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	<title>Magoweb Blog &#187; Soluções para Internet</title>
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	<description>Novidades sobre a Magoweb e seus produtos e serviços. Notícias sobre o mercado de Marketing Digital e Soluções para Internet.</description>
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		<title>Como fazer um e-mail marketing eficiente</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jan 2010 21:01:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Soluções para Internet]]></category>
		<category><![CDATA[e-mail Marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta forma de propaganda, porém, continua sendo mal trabalhada pela maioria das empresas. E-mails genéricos e com assuntos sem interesse por parte do receptor são alguns dos erros mais comuns, juntamente com excesso de mensagens.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A propaganda por e-mail é a mais conhecida e eficaz ferramenta de marketing digital que se tem notícia. Pesquisa realizada recentemente revelou que 64% dos entrevistados afirmaram fazer compras após o recebimento de um e-mail promocional.</p>
<p>Esta forma de propaganda, porém, continua sendo mal trabalhada pela maioria das empresas. E-mails genéricos e com assuntos sem interesse por parte do receptor são alguns dos erros mais comuns, juntamente com excesso de mensagens.<br />
Para Silvio Tanabe, consultor de marketing digital da Magoweb, obter resultados efetivos com esta forma de promoção, como todas as outras, depende de planejamento. “Muita gente ainda pensa que e-mail marketing é comprar um CD com o endereço de milhares de pessoas (quanto mais melhor) e sair disparando mensagens,entupindo a caixa postal dos pobres coitados”, destaca. “Com certeza esse é o caminho mais seguro para cair na lista de anti-spam.”</p>
<p>De acordo com o consultor, o primeiro passo de uma campanha é estabelecer objetivos e uma estratégia sobre como utilizar as diferentes formas de mensagem. Um e-mail marketing pode ter diferentes propósitos: transmitir informações relevantes para o receptor (caso das newsletter), oferecer uma promoção, destacar os diferenciais de seus produtos e serviços, ser uma ferramenta de relacionamento (com cumprimentos de aniversário, ano novo, novo cliente, promoção no cargo, etc.). “As vendas ou novos negócios gerados são resultado do planejamento do conjunto destas ações e não de e-mails isolados”, destaca Tanabe.</p>
<p>Em relação à base de dados, o código de autorregulamentação de campanhas de e-mail marketing recomenda às empresas não utilizar fontes terceirizadas e sim formar seu próprio mailing, cadastrando os visitantes do site. “Oferecer benefícios adicionais ou brindes é a forma mais eficaz de incentivar as pessoas a fornecerem informações pessoais”, sugere Silvio Tanabe. “Novos contatos também podem ser obtidos com a equipe de vendas e atendimento ao cliente.”</p>
<p>Sempre que possível, o conteúdo do e-mail marketing deve estar relacionado ao site da empresa. No caso de newsletters e promoções, o ideal é que a mensagem contenha links que levem ao site. É um “gancho” para que a pessoa navegue à procura de outras informações de seu interesse.</p>
<p>Links e botões também possuem outra função importante. “As ferramentas de disparo para e-mail marketing contam com diversas formas de mensuração de resultados e podem monitorar o interesse do leitor por um determinado assunto ou produto por meio dele”, acrescenta o consultor da Magoweb.</p>
<p>Aliás, também é recomendada a utilização destas ferramentas para realizada dos disparos das campanhas. Além de agilizar o envio, possuem uma série de recursos, desde evitar que o e-mail seja classificado como spam até o monitoramento sobre quantos foram enviados com sucesso. As mais sofisticadas, inclusive, são capazes de monitorar dia da semana, horário e página que o usuário acessou.</p>
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		<title>Turbine seu site e prepare-se para as vendas no Natal</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 11:34:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Assessoria de Comunicao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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		<category><![CDATA[vendas de Natal]]></category>

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		<description><![CDATA[Silvio Tanabe A julgar pelo desempenho do comércio eletrônico no Dia das Crianças, as vendas de Natal por meio deste canal de varejo prometem bater recordes e abocanhar uma parte significativa dos R$ 53,7 bilhões previstos para entrar na economia devido ao pagamento do 13º salário. Portanto, este é o momento para planejar as ações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><!--[endif]-->Silvio Tanabe</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">A julgar pelo desempenho do comércio eletrônico no Dia das Crianças, as vendas de Natal por meio deste canal de varejo prometem bater recordes e abocanhar uma parte significativa dos R$ 53,7 bilhões previstos para entrar na economia devido ao pagamento do 13º salário. Portanto, este é o momento para planejar as ações promocionais do seu site e ficar um passo à frente da concorrência. Para isso, elaboramos um check-list dos principais pontos a serem trabalhados. São eles:</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong>Dê um “banho de loja” no site</strong>: Este é um bom momento para atualizar o conteúdo do site, revendo textos, substituindo imagens antigas, acrescentando novas seções sobre produtos, modernizando o layout e facilitando as consultas dos clientes. O site é como a sua loja: quanto mais atraente ela for, mais visitas terá.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong>Crie promoções</strong>: Para se destacar é preciso criar promoções diferenciadas para os seus clientes na internet. Ofereça algum tipo de benefício: ofertas especiais, preços diferenciados para compras antecipadas, sorteio de brindes, etc. Reserve um espaço especial e de destaque no seu site para elas.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong>Faça propaganda:</strong> Não basta ter um bom site e promoções diferenciadas, é preciso que os seus clientes saibam que elas existem. Para divulgá-las, você pode usar os próprios recursos da internet, como campanhas de links patrocinados em sites de busca como Google, Yahoo! e Bing, banners em portais de conteúdo ou e-mail marketing.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong>O importante é pagar</strong>: Oferecer todas as formas possíveis de pagamento (cartões de crédito de todas as bandeiras, boleto, débito automático, etc.) também é um diferencial e compensa amplamente os custos envolvidos. Na internet, um cliente pode desistir facilmente de uma compra se a loja não oferece, por exemplo, pagamento por meio do cartão de crédito com a bandeira ele possui.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong>Atenção com a logística:</strong> Tão importante quanto vender é entregar de forma ágil e com menores custos. Da mesma forma que os pagamentos, procure oferecer opções de remessa, em que o custo é calculado de acordo com prazo de entrega, possibilidade de rastreamento e segurança. Os Correios oferecem ainda o e-Sedex, com desconto de até 50% no preço da remessa para empresas de comércio eletrônico que possuam site próprio e determinado volume de encomendas. Vale a pena se informar. <span> </span><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong>Monitore a audiência e o tráfego</strong>: Uma das grandes vantagens do comércio eletrônico é a possibilidade de mensurar em detalhes a audiência e o tráfego nos sites. Faça uso de ferramentas como o Google Analytics para descobrir o número de visitas, origem dos internautas, tempo de visitação, páginas mais visitadas, horário e dia da semana com maior número de visitas. Estes relatórios constituem um verdadeiro mapa de oportunidades, permitindo que você acompanhe e avalie os resultados das suas ações.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span> </span><em>Silvio Tanabe é consultor da Magoweb Marketing Digital e Soluções para Internet</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>60% consulta web antes de comprar</title>
		<link>http://www.magoweb.com/blog/2009/08/60-consulta-web-antes-de-comprar/</link>
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		<pubDate>Mon, 10 Aug 2009 14:39:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Soluções para Internet]]></category>
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		<description><![CDATA[Antes de comprar, 60% dos brasileiros acessam o site da loja e 58% consideram opiniões de internautas na web (ante a 48% desde dezembro de 2008). É o que aponta a pesquisa F/Radar, feita pela F/Nazca com apoio do Datafolha. Os números acima nos mostram não só a importância de um bom site institucional, como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de comprar, 60% dos brasileiros acessam o site da loja e 58% consideram opiniões de internautas na web (ante a 48% desde dezembro de 2008). É o que aponta a pesquisa F/Radar, feita pela F/Nazca com apoio do Datafolha.</p>
<p>Os números acima nos mostram não só a importância de um bom site institucional, como também a necessidade e a relevância de termos uma boa imagem junto aos internautas e e-consumidores a fim de que a nossa reputação – terceirizada – tenha impacto positivo.</p>
<p>Vale ressaltar que é exatamente essa a lógica dos sites de comércio eletrônico, como o MercadoLivre, os consumidores travam negociações entre si, emitem opiniões, recomendam ou não vendedores, falam sobre produtos, se expressam, sem a interferência das marcas ou da imprensa, por exemplo.</p>
<p>Fonte: iMasters</p>
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		<title>Web influencia 15% do varejo nacional</title>
		<link>http://www.magoweb.com/blog/2009/07/web-influencia-15-do-varejo-nacional/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Jul 2009 16:37:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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		<description><![CDATA[A F/Nazca divulgou na manhã desta segunda-feira a quinta edição do levantamento sobre internet no Brasil, realizado pela agência com apoio operacional do Datafolha. A pesquisa atestou que a rede mundial de computadores vem sendo incorporada de forma cada vez mais relevante ao dia-a-dia do consumo no País. Entre os brasileiros com mais de 16 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A F/Nazca divulgou na manhã desta segunda-feira a quinta edição do levantamento sobre internet no Brasil, realizado pela agência com apoio operacional do Datafolha. A pesquisa atestou que a rede mundial de computadores vem sendo incorporada de forma cada vez mais relevante ao dia-a-dia do consumo no País.</p>
<p>Entre os brasileiros com mais de 16 anos, 15% disseram ter o costume de consultar a rede antes de comprar em estabelecimentos de rua ou shoppings. Equivaleria dizer que a plataforma virtual tem impacto sobre cerca de R$ 51 bilhões do comércio varejista nacional*. Daqueles que afirmaram consultá-la, 63% possuem acesso em casa, 60% navegam no site da loja e 58% assumem levar em consideração a opinião de outros internautas.</p>
<p>O estudo revelou ainda que 12,6% da população, 16,5 milhões de pessoas, já adquiriu produto ou serviço online e que, delas, 72% o fizeram de suas residências. Os dados ganham ainda mais destaque quando se leva em consideração o fato de que a assiduidade é um traço marcante do perfil de navegação no Brasil: 83% dos 66 milhões de internautas identificados pela pesquisa entram na rede pelo menos uma vez por semana e 32% a utilizam todos os dias.</p>
<p>Segundo Fabio Fernandes, presidente e diretor de Criação da F/Nazca, os resultados indicam a necessidade de um novo fôlego à democratização da internet no País. “A difusão do acesso, sobretudo doméstico, deixou de ser um argumento meramente cultural para ganhar ainda mais relevância econômica. Pelo nosso levantamento fica claro que internet em casa é praticamente condição tanto da compra quanto da pré-compra à distância”. A conexão nos lares, no entanto, é realidade apenas de 26% da população.</p>
<p>A F/Nazca realiza a pesquisa sobre Internet no Brasil semestralmente desde o início de 2007. No levantamento de março deste ano foram feitas 2.117 entrevistas em todo o País. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, dentro de um nível de confiança de 95%. O desenho amostral foi elaborado com base em informações do Censo 2000 e estimativas 2008 do IBGE.</p>
<p>*Fonte: IBGE, Pesquisa Anual do Comércio 2006. Cálculo sobre a receita operacional líquida do comércio varejista. O segmento “Combustíveis”, que representou 23,9% do volume total, não foi considerado.</p>
<p>Fonte da matéria: Adnews</p>
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		<title>Comércio eletrônico não sofre com a crise</title>
		<link>http://www.magoweb.com/blog/2009/06/comercio-eletronico-nao-sofre-com-a-crise/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 20:37:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De acordo com uma pesquisa da eMarketer o e-commerce americano não foi tão afetado pela crise. Espera-se que o setor movimente 131,9 bilhões de dólares, apenas 0,4% menos que no ano passado. Se, como preveem os economistas, a recessão dos Estados Unidos terminar esse ano, as vendas online de 2010 poderão crescer até quase 10%, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com uma pesquisa da eMarketer o e-commerce americano não foi tão afetado pela crise. Espera-se que o setor movimente 131,9 bilhões de dólares, apenas 0,4% menos que no ano passado.</p>
<p>Se, como preveem os economistas, a recessão dos Estados Unidos terminar esse ano, as vendas online de 2010 poderão crescer até quase 10%, acumulando 144,7 bilhões de dólares. A eMarketer indica ainda um crescimento superior a 10% ao ano a partir de 2011, até 2013.</p>
<p>Um dos analistas da eMarketer, Jeffrey Grau, explica que uma pequena queda já era esperada. “Quanto maior ficam as vendas online, mais dicíl fica manter um alto nível de crescimento anual”. Para, ainda assim, explicar a retomada do aumento das vendas, Grau diz que ele acontece porque a cada ano as pessoas fazem compras maiores pela internet.</p>
<p>O mercado americano hoje conta com cerca de 144,2 milhões de possíveis compradores online, ou 84,2% dos internautas. A mesma pesquisa confirma que até 2013, esse número chegará a 177,7 milhões de pessoas, 90,5% dos usuários de internet. “Isso significa que quase nove entre dez pessoas que usam a internet, farão pesquisas, comparações e compras online esse ano”, disse Grau.</p>
<p><strong>Fonte: </strong>Mariana Amaro do Info Online</p>
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		<title>E-commerce movimentou US$ 193 bi no Brasil</title>
		<link>http://www.magoweb.com/blog/2009/06/e-commerce-movimentou-us-193-bi-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 12:13:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) aponta que US$ 193 bilhões foram movimentados com o comércio eletrônico no Brasil em 2008. O estudo, realizado junto a 434 empresas, indica um crescimento de 13% na atividade, em relação a 2007. As transações de comércio eletrônico entre empresas, o chamado Business to Business (B2B), representaram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) aponta que US$ 193 bilhões foram movimentados com o comércio eletrônico no Brasil em 2008. O estudo, realizado junto a 434 empresas, indica um crescimento de 13% na atividade, em relação a 2007.</p>
<p>As transações de comércio eletrônico entre empresas, o chamado Business to Business (B2B), representaram 53,8% do e-commerce brasileiro no ano passado, movimentando US$ 140 bilhões, o que representa aumento anual de 3%.</p>
<p>Já as transações entre empresas e consumidores, ou Business to Consumers (B2C), totalizaram US$ 53 bilhões, o que responde a 25,12% do total e alta de 31% ano/ano.</p>
<p>Para Alberto Luiz Albertin, professor da FGV realizador do estudo, as empresas estão percebendo que as relações com os clientes são de extrema importância para o comércio eletrônico, mesmo sendo esse um meio virtual.</p>
<p>“Hoje, o tratamento pessoal é prioritário dentro de uma empresa virtual”, destaca Albertin.</p>
<p>Fonte: Baguete Online<br />
Por Gláucia Civa</p>
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		<title>E-commerce satisfaz mais de 86 % dos consumidores brasileiros</title>
		<link>http://www.magoweb.com/blog/2009/05/e-commerce-satisfaz-mais-de-86-dos-consumidores-brasileiros/</link>
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		<pubDate>Thu, 14 May 2009 12:52:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Comércio Eletrônico brasileiro foi aprovado por 86,3% das pessoas que compraram algum item pela Internet no mês de abril. Esta é a principal constatação do “Índice de Confiança do e-Consumidor” que acaba de ser lançado pela consultoria e-bit, em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS), comitê da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Comércio Eletrônico brasileiro foi aprovado por 86,3% das pessoas que compraram algum item pela Internet no mês de abril. Esta é a principal constatação do “Índice de Confiança do e-Consumidor” que acaba de ser lançado pela consultoria e-bit, em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS), comitê da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), dedicado a orientar o usuário da rede quanto às melhores práticas de navegação.</p>
<p>O patamar de aprovação alcançado em abril foi o maior do ano, já que nos três meses ateriores (janeiro, fevereiro e março) a satisfação dos compradores havia ficado em 85,87%, 85,59% e 85,90%, respectivamente. “Estes números estão bem próximos dos índices de satisfação registrados nos EUA, por exemplo, onde a cultura de compras não presenciais é muito mais disseminada do que no Brasil. Este resultado positivo é uma prova de que, apesar de certa dose de alarmismo, o Comércio Eletrônico brasileiro é seguro e atende às expectativas dos consumidores”, afirma o coordenador do Movimento Internet Segura, Djalma Andrade.</p>
<p>Andrade comenta que o lançamento do “Índice de Confiança do e-Consumidor”, em parceria com a e-bit, proporcionará um acompanhamento mais próximo da relação das lojas eletrônicas com seus clientes. “Teremos um termômetro divulgado mensalmente e mostraremos com isso que, adotando um comportamento seguro, o usuário pode sim confiar na Internet como uma forma de fazer compras com maior comodidade, rapidez e praticidade”, diz.</p>
<p>Fonte: ADnews</p>
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		<title>Comércio eletrônico cresce 25% nos primeiros dois meses de 2009</title>
		<link>http://www.magoweb.com/blog/2009/04/comercio-eletronico-cresce-25-nos-primeiros-dois-meses-de-2009/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Apr 2009 19:04:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Muitos empresários têm visto no mundo virtual uma oportunidade de novos negócios. São Paulo &#8211; Apesar da crise econômica, o comércio eletrônico vem crescendo muito acima da média nacional Apenas nos dois primeiros meses deste ano, o e-commerce cresceu 25% em relação ao ano passado, segundo dados da consultoria e-bit. Muitos empresários têm visto no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muitos empresários têm visto no mundo virtual uma oportunidade de novos negócios.</p>
<p>São Paulo &#8211; Apesar da crise econômica, o comércio eletrônico vem crescendo muito acima da média nacional Apenas nos dois primeiros meses deste ano, o e-commerce cresceu 25% em relação ao ano passado, segundo dados da consultoria e-bit. Muitos empresários têm visto no mundo virtual uma oportunidade de novos negócios e de expansão de seus empreendimentos reais.</p>
<p>&#8220;O comércio eletrônico vem se consolidando como uma opção segura e mais barata para as pequenas empresas&#8221;, diz a diretora de marketing da Associação Comercial, Sandra Turchi, que fez a palestra de apresentação do seminário promovido pela Associação Comercial de São Paulo e a Câmara-e-net, que tem o patrocínio do Sebrae.</p>
<p>Para Edilson Flausino, consultor da câmara e-net, a participação das micro e pequenas empresas, que representam 99% dos estabelecimentos formais do País, ainda são tímidas. &#8220;É um mercado em potencial e as micro e pequenas empresas não podem perder essa oportunidade.&#8221;</p>
<p>Atualmente há 60 mil lojas fazendo comércio eletrônico no Brasil. Os pequenos negócios respondem por apenas 20% do faturamento do e-commerce, enquanto os 80% restantes estão concentrados nas mãos das 20 maiores empresas.</p>
<p>Segundo Sandra, as vantagens são inúmeras no comércio eletrônico: não são necessários atendentes; funciona 24 horas, não há investimento em gôndolas, não há atendimento no balcão; há menos horários de pico.</p>
<p>Para entrar neste mundo virtual, no entanto, é preciso que o pequeno empresário esteja estabelecido como uma empresa. &#8220;Ele precisa abrir uma empresa no mundo real, fazer um plano de negócios, verificar como se comporta a concorrência. Ou seja, para vale a máxima do mundo real: planejamento&#8221;, diz Sandra.</p>
<p>Apesar de não ter os custos da abertura de uma loja, o comércio eletrônico exige que o empresário invista principalmente em tecnologia, parceiros logísticos, marketing e formas de pagamento.</p>
<p>Sandra diz que os sites atualmente são meros cartões de visita. &#8220;Na rede mundial de computadores, a empresa precisa ter presença digital. Isso significa interação com as redes social (Orkut, blogs), com os buscadores e outras alternativas de marketing na internet&#8221;.</p>
<p>Fonte: Diário de Canoas Online<br />
As informações são da Agência de Notícias Sebrae</p>
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		<title>E-commerce bate a marca de 13 milhões de brasileiros</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Mar 2009 20:31:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[De acordo com dados divulgados pela consultoria e-bit nesta terça-feira (17), o número de consumidores brasileiros que compraram pela internet chegou a 13,2 milhões, em 2008. O número representa um aumento de 39% em relação ao ano anterior. O aumento na participação da classe C tem sido responsável pelo crescimento do e-commerce. Segundo a e-bit, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com dados divulgados pela consultoria e-bit nesta terça-feira (17), o número de consumidores brasileiros que compraram pela internet chegou a 13,2 milhões, em 2008. O número representa um aumento de 39% em relação ao ano anterior.</p>
<p>O aumento na participação da classe C tem sido responsável pelo crescimento do e-commerce. Segundo a e-bit, famílias com renda média mensal de até R$ 3 mil representaram 60% dos novos consumidores em 2008. Em um ano, a participação da classe C no comércio eletrônico brasileiro passou de 37% para 42%. No ano passado, as mulheres passaram a representar 51% dos consumidores online.</p>
<p>Para Pedro Guasti, diretor geral da e-bit, a crise dificultou o crescimento. &#8220;O valor ainda seria mais alto (R$ 6 bilhões) se não fosse a crise econômica. Mesmo assim houve um crescimento [anual] significativo&#8221;, disse. A expectativa para 2009 é que o e-commerce brasileiro movimente R$ 10 bilhões.</p>
<p>Até o final do semestre, a consultoria espera que o Brasil ultrapasse a marca de 15 milhões de consumidores online. Para o final do ano, a expectativa é que o número chegue a 17,2 milhões de compradores.</p>
<p>As categorias mais populares entre os brasileiros em 2008 foram: Livros (17%), Saúde e Beleza (12%), informática (11%), Eletrônicos (9%) e Eletrodomésticos (6%).</p>
<p>Fonte: Redação AdNews<br />
Com informações do IDG Now</p>
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		<title>E-commerce movimenta R$ 8,2 bi no Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Mar 2009 18:20:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As compras de bens de consumo realizadas no comércio eletrônico brasileiro somaram R$ 8,2 bilhões em 2008, o que representa crescimento de 30% em relação ao ano anterior, informa a e-bit. O relatório WebShoppers realizado pela e-bit, que conta com o apoio da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, demonstra que, no ano passado, mais de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As compras de bens de consumo realizadas no comércio eletrônico brasileiro somaram R$ 8,2 bilhões em 2008, o que representa crescimento de 30% em relação ao ano anterior, informa a e-bit.</p>
<p>O relatório WebShoppers realizado pela e-bit, que conta com o apoio da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, demonstra que, no ano passado, mais de 13 milhões de brasileiros compraram pela internet pelo menos uma vez.</p>
<p>Em 2008, o tíquete médio foi de R$ 328, sendo o Natal a data comemorativa de maior destaque para o comércio eletrônico, com faturamento de R$ 1,25 bilhão e tíquete médio de R$ 346.</p>
<p>Entre as categorias mais vendidas estão Livros; Saúde, Beleza e Medicamentos; Informática; Eletrônicos e Eletrodomésticos. De acordo com o estudo, 19% dos consumidores que fizeram compras pela web em 2008 tinham mais que 50 anos, número superior aos anos anteriores.</p>
<p>Previsões<br />
“A expectativa de crescimento para 2009 é de 20% a 25%, um cenário muito positivo se compararmos com a realidade mundial”, declara o diretor geral da e-bit e vice presidente de Estratégias da camara-e.net, Pedro Guasti.</p>
<p>Para o primeiro semestre de 2009, estima-se que o e-commerce movimente algo em torno de R$ 4,5 bilhões, R$ 800 milhões a mais que em relação aos seis primeiros meses do ano passado, quando o setor atingiu R$ 3,8 bilhões, um crescimento de 20% em relação a 2008.</p>
<p>Fonte: Baguete</p>
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