Google Analytics no E-commerce – como usar

Olá meus amigos, como estão? Ando meio sumido devido às responsabilidades e correria do dia a dia. Mas cá estou eu novamente para falar com vocês sobre coisas bem bacanas.

Hoje vamos falar do uso do Google Analytics no e-commerce. É uma questão de suma importância e vamos ver como podemos usar o mesmo para saber coisas legais sobre nossas campanhas de marketing digital.

Para começar, você sabe como habilitar o analytics para seu e-commerce? Na página principal de sua conta, clique no botão “editar” como mostra a figura abaixo (supondo que o mesmo já esteja no mínimo com a instalação básica do Google Analytics).

Google Analytics no e-commerce | imagem 1

Após, isso, você vai “cair” na tela de configurações da ferramenta. Clique novamente no botão “editar” (veja a figura abaixo):

Google Analytics no E-commerce | imagem 2

Agora, preste atenção na seção “website de comércio eletrônico” Você deve marcar a opção “Sim, um site de comércio eletrônico”. Aproveite e verifique também se a moeda já está marcada corretamente para “Real brasileiro” e sua conta está devidamente linkada com a conta do Adwords (caso use os links patrocinados, é imprescindível isto). Veja na imagem abaixo:

Google Analytics no E-commerce | Imagem 3

Feito isso, clique em “salvar alaterações” e pronto. Esta parte está finalizada. Vamos agora para a parte de implementação do tracking no código fonte, listado na imagem abaixo:

Codigo de tracking google analytics

Este código deve ser integrado na página de confirmação de compra de seu e-commerce. Cada loja virtual/plataforma tem suas próprias peculiaridades, portanto, faça de forma correta e deixe um programador experiente fazê-lo, pois o perfeito funcionamento deste método é primordial para o sucesso de suas estratégias.

O código pode parecer complexo, mas é simples: o que ele faz é somar os valores de cada transação e obter um subtotal da mesma (parte de baixo do código), adicionando cada item a transação total (parte de cima do código), que compreende o usuário até o momento que ele finaliza suas compras.

O bacana é que ele captura dados extremamente interessantes para cada compra realizada, como origem da compra (de onde veio o comprador), cidade e outros parâmetros que vamos ver mais a frente.

Lembrando que estes parâmetros no código acima são fictícios e para cada loja/plataforma, existe os parâmetros corretos correspondentes aos listados acima (não adianta tu pegar e colar este código lá que não vai funcionar).

Agora que já temos tudo “bonitinho” funcionando, vamos ver que informações bacanas o analytics tem para nos mostrar.

Agora, ao entrarmos na seção de relatórios de nossa conta do Google Analytics, vemos uma aba nova: Comércio eletrônico (ver figura abaixo).

Google Analytics no e-commerce | Imagem 4

Ainda não vamos mexer nesta aba. Mas ela possui muitas informações bacanas pra gente. Mas não é só ela. Veja a imagem abaixo:

Google Analytics no e-commerce | Imagem 5

Viu que legal? Para cada parâmetro temos agora uma aba “comércio eletrônico”, seja para uma determinada cidade, para um site onde colocamos um banner com uma promoção ou uma campanha de e-mail marketing.

Agora, como podemos usar isto? Bom, depende muito do segmento de atuação da loja, pois você vai definir quais métricas deve monitorar. Mas vou listar algumas coisas bacanas aqui.

Aba Visitantes

À partir daqui, é possível saber o quanto você está tendo de penetração num estado, numa cidade ou numa região inteira.

É possível também saber coisas bacanas, como se são seus visitantes novos ou antigos que são responsáveis pela maior parte de seu faturamento, e assim corrigir estratégias de marketing digital. Exemplo: 80% do seu faturamento é oriundo dos novos visitantes.

Isso significa que seu e-commerce está com um bom aproveitamento para atrair novas visitas (SEO, links patrocinados, link building, Redes Sociais.. tudo bacana). No entanto, seu atendimento deve estar pecando…. pois se os clientes não voltam para realizar mais compras, é sinal que não estão gostando!

Google Analytics no e-commerce | Imagem 6

Aba Origens de Tráfego

Para mim, a mais legal de todas. Aqui você consegue saber:

  • Se o SEO está funcionando, atraindo tráfego qualificado (leia-se que gasta dinheiro) em sua loja;
  • Se suas campanha de links patrocinados está correta, tomando parâmetros para sua correção;
  • Quais palavras chaves geram mais compras;
  • Quais sites de referência (redes sociais, blogs parceiros e etc..) geram melhor retorno;
  • Se a estratégia x aplicada no portal y gerou um ROI satisfatório, fazendo com que a campanha tenha valido à pena;
  • Se uma campanha promocional de e-mail marketing teve o resultado esperado.

São muitas as possibilidades, e cabe a você decidir quais utilizar em seu e-commerce

Google Analytics no e-commerce | Imagem 7

Aba Conteúdo

Nesta aba a importância de ter um título específico para cada página do e-commerce é ressaltada mais ainda.

Por aqui, podemos saber os detalhes de compras para cada página do site. Inclusive, para controle de categorias, prefiro analisar por aqui os números.

Agora vamos à aba “Comércio Eletrônico” e ver algumas coisas que podemos fazer com elas (não vamos ver a aba Metas, pois as metas são muito subjetivas e dependem muito do que é importante para cada empresa).

De cara, podemos ver o faturamento total, a quantidade de produtos vendidos (assim como a listagem individual de cada um), o ticket médio e outros dados mais que fazem a felicidade do consultor de marketing digital.

Google Analytics no e-commerce | Imagem 8

Você também sabe quais dias vendem menos, criando promoções especiais para estes dias se tornarem mais movimentados.

Outra coisa bacana são os filtros que você pode criar clicando em “Desempenho do Produto”.

Aqui, você consegue saber que para o produto x, 50% das vendas vieram através do Google, 33% através da promoção no portal y, 12% de redes sociais e 5% de campanhas de e-mail marketing. Legal, não é mesmo?

Para isso, clique em “Visão Geral do Produto”, escolha um produto e selecione da maneira que achar melhor a sua necessidade naquele momento quais filtros quer usar (você pode combinar os filtros, o que é mais bacana ainda).

No exemplo abaixo, eu selecionei o produto x. Aí escolhi como filtro “cidade” e “origem”, pois queria saber qual tipo de estratégia funcionava melhor para cada local.

Google Analytics no e-commerce | Imagem 9

Temos ainda como ferramentas de suporte os relatórios personalizados, os alertas, as metas e os funis, eu nos permitem monitorar a fundo o comportamento de nossa loja virtual. Não vou entrar em detalhes, pois funis, metas e relatórios personalizados são coisas muito específicas que para cada caso terá um valor diferente.

O importante é que você sabendo os dados que passei acima, você pode montar relatórios personalizados e metas em seu Google Analytics de acordo com a sua necessidade, ficando bem mais claro e fácil mensurar o sucesso de uma estratégia e conseqüentemente do planejamento todo em si.

Bom pessoal espero que tenham gostado deste artigo e que ele possa ajudá-los a melhorar o trabalho de web analytics de vocês. Conto com a opinião de vocês abaixo, pois o feedback de todos é muito importante.

Cinco dicas para aumentar as visitas do seu site

Mayko Franceschi, consultor de marketing digital da Magoweb, sugere algumas dicas básicas para fazer seu site aparecer na 1º página do Google, Yahoo! e Bing e gerar mais visitas e potenciais negócios.

1. Palavras-chave: Não podemos esquecer que não adianta querer abraçar o mundo; é preciso escolher apenas algumas palavras para se trabalhar otimização de sites. O ideal é que cada página do site trabalhe apenas em função de uma palavra chave.

2. Demanda: Para de decidir com qual palavra trabalhar, é necessário saber qual palavra tem uma demanda maior no Google (número maior de pesquisas mensais). Você consegue saber isso através da ferramenta de palavras chaves do Google.

3. Endereço: Se você tem uma página em seu site que fale, por exemplo, de marketing digital, ela deveria ter o seguinte endereço: www.seusite.com.br/marketingdigital.

4. Textos: Sua palavra chave deve aparecer em seu, mas escreva pensando no usuário, é não no robô do buscador. Os textos devem repetir a palavra chave de maneira natural, assim como seus sinônimos.

5. Backlinks: Os links que apontam para seu site são de extrema importância. Use e abuse do Twitter e de sites como o Dihitt, o Ueba, o Linkk e o Rec6.

Cinco dicas para aumentar as visitas do seu site

Mayko Franceschi, consultor de marketing digital da Magoweb, sugere algumas dicas básicas para fazer seu site aparecer na 1º página do Google, Yahoo! e Bing e gerar mais visitas e potenciais negócios.

1. Palavras-chave: Não podemos esquecer que não adianta querer abraçar o mundo; é preciso escolher apenas algumas palavras para se trabalhar otimização de sites. O ideal é que cada página do site trabalhe apenas em função de uma palavra chave.

2. Demanda: Para de decidir com qual

Cinco dicas para aumentar as visitas do seu site

Mayko Franceschi, consultor de marketing digital da Magoweb, sugere algumas dicas básicas para fazer seu site aparecer na 1º página do Google, Yahoo! e Bing e gerar mais visitas e potenciais negócios.

1. Palavras-chave: Não podemos esquecer que não adianta querer abraçar o mundo; é preciso escolher apenas algumas palavras para se trabalhar otimização de sites. O ideal é que cada página do site trabalhe apenas em função de uma palavra chave.

2. Demanda: Para de decidir com qual palavra trabalhar, é necessário saber qual palavra tem uma demanda maior no Google (número maior de pesquisas mensais). Você consegue saber isso através da ferramenta de palavras chaves do Google.

3. Endereço: Se você tem uma página em seu site que fale, por exemplo, de marketing digital, ela deveria ter o seguinte endereço: www.seusite.com.br/marketingdigital.

4. Textos: Sua palavra chave deve aparecer em seu, mas escreva pensando no usuário, é não no robô do buscador. Os textos devem repetir a palavra chave de maneira natural, assim como seus sinônimos.

5. Backlinks: Os links que apontam para seu site são de extrema importância. Use e abuse do Twitter e de sites como o Dihitt, o Ueba, o Linkk e o Rec6.

palavra trabalhar, é necessário saber qual palavra tem uma demanda maior no Google (número maior de pesquisas mensais). Você consegue saber isso através da ferramenta de palavras chaves do Google.

3. Endereço: Se você tem uma página em seu site que fale, por exemplo, de marketing digital, ela deveria ter o seguinte endereço: www.seusite.com.br/marketingdigital.

4. Textos: Sua palavra chave deve aparecer em seu, mas escreva pensando no usuário, é não no robô do buscador. Os textos devem repetir a palavra chave de maneira natural, assim como seus sinônimos.

5. Backlinks: Os links que apontam para seu site são de extrema importância. Use e abuse do Twitter e de sites como o Dihitt, o Ueba, o Linkk e o Rec6.

Artigo | O sucesso das suas ações em marketing digital começam com a segmentação

Neste tempo de trabalho com marketing digital tenho aprendido várias lições. Muitas delas após errar em detalhes, o que acaba prejudicando toda uma estratégia.

Assim, venho hoje falar de uma importante etapa em sua ação de marketing digital: a segmentação.

Primeiro vamos a definição de segmentação pela Wikipédia:

Técnica de dividir o mercado em unidades geográficas ou – principalmente – em grupos de consumidores com interesses e comportamentos semelhantes”..

Assim, podemos ver que a segmentação pode ser tanto geográfica (por região a ser atendida), hábitos culturais, benefício ou demográfica (idade, sexo, renda e etc..).

Quase todas as estratégias que traço para clientes envolvem algum nível de segmentação, seja mais simples ou mais complexa.

Vamos aos exemplos (simples) de segmentação.

Segmentação Geográfica

Pizzaria – Acho que gosto tanto de Pizza que sempre utilizo este exemplo. Mas independente disto, é um bom exemplo de segmentação.

Vamos supor que uma Pizzaria de Campo Grande MS me procurasse para um trabalho de marketing digital. Várias estratégias seriam bacanas para este cliente, entre elas podemos citar links patrocinados, SEO, redes sociais, QR Code e e-mail marketing.

No entanto, devemos definir quem queremos atingir com estas estratégias. Assim, identificamos, num primeiro momento, apenas uma segmentação geográfica, pessoas que estejam dentro da cidade atendida (segmentar apenas uma área da cidade é difícil até mesmo para o Google e seus links patrocinados, devido a má organização de IP’s em nosso país).

No SEO, se trabalharmos bem as metas tags título, description e geolocation e as ferramentas de geolocalização como o Google Maps e o Foursquare, conseguimos aparecer interessantemente posicionados na busca natural.

Os links patrocinados são mais simples. Basta ir até a edição da campanha e identificar manualmente os locais onde se deseja aparecer.

Redes sociais também são bem simples, visto que facilmente conseguimos identificar a localização destas pessoas, seja pelo perfil, por ferramentas de análise ou outras formas.

Segmentação Demográfica

Loja de Roupas Femininas – Nosso segundo exemplo é uma loja virtual de roupas femininas, para mulheres entre 20 e 40 anos, classe A e B.

Do ponto de vista SEO, a segmentação é automática, visto que a será realizada por interessadas (no mínimo, devemos realizar um bom levantamento de palavras chaves para otimização).

Já com links patrocinados, a rede de conteúdo nos permite um nível de segmentação interessante. Algumas redes, como Orkut, nos permitem de forma simples segmentar as pessoas que verão os anúncios, como por idade e sexo.

Podemos também realizar a segmentação pela análise do site no qual nossos anúncios irão aparecer. Esta é uma forma muito eficiente, pois determinados sites já possuem um nível muito alto e natural de segmentação, o que facilita nosso trabalho.

Nas redes sociais temos ao mesmo tempo facilidade e dificuldades com a segmentação demográfica. Identificar pessoas por idade, sexo e outros pontos é simples e rápido. No entanto, pontos como classe social que a pessoa se enquadra, são itens complicados, que no meu ponto de vista, devem ser identificados com uma análise profunda do comportamento desta pessoa nos diversos canais que utiliza.

Segmentação por Interesse (hábitos culturais)

Loja virtual de games – Nosso exemplo será uma loja virtual de games, ou seja, pessoas que estão em busca de entretenimento, fanáticos por jogos, ligados em tecnologia.

Mais do que nunca, o SEO é auto segmentado, pois só estas pessoas conhecem nome de jogos, acessórios e outros termos do mundo dos jogos.

A rede de conteúdo do Adwords facilita nosso trabalho, visto que o maior problema é encontrar os sites ideais e que utilizam o sistema Adsense. Após isto, basta criarmos os anúncios e mandar bala.

Ao encontrar estes sites, podemos encontrar também essas mesmas pessoas nas redes sociais, além de realizar análises de Hashtags no Twitter e outras formas de identificar possíveis interessados em produtos e serviços dessa loja.

Os exemplos citados aqui são formas simples, visto que não iremos demonstrar o processo detalhado utilizado no dia a dia, mesmo porque ele pode levar dias e vários fatores influenciam em decisões tomadas pela equipe.

Outro problema é do ponto de vista de classe social. Penso que uma maneira mais simples é analisar pessoas que costumam interagir e comprar com seus concorrentes, pois analisar perfis é uma tarefa complexa, ainda mais se tratando de classe social.

O ponto principal no qual quero chegar é que a etapa de planejamento é de suma importância, pois facilita demais o trabalho do dia a dia e maximiza o retorno de suas ações, principalmente em redes sociais, visto que os empresários não estão preparados para o marketing em redes sociais, pensando que devem ser utilizadas para vender seus produtos e serviços e não para relacionamento, entendendo que a venda é uma conseqüência deste bom relacionamento com seu público alvo.

Eu mesmo tenho tido vários problemas com clientes. Em um deles, conseguimos um resultado muito bom. Sua marca pertencia a outro proprietário, que realizou um péssimo trabalho nas redes sociais e no atendimento, fazendo com que a marca ficasse “queimada” e sem credibilidade.

Em 2 meses de trabalho, conseguimos resgatar a marca e aumentar a quantidade de seguidores no Twitter de 390 para 1.018. Não o número, mas o mais interessante foi a velocidade do resultado, isso graças a uma escolha precisa na hora de realizar a segmentação, que levou tempo e gerou muitos conflitos com o empresário ( não entendia o significado da palavra “planejamento”, e perguntava a todo momento quando iria começar a vender mais).

Bem, fico por aqui. A mensagem que quero que fique é: “Planeje. Faça seu trabalho como deve ser feito. As pressões virão de todos os lados, principalmente de palpiteiros de plantão que nada entendem de marketing digital. Não comprometa o nível de seu trabalho por causa de um cliente. Se ele não entende isso, ele não está preparado para o marketing digital. Não está preparado para o consumidor 2.0. Nada que você faça, nenhum resultado que obtenha, irá satisfazê-lo, a não ser dinheiro no bolso. Está fadado ao fracasso na era digital”.

Mayko Franceschi (mayko.ms@magowb.com.br) é consultor de marketing digital da Magoweb/MS e autor do blog www.maykofranceschi.magoweb.com.br.

Magowebinar: O futuro da sua empresa está no Facebook?

Até o final do ano, nove em cada dez internautas do mundo deverão ter seu perfil no Facebook, de acordo com estudo do eMarketer. No Brasil, enquanto o Orkut teve crescimento de 3,5% entre setembro de 2009 e maio de 2010, o número de usuários do Facebook deu um salto de 102%, revela o Ibope Nielsen Online.

Os números demonstram que a rede social criada por Mark Zuckerberg está deixando para trás seus principais concorrentes e começa a despontar como o novo grande canal de mídia na internet, ao lado do Google. Qual o impacto dessa mudança em relação ao consumo e, sobretudo, aos negócios da sua empresa?

Esta é uma das questões que serão discutidas no Magowebinar (palestra virtual) “O futuro da sua empresa está no Facebook?”, promovido pela Magoweb Marketing Digital. O evento será  realizado no dia 30/3, às 16h30.

“As projeções sobre o crescimento do Facebook comprovam definitivamente que as redes sociais vieram para ficar e as empresas precisam se adaptar a esse novo ambiente”, destaca Mayko Franceschi, consultor de marketing digital e um dos palestrantes. A inscrição para o Magowebinar é gratuita e pode ser feita pelo link http://migre.me/47Vur.

Magoweb na revista Empreendedor

Revista Empreendedor é uma das mais importantes revistas de economia e negócios do país. Há mais de dez anos no mercado, é feita para pessoas empreendedores, que tem poder de decisão, que fazem acontecer. A revista é fonte permanente de consulta dos empreendedores, empresários, executivos, investidores, profissionais liberais e universitários que confiam na qualidade de sua informação. Em sua edição de setembro, a revista realizou matéria sobre a importância do marketing digital para as pequenas e médias empresas, que teve o consultor da Magoweb, Mayko Franceschi, como um dos entrevistados. Clique abaixo e veja a matéria completa.

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Artigo | ERM e o database marketing na política

Você deve estar se perguntando: O que é ERM?

Na verdade, esse termo não existe. Ou passou a existir nesse momento.

O ERM ( Elector Relationship Management) tem o mesmo objetivo do CRM (Customer Relationship Management). Porém, adaptado à realidade política.

O CRM é cultuado (mas pouco utilizado ainda) por permitir que uma empresa conheça minuciosamente detalhes e preferências sobre seus clientes. O que proponho aqui é uma adaptação ao mundo da política.

O “cliente” do partido político ou do próprio político em si é o eleitor. Todos conhecem a famosa fama de políticos, que “em época de campanha, aparece… mas depois, esquece de quem votou nele”. Pois bem. A população em si torna-se cada vez mais exigente. E independentemente disso, os eleitores merecem toda a atenção por parte de quem foi eleito.

A utilização de tecnologia na política é algo sem volta. O mundo é online, e o marketing político digital deve cada vez mais influenciar o voto da população. Então, se existem estratégias que dão tão certo no marketing digital, podemos adaptá-las e obter muito sucesso assim.

É isso que proponho com o ERM. Conhecer melhor os eleitores, suas preferências e, assim, manter um relacionamento constante com eles, obtendo um resultado em longo prazo muito interessante.

Poucos políticos trabalham o database marketing corretamente. Estamos ainda no tempo do “agradar o eleitor”.

Portanto, temos aí uma ótima oportunidade para os políticos “mudarem” um pouco essa imagem. Vamos a algumas informações interessantes que podemos obter do eleitor.

Dados pessoais: Não, não estou falando de RG e CPF. Mas de informações como nome, endereço, idade, sexo, e-mail e telefone celular.

Dados demográficos: Classe econômica, escolaridade, ocupação, dados sobre a família e outras varáveis desse tipo.

Preferências políticas: Qual partido é o preferido do cidadão, qual candidato tem a imagem do político ideal para ele, quais qualidades fazem um bom político e quais defeitos atrapalham sua imagem.

Principais problemas: Quais os principais problemas que ele enfrenta, o que gostaria que mudasse e enumeração dos problemas por ordem de preferência.

Principais áreas de interesse: Quais tipos de informações ele gostaria de ser atualizado periodicamente sobre o governo ou ações de políticos.

Relacionamento de contatos: Relacionar contatos que possam se conhecer.

Informações sobre mídias: Quais mídias costuma buscar informações e equipamentos que utiliza.

E o que podemos fazer com esses dados? Várias estratégias interessantes para manter conhecimento sobre seus eleitores e, principalmente, fazer com que eles “percebam” sua presença e de seu partido na vida deles.

Através de blogs, e-mail marketing, SMS e outras formas de comunicação, você poderá informar seu eleitor sobre melhorias nos problemas de seu dia-a-dia, obter informações sobre suas opiniões através de pesquisas online e conseguir atingir o maior objetivo de tudo isso: Fazer seu nome ou partido estar presente no cotidiano dos eleitores.

Pode ter certeza que, dessa forma, além de mudar sua imagem frente aos eleitores (pois, finalmente, você irá conhecê-los a fundo), os ganhos em marketing atingirão um patamar nunca antes imaginado.

Mostre que se importa com eles e com seus problemas, informe-os de todas as ações que está realizando para melhorar suas vidas. Conheça como é a vida de cada um. Faça um por um deles se sentirem como devem sentir: o motivo pelo qual seu trabalho na política é realizado todos os dias. Saia na frente de seus concorrentes.

Mayko Franceschi é consultor de marketing digital da Magoweb

Artigo | O Twitter na política

O Twiiter está na moda. Pessoas, empresas, entidades… todos tem seu perfil no microblog. Como era de se esperar, os políticos não poderiam ficar de fora. Mas como deve ser o “comportamento” deles no Twiiter? É disso que este artigo trata, de como deve ser as ações realizadas por um político no Twitter.

Como está descrito no livro “Tudo o que você precisa saber sobre o Twitter”, a melhor definição para ele na política é a versão online do corpo-a-corpo eleitoral (andar por um bairro e escutar o que os eleitores tem a dizer – seja bom ou ruim).

Ninguém soube aproveitar tão bem o Twitter quanto Barack Obama, onde compartilhava sua agenda e debatia assuntos relacionados a campanha, gerando muito interrese por parte da população.

O uso de utilização de outras ferramentas que não seja o site por parte de políticos foi liberado no Brasil. Então, o Twiiter se tornou uma das melhores opções. Todavia, alguns critérios, como o “direito de resposta”, caso alguém faça alguma referência a um determinado candidato ou político, pode ter efeito contrário, pois a internet é um meio que não responde muito bem a regras e imposições, podendo gerar mais barulho ainda.

Um grande exemplo do poder do Twiiter na política foi em 2009 no escândalo envolvendo o ex-presidente José Sarney. Através da tag #forasarney foram disseminados milhares de protestos.

Mas vamos aos pontos onde o Twiiter pode fazer a diferença?

Distribuição rápida de informação: Quando você Twitta algo interessante, essa informação se espalha de forma exponencial e extremamente veloz.

Consciência de grupo: No Twitter, todos têm direito a falar. Ao encontrar pessoas que compartilhem a mesma visão, um debate muito valioso é iniciado, criando interação entre pessoas que lutam por uma mesma causa.

Organização e coordenação de ações: Existem casos, como na China, que manifestantes se organizam pelo Twitter para enfrentar a censura.

Criar vínculos com a sociedade: Por ser um canal aberto ao público, permite uma interação e aproximação nunca antes vista com o mesmo.

Oportunidade única para debate: As pessoas adoram discutir assuntos relacionados a sua vida. Promova discussão sobre temas pontuais de campanha, descobrindo a opinião das pessoas sobre o assunto e chamando atenção para sua campanha.

Informação: Seja o primeiro a repassar informações que sejam interessantes aos eleitores, para que eles também possam repassar adiante.

Por favor, sem discursos: Ninguém lhe dará intenção se sua intenção é fazer um discurso de TV no Twiiter. Participe da conversa normalmente e, principalmente, preste atenção no que eles falam.

Mudar a imagem dos políticos: Responda as críticas com atenção e respeito. É uma ótima oportunidade de ganhar respeito por parte do eleitor, que consegue ver que você não foge da conversa, gerando interesse por parte de outras pessoas.

Existe vida além da política: Fale sobre outros assuntos também. Um político também é um ser humano, que assiste filmes e tem opiniões próprias sobre outros assuntos.

Transparência sempre: Se for o próprio político que Twitta, ok. Mas se não for, deixe isso bem claro no perfil. Isso é uma exigência. Não há problema algum em ter uma equipe que responde. As pessoas apenas gostam de saber com quem estão falando.

Não precisa responder tudo: Junte questões parecidas e responda. Quanto a outras questões, não necessita responder todas, pois as pessoas sabem que você é uma pessoa ocupada com outras tarefas.

Faça parte do todo: Repasse aos seus seguidores informações que achar interessante. Faça a informação circular.

Sempre lembrando que você deve analisar tudo que é falado e é de seu interesse. Interaja sempre. Se não pode fazê-lo e não sabe quais atitudes deve tomar (pois estamos falando de sua imagem perante os eleitores, algo muito sério), contrate uma agência especializada no assunto para lhe prestar a consultoria adequada.

Outro ponto importante é lembrar que, na internet, uma informação espalha-se em minutos (e geralmente as coisas ruins são muito mais rápidas). Faça um ótimo planejamento antes de entrar na moda do Twitter e das mídias sociais.

Penso que, diferentemente dos EUA, ainda não será esse ano que a internet irá ter a merecida atenção nas eleições que deveria ter. Comece a pensar em ter um planejamento realmente eficiente e que possa fazê-lo ser referência daqui em diante. Principalmente para o partido que necessita “virar o jogo”, um bom planejamento é essencial.

Mayko Franceschi é consultor de marketing digital da Magoweb

Conheça os regulamentos da campanha eleitoral pela internet

A campanha política via internet, regulamentada recentemente, é comentada pelo consultor da Magoweb Mayko Franceschi, que esclarece algumas das principais regras:

1 – Autoriza-se na internet a propaganda eleitoral em sites, blogs, redes sociais, sites de mensagens instantâneas e assemelhados, cujo conteúdo seja gerado ou editado por candidatos, partidos ou coligações ou de iniciativa de qualquer pessoa natural.

2 – Foi permitido o uso de e-mail marketing desde que se faça uso de endereços cadastrados gratuitamente pelo candidato. A mensagem deve conter mecanismo eficiente de descredenciamento – que deve ser providenciado no prazo de 48 horas – aplicando-se multa caso sejam enviadas mensagens após o término do prazo autorizado de propaganda.

3 – A propaganda em jornal impresso poderá ser reproduzida na versão online do jornal, devendo constar do anúncio de forma visível o valor pago pela inserção.

Comentário: Na versão impressa não precisa do valor, só na online.

4 – Foi proibido qualquer tipo de propaganda eleitoral paga na internet e a veiculação de banners de candidatos, ainda que de forma gratuita, cabendo a aplicação de multa no valor entre 5 mil reais a 30 mil reais ao responsável pela divulgação da propaganda e ao beneficiário, quando comprovado seu prévio conhecimento.

Comentário: Banner não pode, nem links patrocinados.

5 – Os candidatos ofendidos por mensagens veiculadas na internet ou outras formas de comunicação eletrônica têm garantido o direito de resposta. Esta deve ser publicada no mesmo veículo, espaço, local, horário, página eletrônica, tamanho, caracteres e outros elementos de realce usados na ofensa, em até 48 horas após a entrega da mídia física com a resposta do ofendido. A resposta deve ficar disponível aos usuários do serviço de internet por tempo não inferior ao dobro em que esteve disponível a mensagem considerada ofensiva, correndo os custos da veiculação da resposta pelo responsável pela propaganda original.

6 – Os sites que veicularem conteúdo ofensivo poderão ser retirados pela Justiça Eleitoral pelo prazo de 24 horas, devendo constar na página inicial que se encontra temporariamente inoperante por desobediência à legislação eleitoral.

7 – Foi prevista ainda a responsabilidade do provedor de conteúdo e de serviço multimídia que hospeda divulgação de propaganda eleitoral, caso não tomem as providências determinadas pela Justiça Eleitoral para cessação da divulgação.

8 – Quanto à propaganda por celular (SMS), vale lembrar que recentemente a Anatel proibiu as operadoras de telefonia de enviar mensagens publicitárias sem a autorização do usuário.

9 – A Resolução 23.216 é o instrumento legal que dispõe sobre a arrecadação de recursos financeiros de campanha eleitoral por cartão de crédito. O TSE se reuniu com a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços e a Federação Brasileira de Bancos para debater as normas sobre doação por cartão de crédito e discutir sobre o formato do extrato eletrônico da conta bancária obrigatória de campanha, assim como o processo fiscalizatório dessa modalidade de arrecadação.

10 – Foi permitido o recebimento de doações em dinheiro e cartão de crédito através do site oficial de campanha, sendo necessária a identificação do doador. Somente se admite a doação por cartão de crédito por pessoas físicas, proibido o parcelamento e a doação através de cartões corporativos ou emitidos no exterior.

11 – A página do candidato, vice, suplente, comitê financeiro e partido político somente podem ser registradas sob o TLD “.br”. Permite-se a arrecadação até a data das eleições, devendo no dia seguinte ser desabilitado do site o aplicativo de arrecadação online.

12 – Caso seja detectada pela Justiça Eleitoral a ocorrência de fraudes ou erros, somente deixará de ocorrer qualquer responsabilidade, assim como a rejeição das contas eleitorais, caso se comprove que estas foram cometidas sem conhecimento de candidatos, comitês financeiros e partidos políticos.

13 – O recibo eleitoral é considerado documento oficial de campanha e sua emissão é obrigatória para todo e qualquer tipo de doação. O modelo padronizado contém os seguintes dados: registro, número do recibo eleitoral, número do documento; tipo de doação; espécie do recurso; quantidade de parcelas, número do CPF do doador; nome do doador, da doação; valor da doação; número da autorização.

14 – Admite-se a emissão de recibo eletrônico, hipótese em que é dispensada a emissão da via do beneficiário da doação.

15 – Atenção para o cumprimento dessas determinações, pois se o TSE considerar que se trata de doações não identificadas, os recursos recebidos serão transferidos ao Tesouro Nacional.

16 – A Justiça Eleitoral exige que todas as doações por cartão sejam lançadas individualmente, admitindo que as taxas cobradas pelas administradoras sejam contabilizadas como despesa de campanha.

17 – Coube às administradoras de cartão de crédito a responsabilidade de encaminhar ao TSE arquivo eletrônico contendo os dados, número, valor bruto de débito e valor bruto da operação de crédito, devendo ser obedecido o layout do modelo do Protocolo do Emissor de Cupom Fiscal do Conselho Nacional de Política Fazendária.

18 – Em relação aos candidatos, comitês financeiros e partidos políticos devem as administradoras informar o detalhamento das doações recebidas, com identificação do CPF do doador.

Artigo | Planejando a presença de seu candidato na internet

Mayko Franceschi

O que faremos aqui é basicamente um passo a passo de como planejar a presença de um candidato na web. Vamos então aos pontos mais importantes nesse processo.

Identifique quem é seu público-alvo: A primeira tarefa que devemos fazer é identificar quem são nossos possíveis eleitores.

A segmentação é muito importante, pois geralmente um candidato se identifica mais com um grupo da população. Seja do ponto de vista profissional (um participante de algum sindicato) ou do ponto de vista das necessidades (pessoas que vivem problemas ligados a saúde, por exemplo).

Outro ponto importante é saber dados demográficos sobre seus possíveis eleitores.

Com essas informações em mãos, visite o site do Cetic (www.cetic.br) e descubra se esses possíveis eleitores tem acesso à web, quanto tempo passam online e outras informações pontuais para definição se a web é ou não um canal interessante para aquele candidato (sim, não é para todos que vale a pena).

Análise do candidato: Agora é a hora do levantamento do briefing, mas um briefing que buscará por informações um pouco diferentes.

Qual é a imagem que o candidato? Essa informação é de extrema importância, pois você reforçará essa imagem durante toda a campanha.

Essa é a hora de saber qual a quantidade aproximada de votos para ser eleito e principalmente todos os “podres” do mesmo, que vai te deixar preparado para enfrentar possíveis ataques de opositores.

Definição das ferramentas: Quais ferramentas serão utilizadas para se alcançar o resultado esperado?

O site é algo obrigatório. Será lá que todo o material será postado, além de ser o único local na web em que o candidato pode fazer o que quiser (menos atacar os adversários). Minha preferência é pela dupla site + blog  juntos.

Mas para desenvolver o site, é preciso levar em conta os dados colhidos anteriormente. O que seus eleitores esperam? O que eles buscam encontrar num candidato? Quais seus problemas principais? Tudo isso deve ser levado em conta na produção do site.

Quanto as mídias sociais, leve em consideração o que pode fazer realmente diferença, se seu público está lá e se a equipe dará conta de manter todas elas trabalhando em conjunto. É melhor trabalhar bem em duas do que mal em dez.

Outras ferramentas que podem ser interessantes mas complicadas de utilizar são virais e novas tecnologias, tudo com o objetivo de fazer barulho em nome do candidato.

Cronograma de ações: É muito importante definir um cronograma. Ele fará com que a campanha fique organizada e que você consiga pensar em cada ponto no momento correto.

Relacionamento com o database marketing: Como será o relacionamento com as pessoas? Seu candidato tomará a frente nas discussões? Irá propor o caminho a se seguir? Definirá o plano de campanha perguntando as pessoas o que realmente é mais importante para elas?

Deve-se definir qual tipo de postura iremos assumir e manter esse método durante toda a campanha. Só mude caso seja identificado na etapa de monitoramento que a estratégia está dando errado.

Treinamento da equipe: Agora é hora de definir quem participará do projeto e deixar toda essa equipe “azeitada”.

O ideal é que todos tenham uma versão resumida de todo o planejamento, e em particular com mais detalhes sua participação nesse plano.

Saiba escolher muito bem as pessoas que serão os seus “cabos eleitorais virtuais”.

Implementação do plano: Agora é hora de iniciarmos as ações e estratégias previamente traçadas para seu candidato alcançar o objetivo final de tudo isso: se eleger.

O ponto mais importante para aquele que for o responsável geral pelo marketing digital político é manter a equipe focada, seguindo o cronograma proposto e fiscalizar cada “elo” do plano, ou seja, cada pessoa. Um “elo” fraco faz toda a corrente quebrar.

Saiba identificar também o que está dando certo e o que não está. Esteja atento para modificar estratégias caso seja necessário.

Monitore tudo: O grande ponto da estratégia é o monitoramento. Além de utilizar de ferramentas web para o mesmo, deve-se utilizar o bom senso e analisar cada item colhido.

Deve-se utilizar esses dados para se definir qual o melhor caminho a seguir, qual estratégia está trazendo mais resultados, qual ferramenta ou tipo de público deve ter mais atenção e tudo que um monitoramento de qualidade pode fazer por você.

Fico por aqui. Sabemos muito bem que cada ponto desse aqui se desdobra em várias etapas, e dá muito trabalho. Portanto meu conselho final é que para o objetivo final sejam traçadas sub-objetivos, que possam ser trabalhados separados e por etapas, para que se possa ter a atenção e organização devida para que toda a estratégia de marketing digital político funcione como previsto (se é que é possível prever algo…).

Mayko Franceshi é consultor de marketing digital da Magoweb/MS

Artigo | O poder do blog como ferramenta de marketing

Existem diversas estratégias de marketing digital, como SEO (otimização de sites para buscadores), links patrocinados e mídias sociais.

Entretanto, nenhuma delas levará ao resultado esperado, que é a conversão (seja uma venda, o preenchimento do formulário de contato ou algo definido por você) do usuário se não existir uma preocupação com o conteúdo gerado.

A relevância do conteúdo existente em seu site pode ser a diferença entre o visitante decidir pela sua empresa ou a do concorrente.

E não é apenas isso. Pois um conteúdo bem elaborado melhora substancialmente por si só o posicionamento de seu site nos buscadores (Google, Yahoo e Bing).

A melhor forma de produzir conteúdo é através de um blog, ferramenta muito conhecida de quem está acostumado a navegar na web em busca de conhecimento.

O blog é uma forma de interagir muito interessante com os visitantes, que podem comentar e dar sua opinião sobre os assuntos discutidos nos posts do blog.

Essa interação faz com que a atenção dos visitantes seja maior, pois uma dos fatos que fazem da web um sucesso é a possibilidade de se interagir com o conteúdo.

Existem diversas ferramentas para se construir um blog, como o wordpress, o blogspot e o blogger. Todavia, em minha opinião, o wordpress é uma ferramenta sem igual.

Mas como fazer um planejamento de conteúdo eficaz utilizando um blog? Vamos aos pontos:

Qual é o objetivo do blog?

Compartilhar novidades de seu segmento, mostrar o conhecimento de sua equipe técnica ou sanar dúvidas sobre seus serviços ou produtos?

É necessário analisar bem esse ponto, pois não só deve-se focar no assunto de maior conhecimento por parte da empresa, mas aquilo que seja mais interessante para seu público-alvo, pois de nada adianta escrever sobre algo que ninguém vai ler.

Quem será o responsável pela atualização do blog?

Atualizar um blog e produzir conteúdo para o mesmo requer muito tempo e trabalho. Não pense que vai ser fácil, então se você não tem um funcionário capaz de fazer o mesmo, o mais interessante ode ser terceirizar esse serviço. A terceirização sai mais barata e o resultado vai ser melhor do que fazer você mesmo ou contratar um profissional apenas para isso.

Qual a freqüência de atualização?

É necessário existir uma freqüência de atualização, pois o leitor se acostumará com essa freqüência.

Forme uma equipe de autores dentro de sua empresa, onde cada um assuma a responsabilidade de produzir conteúdo. Mais uma vez, terceirizar pode ser mais interessante.

Produzir conteúdo relevante

Produzir conteúdo não é fácil. Conteúdo de qualidade então, mais difícil ainda.

É necessário conhecer a fundo sobre o assunto ao qual o blog irá trabalhar.

Abuse de ferramentas como o Youtube e o Slideshare para produzir conteúdo interessante para seu visitante.

Utilize também como fonte outros blogs que falem do mesmo assunto que o seu sempre citando a origem da informação.

Redação para web

Outro ponto muito importante é o conhecimento sobre redação para web, pois é necessário escrever de acordo com linguagem de seus visitantes (termos técnicos para adolescentes não é muito interessante) e utilizando as palavras chaves corretas, que farão com que os buscadores posicionem de forma mais interessante seus posts.

Distribua o conteúdo

Se sua empresa possui perfis em mídias sociais, distribua o conteúdo produzido através delas. O Twitter é uma das mais interessantes ferramentas para isso.

Sites agregadores, como o UEBA (www.ueba.com.br), o diHITT (www.dihitt.com.br)  são ótimos lugares para você distribuir seus posts.

Investir em conteúdo, além de “amarrar” seus visitantes no site, gera muitas visitas de pessoas que passarão a conhecer sua empresa ou que podem vir a se tornar clientes pela oportunidade.

Quer um exemplo? Vamos supor que uma empresa queira entrar no mercado do e-commerce e procure informações sobre como fazer o projeto do mesmo, digitando no Google “projeto de e-commerce passo a passo”. O 1º resultado é o do meu blog pessoal (www.maykofranceschi.wordpress.com).

Ou então vamos supor que o termo buscado seja “Marketing de busca planejamento”, para alguma empresa que tenha interesse em aparecer bem posicionado nos buscadores.

Assim, podemos ver que o blog da Magoweb Campo Grande (www.magoweb.com/cg) aparece em segundo lugar, atrás apenas da definição da Wikipédia sobre o termo. Logo na seqüência, vem mais um blog nosso (3º posição), o clínica de marketing digital (www.magoweb.com/clinicadigital).

Pessoal, fico por aqui. Realizar um bom planejamento de marketing de conteúdo através de um blog significa fidelização de clientes, exposição da marca, referência dentro de seu segmento e um aumento exponencial do número de visitas oriundas de buscadores como o Google.

Mayko Franceschi é consultor de marketing digital da Magoweb