Afinal, você sabe o que significa o “bounce rate” do seu site?

Como trouxemos algum tempo atrás aqui no blog, queremos ajudar todos a entenderem melhor os dados mais comuns que se tem acesso através dos relatórios padrões de marketing digital.

Hoje vamos falar um pouco sobre o “bounce rate“, hoje mais conhecido como “taxa de rejeição”. Uma métrica complicada de explicar, já que, para começar, quanto menor o número, melhor. Com muitas controvérsias sobre o seu peso real para o posicionamento nos buscadores, esse número sempre foi um grande ponto de interrogação para quem estava entrando em contato com ele pela primeira vez.

Vamos lá então. A taxa de rejeição, de forma simples, é a quantidade de pessoas que acessou a página e saiu do site (fechando ou voltando no histórico) sem antes visitar qualquer outra página do mesmo site. Ou seja, simplificando ainda mais. Se 10 pessoas acessam uma página de seu site (seja através do Google, digitando a URL ou qualquer outro) e 5 delas simplesmente fecham a página e as outras 5 clicando em outro link interno do seu site, o “bounce rate” desta página será de 50%.

Quanto é um bom valor de taxa de rejeição?

Depois que a pessoa conhece a taxa de rejeição, a sua primeira preocupação é “Meu Deus! Minha taxa é de X%, isso é bom ou ruim?!“. Se acalme, não precisa se preocupar tanto.

A % do “bounce rate” que você encontra no Google Analytics (ou ferramenta semelhante)é relativo diretamente ao tipo de site que você tem. Vamos entender melhor, se você tem um blog, provavelmente a sua taxa de rejeição deve ser mais alta do que um site de empresa ou de quem um serviço baseado em web.

Para um blog, o normal é ter algo em torno de 65-75% como um valor padrão. Porque o valor tão alto? Porque no blog é normal as pessoas acessarem atrás de algum conteúdo, muitas vezes vindo do Google, portanto, a pessoa acessa a página, encontra o que precisa e vai embora. Cabe a você tentar mostrar para o usuário que há outras coisas interessantes para serem vistas ali.

Em um site de uma empresa, que não tem tanto conteúdo, mas tem bastante informações sobre a empresa, pode ser bem mais normal ter uma taxa muito menor, algo em torno de 40-50%. Por que? Provavelmente porque a pessoa, se esta buscando algumas informações, pode acabar entrando em várias páginas, principalmente se o site é bem construído.

Como melhorar a taxa de rejeição?

Confira algumas dicas:

  • Faça com que o visitante interaja com o seu site, abrindo mais páginas, permanecendo mais tempo nelas, etc;
  • Evite decepcionar o visitante. Se ele encontra algo no Google, entra e não encontra o que esperava, ele com certeza vai sair muito rápido de lá;
  • Utilize bastante os hiperlinks internos (mas de forma prudente). Como ser prudente? Pense sempre se aquele link vai ser útil para o visitante;

Mitos desta métrica:

Tempo em que a pessoa fica dentro do site pode alterar a taxa de rejeição: MITO! Uma coisa que se ensinou durante muito tempo é que o tempo que a pessoa passa dentro da página especificamente pode alterar o sua taxa de rejeição. Não importa se a pessoa fica 1 seg ou 20 horas na sua página, ela vai entrar para estatística da mesma forma.

Visitas vindas de buscadores tem taxa de rejeição maior: MITO! (ou não)

Muitas pessoas já comentaram que tem visto uma taxa de rejeição maior das visitas geradas pelo Google, Bing e seus amigos, mas isso não necessariamente é verdade. As visitas vindas do Google geralmente são focadas em um conteúdo que a pessoas estava buscando, ou seja, há mais chances de ela se interessar pelo resto se você oferecer algo bom. Caso estes visitantes sempre encontrem coisas ruins, obviamente a sua taxa de rejeição será mais alta.

Leitura recomendada:

http://www.mestreseo.com.br/google-analytics/bounce-rate-no-google-analytics-como-funciona-taxa-de-rejeicao

http://www.mestreseo.com.br/introducao/bounce-rate-e-seo

http://www.mestreseo.com.br/seo/bouce-rate-um-fator-de-rankeamento

http://www.mestreseo.com.br/seo/diminuindo-o-bounce-rate-e-prendendo-o-usuario-no-site

Qual é a sua maior dúvida em relação ao investimento em marketing digital que as empresas brasileiras tem hoje em dia? #suaopiniao

Continuando a nossa série trazendo a opinião de nossos leitores, hoje falando um pouco sobre as dúvidas que muitos ainda tem em relação ao investimento em marketing digital no Brasil.

A nossa pergunta dessa vez foi:

Qual é a sua maior dúvida em relação ao investimento em marketing digital que as empresas brasileiras tem hoje em dia? #suaopiniao

E uma das principais respostas foi de Carlos Fernandes, que comentou:

A dúvida sobre o alcance das ações e o tempo de retorno, o desconhecimento da ambiente também gera incerteza.

Ficou claro nesta e em outras respostas a dificuldade de as pessoas que pretendem investir em marketing digital de saber como vai ser o retorno daquele investimento, algo muito comum também ao se investir em “comunicação tradicional”.

O que pode ser feito?

Compreender o retorno que um investimento em comunicação vai trazer é sempre uma tarefa complicada, seja online ou offline. Mas na área digital, em geral, é comum que os serviços ofereçam diversos tipos de relatórios que o ajudam a compreender melhor o que pode ser esperado.

Acesse nossa fan page e deixe a sua opinião também >>

5 regras para gerar resultados com o marketing de conteúdo

Publish or perish (traduzido em português para “publique ou morra”) é um jargão cunhado nas universidades, mas poderia muito bem ter sido criado para as empresas que investem em marketing digital. Gerar conteúdo relevante e constantemente atualizado é igualmente importante tanto para o sucesso e a sobrevivência de um profissional do meio acadêmico quanto para uma empresa na internet.

Afinal, o que o seu consumidor ou cliente em potencial procura quando faz uma pesquisa no Google ou visita o seu site? Ele quer informação sobre alguma coisa de que necessita no momento. Pode ser o detalhe técnico de uma câmera fotográfica que pretende comprar, a previsão do tempo para o próximo fim de semana, algum vídeo engraçado para descontrair o estresse do dia ou o contato de um fornecedor para complementar o terceiro orçamento de uma licitação. Quanto mais prático, elucidativo ou atraente for o conteúdo, mais chances terá de ser relevante e maiores as chances de quem acessou voltar interessado em novos conteúdos, em um orçamento ou em uma compra direta.

Nos EUA, o conteúdo é levado tão a sério que se transformou em um braço do marketing digital (o content marketing, ou marketing de conteúdo) com vários sites e portais especializados no assunto, entre eles o Content Marketing Today (www.contentmarketingtoday.com). Um dos principais gurus na área é Joe Pulizzi (www.joepulizzi.com), autor do livro Get Content, Get Customers (Gere Conteúdo, Gere Clientes, em uma tradução livre). No Brasil, curiosamente, o content marketing ainda é pouquíssimo explorado, revelando talvez o pouco valor que damos ao que é nosso, uma característica cultural, aliás.

Mas isso não é de todo ruim. Ao contrário, é uma oportunidade para sua empresa se posicionar no mercado, criar diferenciais e se aproximar de seus clientes e consumidores. Para isso, o primeiro passo é descobrir as maiores prioridades e necessidades do seu público-alvo, aquilo que eles mais procuram na internet. O segundo é desenvolver material que atenda a estas necessidades com um alto grau de satisfação.

Como se vê, marketing de conteúdo é uma área com muito potencial e que pode se desdobrar em várias atividades, de acordo com o perfil do público-alvo, segmento de atuação e características da empresa. Para não estender a questão, vou listar cinco fundamentos essenciais que servem de referência para iniciar esse trabalho:

1. Tenha uma mensagem principal: O marketing de conteúdo é, antes de mais nada, uma forma de relacionamento e envolvimento com o seu cliente. Portanto, não perca a oportunidade de transmitir a imagem que deseja: credibilidade, versatilidade, qualidade, etc.

2. SEO depende de conteúdo relevante, e vice-versa: No Brasil, muitas empresas consideram que apenas o trabalho de SEO (colocar os site nas primeiras posições nas pesquisas do Google) é suficiente para gerar negócios. Mas sem conteúdo que atraia o interesse dos visitantes, a otimização se transforma em uma espécie de propaganda enganosa. Seu cliente pode encontrar o site, mas não as informações que realmente procura ou deseja, que vai frustrá-lo. Já conteúdo sem SEO é como ter um belo outdoor no meio do deserto. Nesse caso, quem acaba se frustrando é você.

3. Encare o conteúdo como uma prestação de serviço ao seu cliente em potencial: Veja o exemplo do site da Likestore, um aplicativo que transforma sua fan page no Facebook em uma loja. Além das informações sobre o funcionamento e vantagens, o site possui manual passo-a-passo para instalação e configuração que pode ser baixado. Já o portal IDG Now! (www.idgnow.uol.com.br), voltado para profissionais de tecnologia, oferece relatórios técnicos e estudos (White papers) em diversas áreas de TI.

4. “Espalhe” conteúdo pela internet: Estude todas as oportunidades para criar conteúdos nas redes sociais, mas lembre-se de que terá de seguir as características de cada uma. As pessoas interagem de uma forma no Facebook e de uma forma diferente no Twitter, por isso é preciso estudar suas diferentes linguagens e se adaptar a elas. Procure as empresas no Brasil e no exterior que melhor utilizam esses sites e avalie formas de implementá-las. Uma referência é a construtora Tecnisa (www.tecnisa.com.br), presente em praticamente todas as redes e mídias sociais.

5. Incentive o compartilhamento e a participação: Outra característica importante das redes e mídias sociais é a de permitir que as pessoas comentem, avaliem e compartilhem o conteúdo que lhes interessa, tornando-o mais dinâmico e aumentando seu potencial de viralização.

Publish or perish (traduzido em português para “publique ou morra”) é um jargão cunhado nas universidades, mas poderia muito bem ter sido criado para as empresas que investem em marketing digital. Gerar conteúdo relevante e constantemente atualizado é igualmente importante tanto para o sucesso e a sobrevivência de um profissional do meio acadêmico quanto para uma empresa na internet.

Afinal, o que o seu consumidor ou cliente em potencial procura quando faz uma pesquisa no Google ou visita o seu site? Ele quer informação sobre alguma coisa de que necessita no momento. Pode ser o detalhe técnico de uma câmera fotográfica que pretende comprar, a previsão do tempo para o próximo fim de semana, algum vídeo engraçado para descontrair o estresse do dia ou o contato de um fornecedor para complementar o terceiro orçamento de uma licitação. Quanto mais prático, elucidativo ou atraente for o conteúdo, mais chances terá de ser relevante e maiores as chances de quem acessou voltar interessado em novos conteúdos, em um orçamento ou em uma compra direta.

Nos EUA, o conteúdo é levado tão a sério que se transformou em um braço do marketing digital (o content marketing, ou marketing de conteúdo) com vários sites e portais especializados no assunto, entre eles o Content Marketing Today (www.contentmarketingtoday.com). Um dos principais gurus na área é Joe Pulizzi (www.joepulizzi.com), autor do livro Get Content, Get Customers (Gere Conteúdo, Gere Clientes, em uma tradução livre). No Brasil, curiosamente, o content marketing ainda é pouquíssimo explorado, revelando talvez o pouco valor que damos ao que é nosso, uma característica cultural, aliás.

Mas isso não é de todo ruim. Ao contrário, é uma oportunidade para sua empresa se posicionar no mercado, criar diferenciais e se aproximar de seus clientes e consumidores. Para isso, o primeiro passo é descobrir as maiores prioridades e necessidades do seu público-alvo, aquilo que eles mais procuram na internet. O segundo é desenvolver material que atenda a estas necessidades com um alto grau de satisfação.

Como se vê, marketing de conteúdo é uma área com muito potencial e que pode se desdobrar em várias atividades, de acordo com o perfil do público-alvo, segmento de atuação e características da empresa. Para não estender a questão, vou listar cinco fundamentos essenciais que servem de referência para iniciar esse trabalho:

1. Tenha uma mensagem principal: O marketing de conteúdo é, antes de mais nada, uma forma de relacionamento e envolvimento com o seu cliente. Portanto, não perca a oportunidade de transmitir a imagem que deseja: credibilidade, versatilidade, qualidade, etc.

2. SEO depende de conteúdo relevante, e vice-versa: No Brasil, muitas empresas consideram que apenas o trabalho de SEO (colocar os site nas primeiras posições nas pesquisas do Google) é suficiente para gerar negócios. Mas sem conteúdo que atraia o interesse dos visitantes, a otimização se transforma em uma espécie de propaganda enganosa. Seu cliente pode encontrar o site, mas não as informações que realmente procura ou deseja, que vai frustrá-lo. Já conteúdo sem SEO é como ter um belo outdoor no meio do deserto. Nesse caso, quem acaba se frustrando é você.

3. Encare o conteúdo como uma prestação de serviço ao seu cliente em potencial: Veja o exemplo do site da Likestore, um aplicativo que transforma sua fan page no Facebook em uma loja. Além das informações sobre o funcionamento e vantagens, o site possui manual passo-a-passo para instalação e configuração que pode ser baixado. Já o portal IDG Now! (www.idgnow.uol.com.br), voltado para profissionais de tecnologia, oferece relatórios técnicos e estudos (White papers) em diversas áreas de TI.

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Publish or perish (traduzido em português para “publique ou morra”) é um jargão cunhado nas universidades, mas poderia muito bem ter sido criado para as empresas que investem em marketing digital. Gerar conteúdo relevante e constantemente atualizado é igualmente importante tanto para o sucesso e a sobrevivência de um profissional do meio acadêmico quanto para uma empresa na internet.

Afinal, o que o seu consumidor ou cliente em potencial procura quando faz uma pesquisa no Google ou visita o seu site? Ele quer informação sobre alguma coisa de que necessita no momento. Pode ser o detalhe técnico de uma câmera fotográfica que pretende comprar, a previsão do tempo para o próximo fim de semana, algum vídeo engraçado para descontrair o estresse do dia ou o contato de um fornecedor para complementar o terceiro orçamento de uma licitação. Quanto mais prático, elucidativo ou atraente for o conteúdo, mais chances terá de ser relevante e maiores as chances de quem acessou voltar interessado em novos conteúdos, em um orçamento ou em uma compra direta.

Nos EUA, o conteúdo é levado tão a sério que se transformou em um braço do marketing digital (o content marketing, ou marketing de conteúdo) com vários sites e portais especializados no assunto, entre eles o Content Marketing Today (www.contentmarketingtoday.com). Um dos principais gurus na área é Joe Pulizzi (www.joepulizzi.com), autor do livro Get Content, Get Customers (Gere Conteúdo, Gere Clientes, em uma tradução livre). No Brasil, curiosamente, o content marketing ainda é pouquíssimo explorado, revelando talvez o pouco valor que damos ao que é nosso, uma característica cultural, aliás.

Mas isso não é de todo ruim. Ao contrário, é uma oportunidade para sua empresa se posicionar no mercado, criar diferenciais e se aproximar de seus clientes e consumidores. Para isso, o primeiro passo é descobrir as maiores prioridades e necessidades do seu público-alvo, aquilo que eles mais procuram na internet. O segundo é desenvolver material que atenda a estas necessidades com um alto grau de satisfação.

Como se vê, marketing de conteúdo é uma área com muito potencial e que pode se desdobrar em várias atividades, de acordo com o perfil do público-alvo, segmento de atuação e características da empresa. Para não estender a questão, vou listar cinco fundamentos essenciais que servem de referência para iniciar esse trabalho:

1. Tenha uma mensagem principal: O marketing de conteúdo é, antes de mais nada, uma forma de relacionamento e envolvimento com o seu cliente. Portanto, não perca a oportunidade de transmitir a imagem que deseja: credibilidade, versatilidade, qualidade, etc.

2. SEO depende de conteúdo relevante, e vice-versa: No Brasil, muitas empresas consideram que apenas o trabalho de SEO (colocar os site nas primeiras posições nas pesquisas do Google) é suficiente para gerar negócios. Mas sem conteúdo que atraia o interesse dos visitantes, a otimização se transforma em uma espécie de propaganda enganosa. Seu cliente pode encontrar o site, mas não as informações que realmente procura ou deseja, que vai frustrá-lo. Já conteúdo sem SEO é como ter um belo outdoor no meio do deserto. Nesse caso, quem acaba se frustrando é você.

3. Encare o conteúdo como uma prestação de serviço ao seu cliente em potencial: Veja o exemplo do site da Likestore, um aplicativo que transforma sua fan page no Facebook em uma loja. Além das informações sobre o funcionamento e vantagens, o site possui manual passo-a-passo para instalação e configuração que pode ser baixado. Já o portal IDG Now! (www.idgnow.uol.com.br), voltado para profissionais de tecnologia, oferece relatórios técnicos e estudos (White papers) em diversas áreas de TI.

4. “Espalhe” conteúdo pela internet: Estude todas as oportunidades para criar conteúdos nas redes sociais, mas lembre-se de que terá de seguir as características de cada uma. As pessoas interagem de uma forma no Facebook e de uma forma diferente no Twitter, por isso é preciso estudar suas diferentes linguagens e se adaptar a elas. Procure as empresas no Brasil e no exterior que melhor utilizam esses sites e avalie formas de implementá-las. Uma referência é a construtora Tecnisa (www.tecnisa.com.br), presente em praticamente todas as redes e mídias sociais.

5. Incentive o compartilhamento e a participação: Outra característica importante das redes e mídias sociais é a de permitir que as pessoas comentem, avaliem e compartilhem o conteúdo que lhes interessa, tornando-o mais dinâmico e aumentando seu potencial de viralização.

terá de seguir as características de cada uma. As pessoas interagem de uma forma no Facebook e de uma forma diferente no Twitter, por isso é preciso estudar suas diferentes linguagens e se adaptar a elas. Procure as empresas no Brasil e no exterior que melhor utilizam esses sites e avalie formas de implementá-las. Uma referência é a construtora Tecnisa (www.tecnisa.com.br), presente em praticamente todas as redes e mídias sociais.

5. Incentive o compartilhamento e a participação: Outra característica importante das redes e mídias sociais é a de permitir que as pessoas comentem, avaliem e compartilhem o conteúdo que lhes interessa, tornando-o mais dinâmico e aumentando seu potencial de viralização.

Resposta do primeiro #suaopiniao

Como anunciamos esta semana, começamos com o #suaopiniao em nossa fan page no Facebook com o objetivo de ouvir o que as pessoas tem a dizer sobre diversos assuntos que tenham alguma relação com comunicação e/ou marketing digital.

A primeira pergunta que fizemos foi “Onde vocês acham que as empresas mais falham na hora de fazer atendimento online ao consumidor?“. E algumas pessoas já deixaram a sua opinião:

O Dennis Altermann acha que:

Acredito que principalmente na falta de ferramentas eficientes. Quantas vezes fomos mandar email e tínhamos que dar centenas de informações? Ou mesmo quando você clica em “enviar” e há algum erro que impede o envio.

E o Jaime Lopes complementou muito bem falando:

“A falta de rapidez em se obter respostas é sempre um grande problema, bem como se ter respostas de qualidade. Quando me coloco diante do computador para adquirir um produto ou um serviço, quero esgotar todas as minhas dúvidas, ter a opinião de um especialista e sentir-me seguro para passar o cartão. Hoje muitas lojas me obrigam a ir em sites especializados, fóruns e colher as opiniões de amigos por pura inexistência de elementos de convicção dentro do próprio site. A falta de conteúdo relevante, descrição minuciosa e completa de tudo que compõe o produto ou o serviço, etc, normalmente me impedem de fechar o ciclo de compra e o atendimento online não se mostra capaz de me motivar a ir adiante. Eis um exemplo: quero comprar uma TV LED e pergunto ao atendente do chat se a frequência da TV é superior a 120Hz e saber que a resposta à minha pergunta será mandada em até 24h para meu email. Não dá, tem que ser na hora, online!”

E você, qual a #suaopiniao? Nos siga no Twitter e nos acompanhe pela fan page e participe sempre.

Qual é a #suaopiniao? Queremos saber a sua opinião sobre assuntos relacionados a comunicação e marketing digital.

A partir de hoje estamos colocando em prática um pequeno projeto que tem como objetivo trazer mais discussões em torno do mercado de marketing digital e qualquer assunto relacionados.

A mecânica é mais simples possível, vamos trazer algumas questões em nossa fan page e deixar espaço para que todos respondam. Depois disto, vamos fazer um resumo do que foi comentado pelos leitores. Interessante, não?

Portanto para participar não tem mistério, é simples. As perguntas não tem data definida, ou seja, podemos postar mais de uma no mesmo dia. Mas para dar espaço para todos, vamos deixar ela alguns dias ali antes de trazer o resumo aqui no blog.

Se você quer participar e aparecer aqui, fique ligado em nosso Twitter e nossa fan page. A primeira pergunta do #suaopiniao já esta no ar.

Onde vocês acham que as empresas mais falham na hora de fazer atendimento online ao consumidor? #suaopiniao

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