportunidade para sua empresa se posicionar no mercado, criar diferenciais e se aproximar de seus clientes e consumidores. Para isso, o primeiro passo é descobrir as maiores prioridades e necessidades do seu público-alvo, aquilo que eles mais procuram na internet. O segundo é desenvolver material que atenda a estas necessidades com um alto grau de satisfação.</p>
<p class="MsoNormal">Como se vê, marketing de conteúdo é uma área com muito potencial e que pode se desdobrar em várias atividades, de acordo com o perfil do público-alvo, segmento de atuação e características da empresa. Para não estender a questão, vou listar cinco fundamentos essenciais que servem de referência para iniciar esse trabalho:</p>
<p class="MsoNormal"><strong> </strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong>1. Tenha uma mensagem principal: </strong>O marketing de conteúdo é, antes de mais nada, uma forma de relacionamento e envolvimento com o seu cliente. Portanto, não perca a oportunidade de transmitir a imagem que deseja: credibilidade, versatilidade, qualidade, etc.<span> </span><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong>2. SEO depende de conteúdo relevante, e vice-versa</strong>: No Brasil, muitas empresas consideram que apenas o trabalho de SEO (colocar os site nas primeiras posições nas pesquisas do Google) é suficiente para gerar negócios. Mas sem conteúdo que atraia o interesse dos visitantes, a otimização se transforma em uma espécie de propaganda enganosa. Seu cliente pode encontrar o site, mas não as informações que realmente procura ou deseja, que vai frustrá-lo. Já conteúdo sem SEO é como ter um belo outdoor no meio do deserto. Nesse caso, quem acaba se frustrando é você. <span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong>3. Encare o conteúdo como uma prestação de serviço ao seu cliente em potencial</strong>: Veja o exemplo do site da Likestore, um aplicativo que transforma sua fan page no Facebook em uma loja. Além das informações sobre o funcionamento e vantagens, o site possui manual passo-a-passo para instalação e configuração que pode ser baixado. Já o portal IDG Now! (<a href="http://www.idgnow.uol.com.br/">www.idgnow.uol.com.br</a>), voltado para profissionais de tecnologia, oferece relatórios técnicos e estudos (White papers) em diversas áreas de TI.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>4. “Espalhe” conteúdo pela internet: </strong>Estude todas as oportunidades para criar conteúdos nas redes sociais, mas lembre-se de que terá de seguir as características de cada uma. As pessoas interagem de uma forma no Facebook e de uma forma diferente no Twitter, por isso é preciso estudar suas diferentes linguagens e se adaptar a elas. Procure as empresas no Brasil e no exterior que melhor utilizam esses sites e avalie formas de implementá-las. Uma referência é a construtora Tecnisa (<a href="http://www.tecnisa.com.br/">www.tecnisa.com.br</a>), presente em praticamente todas as redes e mídias sociais.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>5. Incentive o compartilhamento e a participação</strong>: Outra característica importante das redes e mídias sociais é a de permitir que as pessoas comentem, avaliem e compartilhem o conteúdo que lhes interessa, tornando-o mais dinâmico e aumentando seu potencial de viralização.<span> </span><span> </span></p>
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<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><em>Publish or perish</em> (traduzido em português para “publique ou morra”) é um jargão cunhado nas universidades, mas poderia muito bem ter sido criado para as empresas que investem em marketing digital. Gerar conteúdo relevante e constantemente atualizado é igualmente importante tanto para o sucesso e a sobrevivência de um profissional do meio acadêmico quanto para uma empresa na internet.</p>
<p class="MsoNormal">Afinal, o que o seu consumidor ou cliente em potencial procura quando faz uma pesquisa no Google ou visita o seu site? Ele quer informação sobre alguma coisa de que necessita no momento. Pode ser o detalhe técnico de uma câmera fotográfica que pretende comprar, a previsão do tempo para o próximo fim de semana, algum vídeo engraçado para descontrair o estresse do dia ou o contato de um fornecedor para complementar o terceiro orçamento de uma licitação. Quanto mais prático, elucidativo ou atraente for o conteúdo, mais chances terá de ser relevante e maiores as chances de quem acessou voltar interessado em novos conteúdos, em um orçamento ou em uma compra direta. <span> </span><span> </span><span> </span></p>
<p class="MsoNormal">Nos EUA, o conteúdo é levado tão a sério que se transformou em um braço do marketing digital (o <em>content marketing</em>, ou marketing de conteúdo) com vários sites e portais especializados no assunto, entre eles o Content Marketing Today (www.contentmarketingtoday.com). Um dos principais gurus na área é Joe Pulizzi (<a href="http://www.joepulizzi.com/">www.joepulizzi.com</a>), autor do livro <em>Get Content</em>, <em>Get Customers</em> (Gere Conteúdo, Gere Clientes, em uma tradução livre). No Brasil, curiosamente, o <em>content marketing</em> ainda é pouquíssimo explorado, revelando talvez o pouco valor que damos ao que é nosso, uma característica cultural, aliás.</p>
<p class="MsoNormal">Mas isso não é de todo ruim. Ao contrário, é uma oportunidade para sua empresa se posicionar no mercado, criar diferenciais e se aproximar de seus clientes e consumidores. Para isso, o primeiro passo é descobrir as maiores prioridades e necessidades do seu público-alvo, aquilo que eles mais procuram na internet. O segundo é desenvolver material que atenda a estas necessidades com um alto grau de satisfação.</p>
<p class="MsoNormal">Como se vê, marketing de conteúdo é uma área com muito potencial e que pode se desdobrar em várias atividades, de acordo com o perfil do público-alvo, segmento de atuação e características da empresa. Para não estender a questão, vou listar cinco fundamentos essenciais que servem de referência para iniciar esse trabalho:</p>
<p class="MsoNormal"><strong> </strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong>1. Tenha uma mensagem principal: </strong>O marketing de conteúdo é, antes de mais nada, uma forma de relacionamento e envolvimento com o seu cliente. Portanto, não perca a oportunidade de transmitir a imagem que deseja: credibilidade, versatilidade, qualidade, etc.<span> </span><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong>2. SEO depende de conteúdo relevante, e vice-versa</strong>: No Brasil, muitas empresas consideram que apenas o trabalho de SEO (colocar os site nas primeiras posições nas pesquisas do Google) é suficiente para gerar negócios. Mas sem conteúdo que atraia o interesse dos visitantes, a otimização se transforma em uma espécie de propaganda enganosa. Seu cliente pode encontrar o site, mas não as informações que realmente procura ou deseja, que vai frustrá-lo. Já conteúdo sem SEO é como ter um belo outdoor no meio do deserto. Nesse caso, quem acaba se frustrando é você. <span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong>3. Encare o conteúdo como uma prestação de serviço ao seu cliente em potencial</strong>: Veja o exemplo do site da Likestore, um aplicativo que transforma sua fan page no Facebook em uma loja. Além das informações sobre o funcionamento e vantagens, o site possui manual passo-a-passo para instalação e configuração que pode ser baixado. Já o portal IDG Now! (<a href="http://www.idgnow.uol.com.br/">www.idgnow.uol.com.br</a>), voltado para profissionais de tecnologia, oferece relatórios técnicos e estudos (White papers) em diversas áreas de TI.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>4. “Espalhe” conteúdo pela internet: </strong>Estude todas as oportunidades para criar conteúdos nas redes sociais, mas lembre-se de que<!--[if gte mso 9]&gt;  Normal 0   21   false false false  PT-BR X-NONE X-NONE                           &lt;![endif]--><!--[if gte mso 9]&gt;                                                                                                                                            &lt;![endif]--><!--[if gte mso 10]&gt;--><br />
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<p class="MsoNormal"><em>Publish or perish</em> (traduzido em português para “publique ou morra”) é um jargão cunhado nas universidades, mas poderia muito bem ter sido criado para as empresas que investem em marketing digital. Gerar conteúdo relevante e constantemente atualizado é igualmente importante tanto para o sucesso e a sobrevivência de um profissional do meio acadêmico quanto para uma empresa na internet.</p>
<p class="MsoNormal">Afinal, o que o seu consumidor ou cliente em potencial procura quando faz uma pesquisa no Google ou visita o seu site? Ele quer informação sobre alguma coisa de que necessita no momento. Pode ser o detalhe técnico de uma câmera fotográfica que pretende comprar, a previsão do tempo para o próximo fim de semana, algum vídeo engraçado para descontrair o estresse do dia ou o contato de um fornecedor para complementar o terceiro orçamento de uma licitação. Quanto mais prático, elucidativo ou atraente for o conteúdo, mais chances terá de ser relevante e maiores as chances de quem acessou voltar interessado em novos conteúdos, em um orçamento ou em uma compra direta. <span> </span><span> </span><span> </span></p>
<p class="MsoNormal">Nos EUA, o conteúdo é levado tão a sério que se transformou em um braço do marketing digital (o <em>content marketing</em>, ou marketing de conteúdo) com vários sites e portais especializados no assunto, entre eles o Content Marketing Today (www.contentmarketingtoday.com). Um dos principais gurus na área é Joe Pulizzi (<a href="http://www.joepulizzi.com/">www.joepulizzi.com</a>), autor do livro <em>Get Content</em>, <em>Get Customers</em> (Gere Conteúdo, Gere Clientes, em uma tradução livre). No Brasil, curiosamente, o <em>content marketing</em> ainda é pouquíssimo explorado, revelando talvez o pouco valor que damos ao que é nosso, uma característica cultural, aliás.</p>
<p class="MsoNormal">Mas isso não é de todo ruim. Ao contrário, é uma oportunidade para sua empresa se posicionar no mercado, criar diferenciais e se aproximar de seus clientes e consumidores. Para isso, o primeiro passo é descobrir as maiores prioridades e necessidades do seu público-alvo, aquilo que eles mais procuram na internet. O segundo é desenvolver material que atenda a estas necessidades com um alto grau de satisfação.</p>
<p class="MsoNormal">Como se vê, marketing de conteúdo é uma área com muito potencial e que pode se desdobrar em várias atividades, de acordo com o perfil do público-alvo, segmento de atuação e características da empresa. Para não estender a questão, vou listar cinco fundamentos essenciais que servem de referência para iniciar esse trabalho:</p>
<p class="MsoNormal"><strong> </strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong>1. Tenha uma mensagem principal: </strong>O marketing de conteúdo é, antes de mais nada, uma forma de relacionamento e envolvimento com o seu cliente. Portanto, não perca a oportunidade de transmitir a imagem que deseja: credibilidade, versatilidade, qualidade, etc.<span> </span><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong>2. SEO depende de conteúdo relevante, e vice-versa</strong>: No Brasil, muitas empresas consideram que apenas o trabalho de SEO (colocar os site nas primeiras posições nas pesquisas do Google) é suficiente para gerar negócios. Mas sem conteúdo que atraia o interesse dos visitantes, a otimização se transforma em uma espécie de propaganda enganosa. Seu cliente pode encontrar o site, mas não as informações que realmente procura ou deseja, que vai frustrá-lo. Já conteúdo sem SEO é como ter um belo outdoor no meio do deserto. Nesse caso, quem acaba se frustrando é você. <span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong>3. Encare o conteúdo como uma prestação de serviço ao seu cliente em potencial</strong>: Veja o exemplo do site da Likestore, um aplicativo que transforma sua fan page no Facebook em uma loja. Além das informações sobre o funcionamento e vantagens, o site possui manual passo-a-passo para instalação e configuração que pode ser baixado. Já o portal IDG Now! (<a href="http://www.idgnow.uol.com.br/">www.idgnow.uol.com.br</a>), voltado para profissionais de tecnologia, oferece relatórios técnicos e estudos (White papers) em diversas áreas de TI.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>4. “Espalhe” conteúdo pela internet: </strong>Estude todas as oportunidades para criar conteúdos nas redes sociais, mas lembre-se de que terá de seguir as características de cada uma. As pessoas interagem de uma forma no Facebook e de uma forma diferente no Twitter, por isso é preciso estudar suas diferentes linguagens e se adaptar a elas. Procure as empresas no Brasil e no exterior que melhor utilizam esses sites e avalie formas de implementá-las. Uma referência é a construtora Tecnisa (<a href="http://www.tecnisa.com.br/">www.tecnisa.com.br</a>), presente em praticamente todas as redes e mídias sociais.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>5. Incentive o compartilhamento e a participação</strong>: Outra característica importante das redes e mídias sociais é a de permitir que as pessoas comentem, avaliem e compartilhem o conteúdo que lhes interessa, tornando-o mais dinâmico e aumentando seu potencial de viralização.<span> </span><span> </span></p>
<p class="MsoNormal">terá de seguir as características de cada uma. As pessoas interagem de uma forma no Facebook e de uma forma diferente no Twitter, por isso é preciso estudar suas diferentes linguagens e se adaptar a elas. Procure as empresas no Brasil e no exterior que melhor utilizam esses sites e avalie formas de implementá-las. Uma referência é a construtora Tecnisa (<a href="http://www.tecnisa.com.br/">www.tecnisa.com.br</a>), presente em praticamente todas as redes e mídias sociais.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>5. Incentive o compartilhamento e a participação</strong>: Outra característica importante das redes e mídias sociais é a de permitir que as pessoas comentem, avaliem e compartilhem o conteúdo que lhes interessa, tornando-o mais dinâmico e aumentando seu potencial de viralização.<span> </span><span> </span></p>
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