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Novidades sobre a Magoweb e seus produtos e serviços. Notícias sobre o mercado de Marketing Digital e Soluções para Internet.



Arquivo da Categoria ‘Sem categoria’




novembro 30, 2009 por Assessoria de Comunicao | Sem categoria

Magoweb desenvolve novo site para Geguton e aumenta em 70% número de clientes ativos

Com sede em Cachoeira do Sul (RS), a Geguton, empresa do setor metal-mecânico (www.geguton.com), é especializada na fabricação de artefatos em metal para decoração (porta-retratos a painéis, quadros, móbiles) perfazendo um total de 300 itens. Além de comercializar seus produtos para todo o país, a empresa também exporta para Estados Unidos, Argentina, Uruguai, Colômbia e Venezuela. Fornece produtos exclusivos para Imaginarium e Tok&Stok e também desenvolve itens personalizados. Alguns casos de sucesso: Boticário, Cacau Show, Kraft e Itaú, entre outros.

A Geguton concentra suas ações de marketing em grandes feiras especializadas,  como a Gift Fair e Escolar, onde expõe seus produtos para empresas do Brasil e exterior. As vendas são realizadas nos próprios eventos e por meio do website, em que são divulgados lançamentos e promoções. Até agosto de 2009, o site era responsável por 70% das vendas da empresa, com 3 mil usuários cadastrados e cerca de 800 ativos.

Mesmo gerando tantas vendas, o site da Geguton era motivo de insatisfação de muitos clientes, que reclamavam das dificuldades em localizar e efetivar a compra dos produtos de interesse. “A navegabilidade era ruim a ainda por cima as páginas demoravam para carregar, provocando mais insatisfação”, resume Janaína Patta, da Geguton. A empresa também não tinha qualquer noção sobre a audiência e tráfego do site, pois não havia relatórios gerenciais sobre número de acessos.

Outra deficiência apresentada era a falta de divulgação. Quem, por exemplo, fizesse uma pesquisa em sites de busca como Google e Yahoo! à procura de artigos de decoração não encontraria a Geguton, pois a empresa não realizava nenhum investimento para promover seu site na internet.

Para desenvolver uma solução que corrigisse esses problemas, o primeiro passo da Magoweb foi realizar um estudo que incluiu, além das questões técnicas do site, uma análise de mercado envolvendo o perfil de seus clientes e atuação dos concorrentes na internet. A partir daí, foram definidas três frentes de trabalho:

Site: criação de layout atualizado, com navegação dinâmica e intuitiva, inserção de ferramenta de pesquisa para facilitar o acesso às informações sobre os itens de interesse, textos curtos e objetivos destacando os diferenciais dos produtos e da empresa e depoimento de clientes satisfeitos para gerar credibilidade.

e-Commerce: no estudo, foi detectado que muitos dos clientes da Geguton (principalmente lojistas) não eram familiarizados com os recursos da internet e portanto tinham mais dificuldades em fazer seus pedidos pelo site. A preocupação então foi desenvolver um processo com etapas bastante claras e didáticas, com o suporte de seções esclarecendo as dúvidas mais freqüentes e um canal de comunicação direta (Fale Conosco) e também uma forma simplificada para facilitar a compra de clientes recorrentes.

Promoção: Para divulgar o site aos clientes e prospects, foi criada uma newsletter para divulgar as promoções e os lançamentos.

O novo site desenvolvido pela Magoweb entrou no ar em agosto e, de acordo com Janaina Patta, tem tido resultados bastante satisfatórios. “Tínhamos receio de que nossos clientes, principalmente os mais acostumados ao site anterior, estranhassem e tivessem dificuldades, mas aconteceu o contrário”, explica. “A receptividade foi a melhor possível, o site recebeu muitos elogios.”

A aprovação se traduziu nas vendas. Desde o lançamento o site passou a centralizar 98% das vendas da Geguton, um aumento de 28 pontos percentuais em apenas três meses. O número de clientes cadastrados cresceu 25%, enquanto o de ativos aumentou 70%.

“A grande sacada da equipe da Magoweb foi o de procurar entender o nosso negócio e o que nossos clientes precisavam. Percebendo a dificuldade em navegar pelo site, criaram uma forma simples e prática de acessar, pesquisar os itens de interesse e comprar”, destaca Janaina.

Satisfeita com a vendas do site para empresas, a Geguton agora planeja para 2010 criar uma loja virtual para atender também ao consumidor final. O novo site, segundo Janaina Patta, terá por objetivo atender a todos os clientes, alcançando-os em todas as regiões em que os produtos da empresa não são comercializados ou  que não possuam itens determinados.


novembro 30, 2009 por Assessoria de Comunicao | Sem categoria

Investimento em marketing digital vai aumentar 10% no próximo ano, constata pesquisa

Em 2010 a maioria das empresas brasileiras pretende aumentar a atuação na mídia digital — 84% delas planejam realizar algum tipo de marketing na web, o que representa um crescimento de 10% em relação a 2009. A verba de marketing para as ações on-line também deverá aumentar 3% no ano que vem, especialmente entre as companhias de maior porte e as que destinam mais de R$ 10 milhões para a publicidade e propaganda.

A constatação é da pesquisa Marketing Visão 360º, realizada pela TNS Research International em parceria com o portal Mundo do Marketing, com o objetivo de investigar temas relacionados ao cotidiano das áreas de marketing. Foram entrevistados, em setembro, 430 profissionais de marketing de companhias brasileiras e multinacionais, dos setores de serviço, varejo, bens de consumo e bens duráveis.

Outro aspecto analisado no estudo foi o orçamento de marketing das empresas. Ao contrário do que se imaginava, mesmo com a inclusão de ações on-line, a verba de marketing das empresas não diminuiu em 2009. “Em 50% das organizações não houve alterações no budget e em 40% delas aumentou” afirma Luciana Piedemonte, gerente de marketing da TNS Research International. Ela também chama a atenção para o intenso movimento de migração do off-line para o on-line em ações de marketing direto.

A participação das ações de marketing digital apresentou expressivo crescimento em relação ao ano passado. Para 2010 a projeção é que essa modalidade ganhe ainda mais espaço no conjunto de ações de marketing em todas as empresas, independentemente do volume de investimentos na área. Entre as organizações que investem até R$ 1 milhão de reais/ano a expectativa é que as iniciativas no ambiente digital respondam por 50% do orçamento da área. Naquelas que investem acima de 10 milhões, a participação deverá alcançar 25%.

De acordo com os resultados do estudo, a maioria das organizações utiliza a Internet principalmente para divulgar produtos (78%) ou se relacionar com os consumidores (69%). Do total de empresas entrevistadas (427), 30% possuem blogs corporativos, 30% utilizam o Twitter e 16% o Orkut. Mas 30% delas ainda desconhecem as vantagens desses recursos.
O e-mail marketing é, de longe, a ferramenta de marketing digital mais popular entre as empresas (é utilizada em 88%), seguida de anúncios em sites segmentados (53%), ações em sites de relacionamento e links patrocinados (50%).

Enquanto que as empresas nacionais de pequeno porte desenvolvem ações menos complexas (como e-mail marketing, inserção de anúncios em portais/sites especializados ou links patrocinados), as multinacionais lançam mão de ferramentas mais sofisticadas (como o marketing viral) e marcam presença em redes sociais (Twitter, Orkut e Facebook, entre outras).

Para Bruno Mello, diretor executivo do portal Mundo do Marketing os resultados do estudo apontam uma tendência irreversível. “Daqui para a frente dificilmente as empresas conseguirão se relacionar com seus consumidores ou vender produtos sem a utilização do meio digital”, ressalta.

Fonte: www.administradores.com.br


novembro 30, 2009 por Assessoria de Comunicao | Sem categoria

66% das micro e pequenas empresas têm site, mas acesso é baixo

A maioria (66%) dos empreendimentos que atuam no Estado de São Paulo tem um site próprio para divulgar seus negócios no universo digital, mostra estudo divulgado hoje pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP). No entanto, a visibilidade dessas empresas no meio virtual ainda é pequena e se traduz em uma média de acessos bastante modesta, de 1.525 por mês, bem abaixo dos padrões comerciais, de dez mil acessos ao mês. O porcentual de empresas que ainda não aportaram na internet é maior entre as microempresas (41%), seguido pelas pequenas (15%), grandes (14%) e médias (5%).

Embora dois terços das empresas já tenham aderido ao mundo virtual, o estudo mostra que apenas 36% utiliza a internet como canal de compra e venda. Os grandes negócios são os que mais refutam esse tipo de ferramenta (76%), seguidos pelos micro e médios, com 66% e 62%, respectivamente. Entre as pequenas empresas, 54% não exploram o mercado online, seja para incremento de suas vendas ou para compra de produtos e serviços.
Para descobrir o motivo do empreendimento via web não ser frequente entre as empresas do Estado, a ACSP consultou 765 organizações que recusam o uso da ferramenta para compra e venda. A maior parte dos entrevistados para o estudo (46%) informou que não sente necessidade de fazer negócios pela internet. Outros 17% alegaram que a sua empresa ainda não investiu o suficiente para explorar esse nicho, enquanto 13% reconheceram que não sabem como proceder no uso da internet para este fim.

A pesquisa abordou ainda as empresas que exploram o mercado online a respeito do peso das vendas virtuais sobre o total comercializado por elas em um mês. A maior parte delas (38%) teve até 10% do volume total de vendas gerado pelo e-commerce. Para 17% dos consultados, a porcentagem das vendas virtuais sobre o total variou entre 10% e 30%, e, para 8% das empresas, o volume girou entre 30% e 50% do montante comercializado. O estudo conclui também que 26% dos entrevistados apenas compram pela internet, mas não vendem.

Na análise por segmento, a indústria é a que mais investe em conteúdo online (80%), apresentando um número médio de 819 acessos mensais. O comércio atacadista vem na sequência, com 70% das empresas com participação no mundo virtual e média de 1.611 acessos mensais. Entre as prestadoras de serviço, a porcentagem chega a 67%, com 1.717 acessos ao mês. O comércio varejista tem 60% de participação, com média mensal de 1.506 acessos. Por fim, 58% das instituições financeiras que atuam em São Paulo têm canal próprio na internet, com uma média de 1.788 acessos mensais.

O levantamento da ACSP trabalhou com um universo de 1.201 empresas que fazem parte da base consulta da entidade. Ao todo, o cadastro reúne mais de mil instituições que atuam no Estado de São Paulo.

Fonte: Agência Estado


novembro 9, 2009 por Assessoria de Comunicao | Sem categoria

Quando vou começar a ter resultados com o Twitter e as mídias sociais?

Silvio Tanabe

A pergunta é natural diante de tantas notícias e reportagens na imprensa sobre quem está se dando bem, principalmente no Twitter, a sensação do momento. E a resposta parece ser clara: quanto mais tempo você demorar para participar das redes sociais, menores serão as chances de explorar todas estas oportunidades.

Isso explica a correria das empresas em entrar nessa nova onda. Afinal, é só acompanhar algumas estatísticas: o número de usuários do Twitter aumentou 1600% entre julho de 2008 e 2009, sendo que os brasileiros são os que passam mais tempo “tuitando” (cerca de 41,5 minutos por mês de acordo com pesquisa da ComScore). Somente em São Paulo, 45% da população já participa de alguma rede social, índice que aumenta para 75% entre os jovens entre 18 e 24 anos (Ibope Mídia). Nas empresas, segundo estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (NTT/URFJ), 74% dos pesquisados planejam participar das mídias sociais nos próximos 12 meses. Diante de números tão promissores, por que não tentar?

Até aí, nada de mais. O problema é quando as empresas, ansiosas por resultados rápidos, colocam “o carro na frente dos bois” (a expressão é tão antiga quanto válida). A mesma pesquisa da URFJ revelou que 49% dos pesquisados já entram nas mídias sociais querendo “faturar” de alguma forma: insistem em oferecer seus produtos nas comunidades, fazem propaganda descarada nos blogs, enviam mensagens comerciais sem permissão. Ou, por outro lado, participam dessas mídias sem propósito definido, simplesmente “por participar”, para fazer parte e ver o que acontece.

A conseqüência: comunicação com conteúdo irrelevante, propaganda demais, foco de menos e, pior, a reação contrária dos internautas, que pode ir da indiferença à indignação. Por estas razões, os índices de sucesso nas redes sociais estão abaixo do que poderiam estar.

Em vez de escolher o caminho mais rápido, o ideal é trilhar pelo mais seguro. Além de maior potencial para gerar resultados, fazer um planejamento prévio com base no conhecimento das mídias sociais, do perfil do público-alvo e em ações sintonizadas com outras ferramentas de marketing digital também tem menos probabilidade de ser rejeitada. Os principais aspectos a serem levados em conta neste sentido são:

Entenda como as mídias sociais funcionam – Comunidades, blogs e Twitter possuem uma dinâmica própria, que só são compreendidas quando se faz parte delas. Portanto, antes de delegar a tarefa a terceiros, é essencial que você participe para ter uma noção mais clara sobre as regras de conduta e formas de abordagem mais apropriadas. Uma das primeiras coisas que descobrirá, por experiência própria, é porque ninguém nesse meio gosta de vendas diretas.

Entenda como o seu público-alvo interage – Estude como seus clientes, consumidores ou prospects participam das mídias sociais. Eles a utilizam para conhecer a opinião de outras pessoas sobre o seu produto, para reclamar ou elogiar? Estão interessados em assuntos profissionais ou pessoais? Quais os sites mais freqüentados (Orkut, Facebook, Sonico, MySpace, Via6, Linked In, Plaxo etc.) E se não participam, isso ocorre por falta de tempo, interesse ou dificuldade em acompanhar estas novidades? O que os motivaria a fazer parte de uma rede social?

Defina a estratégia – As etapas acima são fundamentais para o passo seguinte, definir a estratégia de atuação, que pode se dar em três níveis principais: canais relacionamento (atendimento a reclamações, esclarecimento de dúvidas, interação com clientes e consumidores), comunicação (divulgação de lançamentos ou atualizações de produtos, informações práticas) ou campanhas de fidelização (promoções exclusivas para quem participa ou segue em suas comunidades, blogs ou Twitter). Independente da escolha, é essencial atuar de forma integrada a outras iniciativas de marketing utilizadas pela empresa, sejam online (website, e-mail marketing, links patrocinados, banners) ou offline (anúncios, mala direta, assessoria de imprensa etc.)

Crie um diferencial – Só participar não é o bastante. É preciso participar de forma diferenciada. Seja por meio de conteúdo exclusivo, promoções especiais ou atendimento personalizado. É a melhor maneira de conquistar atenção, fidelidade do público e, principalmente, fazer com que as suas iniciativas sejam divulgadas pelos próprios participantes por meio do boca a boca.

Tenha objetivos claros e mensure os resultados – Uma das grandes vantagens do marketing digital é dispor de recursos que permitem mensurar os resultados das mais diversas formas. Use isso a seu favor, estabelecendo objetivos e metas claros para cada mídia social. Uma dica para facilitar a tarefa é canalizar as ações das mídias sociais no site da empresa. Por exemplo, em uma promoção pelo Twitter, faça com que os internautas tenham de visitar o site para conhecer as regras ou os prêmios. Dessa forma, é possível mensurar em detalhes a audiência (região de proveniência dos visitantes, duração) e o tráfego (páginas mais visitas) do site e relacioná-los com a receptividade da campanha. É também uma forma dos internautas conhecerem mais sobre a sua empresa e outros produtos oferecidos.

Para exemplificar, selecionei casos de algumas empresas que encontraram formas criativas de explorar o potencial das mídias sociais:

A loja virtual CompraFácil (www.comprafacil.com.br) desenvolveu uma campanha pelo Twitter em que os seguidores do perfil da empresa (@blogcomprafacil) participam de diversas promoções, desde descontos de até 70% até leilões de equipamentos eletrônicos com lances variando de R$ 0,50 a R$ 10. As ações praticamente dobraram o número de seguidores.

Como parte de seu programa de relacionamento, a Nokia realizou recentemente no país o Nokia Camp (http://www.semlimites.blog.br/semlimites/nokiacamp/), evento que reuniu 200 blogleiros, administradores de fóruns e comunidades relacionadas a celulares e outros gadgets, twitteiros e fãs da marca para trocar experiências sobre produtos e interagir com a área de marketing e desenvolvimento da empresa.

A Citröen (www.citroen.com.br) anunciou o lançamento de seu novo modelo, o DS3 no Brasil por meio do Twitter. Primeiro técnico de futebol no Brasil a ter perfil no Twitter, Mano Menezes (www.manomenezes.com.br ), do Corinthians, comemorou a marca de 1 milhão de seguidores com a promoção “Sou mano do Mano”, em que o vencedor acompanharia o técnico por um dia nos treinamento do Timão.

O Terraço Shopping, de Brasília (DF), não se contentou em divulgar suas lojas e atrações no site. Ao invés disso, criou o blog www.amorlevaminhasacola.com.br, feito por um casal que relata situações cotidianas vividas no shopping.

Silvio Tanabe – consultor da Magoweb Marketing Digital e Soluções para Internet. (www.magoweb.com/clinicadigital)


novembro 9, 2009 por Assessoria de Comunicao | Sem categoria

De olho no crescimento do e-commerce, PayPal mira o Brasil

O PayPal, uma das principais empresas de pagamento para e-commerce, está de olho no Brasil. O diretor de estratégia da empresa, René Pelegero, afirmou durante uma conferência de comércio eletrônico, em São Paulo, que a empresa abrirá um escritório no País. Mais: quer que o Brasil seja a sede da empresa na América Latina. Segundo ele, hoje dois mil brasileiros utilizam o serviço de pagamentos online. O PayPal é utilizado por 13% dos internautas brasileiros na hora das compras. “Não dá para ficar alheio a esses números”, disse Pelegero.

Não há, porém, data para abertura da sede. O PayPal permite que o usuário faça compras no cartão de débito, crédito ou boletos bancários sem ter que informar o número da conta. Lançado em 1998, o serviço foi comprado pelo eBay em 2002. Já funciona em 190 países, com transações em 29 moedas – entre elas, o real.

Fonte: O Estado de S. Paulo


novembro 9, 2009 por Assessoria de Comunicao | Sem categoria

Estudo mostra crescimento em todos os segmentos de negócios ligados à internet

Especializada em pesquisas e análises sobre internet, negócios pela rede, marketing online, mídia e tecnologia, a eMarketer agregou e analisou relatórios e estudos feitos e divulgados recentemente pelas mais variadas fontes. Entre elas, estão as consultorias e empresas de pesquisa PricewaterhouseCoopers, Deloitte, e-Bit, Nielsen e Ibope.

Ao juntar a profusão de informações dispersas, a consultoria buscou entender o impacto da internet no país, bem como as curvas de tendências que cria e têm afetado _e influenciarão cada vez mais_ o mundo dos negócios.

Segundo a eMarketer, a tendência é de crescimento e rápida expansão da base de usuários, de adoção em massa de atividades online incluindo comércio eletrônico e mídias sociais, de aumento dos gastos com publicidade online e de novas oportunidades para chegar aos consumidores por meio de celulares.

“Como acontece com qualquer tecnologia, quando a internet atingir a maturidade, o crescimento dos negócios começará a se reduzir”, diz Celso Kassab, sócio da área de consultoria empresarial da Deloitte. “Só que levará no mínimo dez anos para isso.”

Entre os motivos, diz Kassab, está o fato de, apenas no ano passado, o número de computadores ter passado, em vendas, o de televisores. Além disso, diz ele, há novas tecnologias de banda larga chegando ao país, como o Wimax e a PLC, que é a internet pela rede elétrica. “Em dois ou três anos, haverá muita competição nessa área e a banda larga irá se popularizar enormemente”, afirma.

A eMarketer prevê que a banda larga, hoje presente em 23% dos domicílios brasileiros, deverá chegar a 36% dos lares, até 2013. “A banda larga residencial é uma das medidas mais importantes no avanço do uso da internet”, afirma o relatório.

Nesse círculo virtuoso, o número de usuários que acessa a internet pelo menos uma vez por mês, irá de 22% da população brasileira, para 31%, no mesmo período. “Como praticamente toda a população das classes A e B já usa a internet de maneira intensiva, as empresas de comércio eletrônico começam a criar produtos e ofertas específicas para as classes C e D, que representam 60% dos novos consumidores”, diz Pedro Guasti, diretor-geral da consultoria e-Bit.

Sites populares

Além do tradicional parcelamento e dos produtos mais baratos, para falar com esse público os sites estão se tornando mais fáceis de navegar. O frete também é eliminado e, em alguns casos, as redes varejistas têm criado marcas de combate. É o caso da Giuliana Flores que, consolidada junto aos consumidores de maior poder aquisitivo, lançou o site Nova Flor, que tem arranjos a partir de R$ 16,90. Além da classe C, a Nova Flor fez sucesso entre os universitários.

“Vimos recentemente a entrada na rede de varejistas muito tradicionais, como Casas Bahia, Walmart e o Carrefour, que deve ter seu site de comércio eletrônico no ano que vem”, afirma Guasti. “Ninguém mais pode se dar ao luxo de ficar fora da internet porque o padrão de consumo mudou.”

Pesquisa da Deloitte feita com 109 empresas, em setembro, mostrou que apenas 2% dos entrevistados acreditam que o consumidor online compra produtos ou serviços por impulso, sem uma avaliação criteriosa. “As empresas sabem que [na internet] estão lidando com consumidores mais exigentes e com maior poder de decisão”, diz Patricia Sousa, gerente da área de varejo e bens de consumo da Deloitte.


Além de pesquisar na rede antes de ir às lojas, os consumidores têm mesmo comprado mais. Segundo a e-Bit, o comércio eletrônico tem crescido a uma taxa média de 40% ao ano, nos últimos cinco anos. O pico de crescimento foi em 2006, com alta de 76% sobre o ano anterior. Motivo: Copa do Mundo. “O ano que vem será excelente para o comércio eletrônico pela mesma razão”, diz Guasti.

Em 2009, o comércio eletrônico movimentará R$ 10,5 bilhões no país. Não se incluem aí as passagens aéreas e os sites de leilão, como o Mercado Livre. A tendência é de manter o percentual de crescimento em 2010.

Fonte: IG


outubro 28, 2009 por Assessoria de Comunicao | Sem categoria

GPR Digital aumenta em 280% taxa de retorno dos links patrocinados

A GPR Digital (www.gprdigital.com.br) atua na área de segurança, oferecendo soluções em equipamentos para controle de acesso, controle de ponto e circuito fechado de TV para órgãos públicos, empresas (escritórios, clubes, academias) e condomínios residenciais. Com sede em Londrina (PR) e filial em São Paulo (SP), seu maior diferencial é o foco no atendimento e pós-venda.

Na área comercial, a empresa conta com uma equipe de telemarketing para a prospecção de clientes. Em Londrina, investe também em eventos na área de tecnologia, informática, segurança em condomínios e inclusive campanhas de TV, mas em São Paulo, devido aos custos elevados desse tipo de propaganda, limitou sua atuação ao telemarketing e às campanhas de links patrocinados na internet, desenvolvida internamente. “Há um ano e meio, quando inauguramos o escritório em São Paulo, chegamos a fazer anúncios em uma revista especializada, mas desistimos devido ao valor elevado e à falta de meios para avaliar os resultados”, explica o diretor da empresa, Gilson Peres. “Ao contrário, a campanha de links patrocinados sempre se mostrou efetiva e os resultados são imediatos. Basta aumentar o valor da campanha para isso se refletir no volume de ligações no dia seguinte.”

Mesmo satisfeito com o trabalho que vinha desenvolvendo, Peres optou pelos serviços da Magoweb como forma de otimizar a verba das campanhas, ou seja, obter mais retorno com o mesmo valor investido. “Fiz um desafio à Magoweb: faria um teste por 30 dias e, se não houvesse melhora nos resultados, voltaríamos a fazer o gerenciamento internamente”, explica o diretor da GPR Digital.

“O primeiro passo do nosso trabalho foi monitorar diariamente a campanha da GPR. Com base nos resultados, substituímos palavras-chave com alto número de impressões mas um baixo índice de conversão por novas palavras-chave mais efetivas”, explica Flavio Giantomaso, consultor de marketing digital da Magoweb. “Dessa forma, conseguimos aumentar o retorno, ao mesmo tempo em que reduzimos os custos.”

Outra preocupação do consultor da Magoweb foi em relação ao foco regional. “Como a GPR atua somente em Londrina e em São Paulo, as campanhas também precisam ser controladas para não se dispersar em outras regiões, o que também aumentaria os custos sem gerar contatos”, acrescenta Giantomaso.

Os resultados foram rápidos. Em apenas um mês, o CTR (taxa de cliques por impressão, ou seja, a relação de pessoas que viram o anúncio da GPR Digital e o clicou) aumentou 280%.

“Foi uma melhora expressiva. “Mesmo com parte da verba destinada ao gerenciamento feito pela Magoweb, os resultados se mantiveram, provando que é possível utilizar melhor a verba com campanhas mais bem elaboradas”, afirma Gilson Peres, da GPR.

Agora, além da campanha de links patrocinados, a empresa planeja ampliar o seu trabalho com a Magoweb, reformulando o seu site e dando início a um trabalho de relacionamento com clientes por meio das redes sociais. De acordo com Flavio Giantomaso, o objetivo é apresentar um planejamento estratégico para inserir a GPR nas principais mídias sociais, como Twitter, Orkut e Facebook. “Isso será feito paulatinamente e em paralelo ao desenvolvimento do novo site. “Estamos estudando o público-alvo e quais serão as ferramentas utilizadas, é um trabalho de médio e longo prazo.”


outubro 28, 2009 por Assessoria de Comunicao | Marketing Digital, Sem categoria, Soluções para Internet

Turbine seu site e prepare-se para as vendas no Natal

Silvio Tanabe

A julgar pelo desempenho do comércio eletrônico no Dia das Crianças, as vendas de Natal por meio deste canal de varejo prometem bater recordes e abocanhar uma parte significativa dos R$ 53,7 bilhões previstos para entrar na economia devido ao pagamento do 13º salário. Portanto, este é o momento para planejar as ações promocionais do seu site e ficar um passo à frente da concorrência. Para isso, elaboramos um check-list dos principais pontos a serem trabalhados. São eles:

Dê um “banho de loja” no site: Este é um bom momento para atualizar o conteúdo do site, revendo textos, substituindo imagens antigas, acrescentando novas seções sobre produtos, modernizando o layout e facilitando as consultas dos clientes. O site é como a sua loja: quanto mais atraente ela for, mais visitas terá.

Crie promoções: Para se destacar é preciso criar promoções diferenciadas para os seus clientes na internet. Ofereça algum tipo de benefício: ofertas especiais, preços diferenciados para compras antecipadas, sorteio de brindes, etc. Reserve um espaço especial e de destaque no seu site para elas.

Faça propaganda: Não basta ter um bom site e promoções diferenciadas, é preciso que os seus clientes saibam que elas existem. Para divulgá-las, você pode usar os próprios recursos da internet, como campanhas de links patrocinados em sites de busca como Google, Yahoo! e Bing, banners em portais de conteúdo ou e-mail marketing.

O importante é pagar: Oferecer todas as formas possíveis de pagamento (cartões de crédito de todas as bandeiras, boleto, débito automático, etc.) também é um diferencial e compensa amplamente os custos envolvidos. Na internet, um cliente pode desistir facilmente de uma compra se a loja não oferece, por exemplo, pagamento por meio do cartão de crédito com a bandeira ele possui.

Atenção com a logística: Tão importante quanto vender é entregar de forma ágil e com menores custos. Da mesma forma que os pagamentos, procure oferecer opções de remessa, em que o custo é calculado de acordo com prazo de entrega, possibilidade de rastreamento e segurança. Os Correios oferecem ainda o e-Sedex, com desconto de até 50% no preço da remessa para empresas de comércio eletrônico que possuam site próprio e determinado volume de encomendas. Vale a pena se informar.

Monitore a audiência e o tráfego: Uma das grandes vantagens do comércio eletrônico é a possibilidade de mensurar em detalhes a audiência e o tráfego nos sites. Faça uso de ferramentas como o Google Analytics para descobrir o número de visitas, origem dos internautas, tempo de visitação, páginas mais visitadas, horário e dia da semana com maior número de visitas. Estes relatórios constituem um verdadeiro mapa de oportunidades, permitindo que você acompanhe e avalie os resultados das suas ações.

Silvio Tanabe é consultor da Magoweb Marketing Digital e Soluções para Internet


outubro 15, 2009 por Assessoria de Comunicao | Sem categoria

Novo blog mostra como transformar o site da sua empresa em ferramenta de negócios

A Clínica de Marketing Digital promovida pela Magoweb em São Paulo acaba de ganhar sua versão blog (http://clinicadigital.wordpress.com). O objetivo é o mesmo do evento realizado em setembro: apresentar um diagnóstico sobre os principais problemas e deficiências dos sites de empresas e como corrigi-los, aumentando sua audiência e convertendo as visitas em contatos e futuras vendas.

De acordo com Silvio Tanabe, consultor da Magoweb e coordenador do blog, a idéia surgiu como uma forma de manter um canal mais abrangente, em que empresários e profissionais de marketing e vendas pudessem esclarecer suas dúvidas com a equipe de consultores da Magoweb. “Abordaremos não só a usabilidade de sites mas também questões relacionadas ao marketing digital, como campanhas de links patrocinados e redes sociais”, destaca. As dúvidas podem ser encaminhadas por meio do espaço para comentários e serão respondidas por e-mail ou no próprio blog pelos consultores da Magoweb.

Da mesma forma que o evento presencial, que deve ter uma nova versão no início de 2010, o blog da Clínica de Marketing Digital também oferece uma diagnóstico gratuito sobre a usabilidade do site da empresa e seu posicionamento no Google. Para isso, basta fazer a solicitação por e-mail.


agosto 19, 2009 por Assessoria de Comunicao | Sem categoria

E-commerce deve gerar R$ 10,5 bilhões em 2009

Os primeiros seis meses do ano trouxeram bons frutos para o comércio eletrônico no Brasil. De acordo com dados contidos na 20ª edição do Relatório “WebShoppers” (www.webshoppers.com.br) realizado pela e-bit, que conta com o apoio da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), o faturamento para o setor foi de R$ 4,8 bilhões.

O valor representa um aumento de 27% em relação ao primeiro semestre de 2008, quando registrou R$ 3,8 bilhões. A expectativa é que o montante se eleve 28% , com previsão de faturamento de R$ 10,5 bilhões até o final do ano.

O tíquete médio elevado, cerca de R$ 323, foi uma das principais características dessa primeira metade do ano. Isso porque os adeptos das compras online optaram por produtos de maior valor agregado, como Informática e Eletrodomésticos, terceira e quarta categorias mais vendidas na web.

A confiança e a satisfação do consumidor foi colocada em evidência no primeiro semestre de 2009. De acordo com levantamento feito pela e-bit, em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS), comitê da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), mais de 86% dos consumidores brasileiros estão satisfeitos com o comércio virtual.

Para o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti, o comércio eletrônico tem a capacidade de surpreender até mesmo os mais otimistas. “O faturamento alcançado nesses primeiros seis meses do ano supera as expectativas. É um mercado muito dinâmico e competitivo e isso permite ao consumidor optar pelas melhores ofertas. Hoje, já passam de 15 milhões de pessoas que já tiveram pelo menos uma experiência de compra pela internet”, afirma Guasti.

Eletrodomésticos em alta

A redução do IPI para Eletrodomésticos, ocorrida em Abril desse ano, ajudou a categoria a conquistar um espaço jamais antes alcançado. Isso porque muitas pessoas puderam aproveitar a oportunidade para antecipar suas compras e adquiriram novos produtos, já que a queda de preço para alguns Eletrodomésticos chegou a 20%. A categoria, que historicamente situava-se entre a 4ª e 5ª posição no ranking de produtos mais vendidos, ganhou mais espaço e alcançou a inédita 2ª colocação em Junho de 2009, com 13% de participação em volume de pedidos.

As marcas mais cobiçadas…

Para a 20ª edição do “WebShoppers”, a e-bit preparou um capítulo destinado a entender as marcas mais vendidas e admiradas pelos e-consumidores. Quando falamos em vendas, Informática teve seu Top 3 ocupado por HP, Samsung e LG como protagonistas nas operações online. Já na questão “Top of Mind”, LG, Philips e Sony apareceram como as principais marcas de TV´s de tela plana, dentro da categoria Eletrônicos.

Resto do ano

O segundo semestre de 2009 também deve alcançar números importantes, já que costuma participar com 55% do faturamento anual do canal. No período entre julho e dezembro, espera-se que as lojas virtuais atinjam R$ 5,8 bi em vendas de produtos pela internet (excluindo passagens aéreas, automóveis e leilão virtual).

Outro fator contribuinte para o bom desempenho no 2º semestre é a participação de datas sazonais, que chegam para agitar ainda mais o mercado. Esse é o caso do Dia dos Pais (25/07 a 08/08), Dia das Crianças (27/09 a 11/10) e, principalmente, o Natal (15/11 a 23/12) que é a data comemorativa mais aquecida do ano.

A expectativa da e-bit é que o e-commerce feche 2009 com mais de 17 milhões de pessoas que já compraram pela internet ao menos uma vez.

Fonte: Adnews